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09/04/2019 15:45 | Autor: Editor

Aprovada abertura de processos contra os vereadores Adelar, Nilson e Neco

Em sessão bastante tensa, foram aprovados ontem os pedidos de abertura de processos disciplinares contra os vereadores Adelar Neumann, Nilson Hachmann e Dorivaldo “Neco” Kist.


A abertura de processo contra Pedralli foi rejeitado

Com a decisão da maioria, os três parlamentares passam a ser investigados pela Comissão de Ética e Decoro da Câmara e correm o risco de terem o mandato cassado.
Também foi levada a plenária a possibilidade de abertura de processo contra Josoé Pedralli, acusado pelo vereador Nilson prestar assessoramento à Prefeitura por meio de uma empresa de telefonia quando não era vereador, mas foi rejeitada por 12 votos a 1.
Os investigados têm prazo para apresentar defesa e a Comissão de Ética e Decoro da Câmara vai apurar as denúncias e elaborar um relatório conclusivo que pode, inclusive, recomendar a cassação do mandato dos vereadores em questão.
Formam a Comissão de Ética os vereadores Josoé Pedralli (presidente), Vanderlei Sauer (vice-presidente) e Adriano Cottica (corregedor). Arion Nasihgil e Valdir Port são suplentes.
O processo contra Adelar foi aprovado por unanimidade.
No caso de Nilson foram 7 votos favoráveis e 6 contrários. Votaram contra: Cleiton Freitag (Gordinho do Suco), Neco, Nilson Hachmann, Pedro Rauber, Valdir Port e Vanderlei Sauer; e favorável: Adelar Neumann, Adriano Backes, Adriano Cottica, Arion Nasihgil, Claudio Köhler, Josoé Pedralli e Ronaldo Pohl.
No processo contra Neco foram 8 favoráveis e 5 contrários. Votaram a favor: Adelar, Backes, Cottica, Arion, Claudio, Gordinho, Pedralli e Pohl; e contra: Neco, Nilson, Pedro, Portinho e Sauer.
Adelar Neumann foi preso em fevereiro, em flagrante, acusado de receber “mensalinho” de um servidor comissionado de Marechal Cândido Rondon, que teria sido indicado ao cargo pelo próprio vereador.
Ele conseguiu um habeas corpus há poucos dias e responde o processo em liberdade, usando tornozeleira eletrônica.
Nilson foi denunciado pelo vereador Josoé Pedralli acusado de ter utilizado empresas jurídicas em nome de terceiros, mas que seriam de propriedade dele, para participar de processos licitatórios e fazer venda direta à prefeitura.
Neco foi denunciado acusado de cobrar parte do salário de uma funcionária da prefeitura indicada pelo parlamentar.