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29/01/2018 15:03 | Autor: Editor

Beto Richa exige candidato único da base aliada para renunciar ao governo

Dois nomes da base de Richa são pré-candidatos ao governo: a vice-governadora Cida Borghetti (PP) e o deputado estadual Ratinho Júnior (PSD).


O governador Beto Richa (PSDB) só deixará o governo no início de abril para disputar o Senado se os partidos de sua base política formarem uma aliança com candidato único ao governo.
Caso contrário, ele tende a concluir o mandato até o final, não disputando a eleição deste ano.
A avaliação é do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano (PSDB).
Atualmente, dois nomes da base política de Richa são pré-candidatos ao governo: a vice-governadora Cida Borghetti (PP) e o deputado estadual Ratinho Júnior (PSD).
Por lei, o tucano teria que se desimcompatibilizar do cargo, renunciando ao governo até 7 de abril, se quiser disputar uma das vagas para o Senado nas eleições de outubro.
O grupo da vice-governadora – capitaneado pelo ministro da Saúde e marido de Cida Borghetti, Ricardo Barros (PP) – conta com a renúncia de Richa para que ela assuma o governo por nove meses e concorra à reeleição.
Barros chegou a dar como certa a saída do governador e sua candidatura ao Senado na coligação encabeçada pela esposa.
O governador, porém, chegou a dizer que a tendência era de que ele permanecesse no cargo até o final e não disputasse o Senado.
Segundo Traiano, a decisão de Richa de renunciar ao governo do Estado para disputar uma vaga ao Senado depende de uma ampla aliança entre os partidos da base aliada.
Sobre a conjuntura política do Paraná, Traiano disse que a “situação ainda está em aberto: tanto a Cida Borghetti, quanto o Ratinho Junior fazem parte desse grupo e o sonho do governador é juntar esses nomes, formar uma chapa com integrantes da base aliada.