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28/11/2017 15:48 | Autor: Editor

Surgimento de casos de ferrugem coloca agricultores em alerta

O Paraná teve os dois primeiros focos de ferrugem asiática em lavouras comerciais de soja registrados na semana passada pelo Consórcio Antiferrugem.
O primeiro foi identificado em Itaipulândia e o segundo, em São Miguel do Iguaçu, em áreas semeadas em 16 e 17 de setembro, respectivamente.
Isso sugere a necessidade de maior atenção de produtores vizinhos no monitoramento de plantas e no manejo de fungicidas, já que a doença se alastra pelo ar.
Um terceiro foco havia sido comunicado no último dia 20, em Itaberá, São Paulo, próximo ao Norte Pioneiro paranaense.
Os pesquisadores da Fundação ABC que monitoram a área afirmam que a incidência é baixa nas lavouras da região, semeadas após o fim do vazio sanitário e que estavam em estágio fenológico R3, de formação da vagem.
A ocorrência de ferrugem é mais comum a partir de novembro e quando há incidência de chuvas constantes, mas pesquisadores afirmam que não há motivo para alarde.
No Paraná, os sintomas também são iniciais e foram identificados em lavouras com plantas em desenvolvimento mais avançado, no estágio R5, de enchimento do grão.
De acordo com o Deral, da Secretaria de Estado de Agricultura, 96% dos 5 milhões 450 mil hectares já foram semeados no Paraná.
Aqui na região de Marechal Cândido Rondon, após passar por dois períodos críticos, primeiro com a seca e depois com o excesso de chuvas, a soja passa por uma fase de recuperação.
Conforme o agrônomo da Copagril, Genésio Seidel, são situações que exigem atenção e manejo dos produtores para que eventuais dificuldades sejam evitadas...