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05/04/2019 14:36 | Autor: Editor

TRE espera concluir em 100% o recadastramento biométrico em 2019

Mal. Rondon está entre as cidades que iniciaram o processo

A expectativa é recadastrar 870.286 eleitores – cerca de 10% do eleitorado paranaense que é de 8.023.043 – até novembro.
Os mutirões de atendimento serão realizados em 118 cidades.
As primeiras cidades a iniciaram o cadastramento obrigatório no dia 1º de abril foram Goioerê, Moreira Sales, Quarto Centenário, Rancho Alegre D´Oeste, Marechal Rondon, Mercedes, Pato Bragado, Quatro Pontes, Nova Fátima e Primeiro de Maio.
Ainda em abril, no dia 22, começam os mutirões em Cruzeiro do Oeste, Mariluz, Tapejara, Tuneiras do Oeste, Arapuã, Ivaiporã, Jardim Alegre e Lidianópolis.
A meta deve ser atingida no Paraná três anos antes do prazo estipulado, que é em 2022.
Os mutirões de cadastramento no estado começaram há 10 anos, em 2009, em um projeto-piloto na cidade de Balsa Nova.
A seguir, houve, durante dez meses, a revisão dos 1 milhão e 200 mil eleitores da capital e, posteriormente, das principais cidades do interior.
A Justiça Eleitoral quer realizar o cadastramento biométrico de mais 35 milhões de eleitores no biênio 2019/2020.
Somente neste ano, os Tribunais Regionais Eleitorais trabalham para cadastrar 25 milhões de cidadãos.
A previsão é concluir até 2022 a coleta das digitais de todo o eleitorado nacional, que conta hoje com cerca de 147 milhões e 300 mil pessoas.
Nas Eleições Gerais de 2018, aproximadamente 60% do eleitorado nacional – 87 milhões e 300 mil cidadãos – fizeram uso da tecnologia de reconhecimento individual por meio das impressões digitais na hora de votar.
No Paraná, 88% das seções eleitorais possuíam identificador biométrico.
O aprimoramento das eleições com a verificação dos dados biométricos teve início em 2008 e envolveu pouco mais de 40 mil eleitores nos municípios de Colorado do Oeste, em Rondônia; São João Batista, em santa Catarina; e Fátima do Sul, em Mato Grosso do Sul.
A biometria é uma tecnologia que confere mais segurança à identificação do eleitor no momento da votação, tornando inviáveis fraudes na identificação do votante.
O leitor biométrico confirma a identidade de cada cidadão por meio de impressões digitais únicas, armazenadas em um banco de dados da Justiça Eleitoral.
Para realizar o cadastramento biométrico, é necessário apresentar o título eleitoral anterior - caso o eleitor esteja em posse do documento - e um documento oficial original que contenha nome completo, data de nascimento, filiação e cidade onde nasceu.