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176 pessoas venceram o novo Coronavírus nos últimos três dias em Toledo

Divulgação

Em meio ao cenário atual em que estamos vivendo de uma pandemia, o que mais se vê ou se ouve são notícias ruins de novos casos e mortes em decorrência do novo Coronavírus (Covid-19). Porém muitas vezes ficam esquecidas as notícias boas como das pessoas que se curaram da doença e isso vem ocorrendo em Toledo, que teve somente nos últimos três dias 176 pessoas, que venceram a Covid-19.
Os números de recuperados vêm inclusive se mantendo altos nos últimos dias. Na terça-feira 23 foram 80 recuperados, na quarta-feira 24, 48 e na quinta-feira 25, novamente 48 pessoas recuperadas.
Nesses três dias o número de curados em Toledo chegou próximo de 50% dos recuperados desde o início da pandemia. Desde o primeiro caso da Covid-19 no município foram 358 pessoas recuperadas, sendo que destes 182 se recuperaram até o último domingo (21), somente seis a mais, que os 176 curados nos últimos três dias.
E o grande número de recuperados aumenta consideravelmente em um momento, que a quantidade de contaminados segue crescendo consideravelmente na cidade. “Como temos muitos casos ativos, logo teremos muitos curados e a tendência é que esse número continue aumentando nas próximas semanas e é ótimo que em meio a crise do aumento de casos tenhamos as notícias boas de pessoas que se curaram. Até porque a gente já pôde observar que pelo menos 80% das pessoas acometidas pela Covid-19 passam pela doença sem sintomas ou com manifestações mínimas de sintomas”, relatou o médico e porta-voz do Comitê de Operações Emergenciais (COE), Fernando Pedrotti.
15 pessoas já venceram a COVID-19 no Hospital Bom Jesus
Nesse período de pouco mais de três meses que a pandemia chegou ao Brasil e Paraná, e mais especificamente a Toledo, algumas histórias bonitas chamaram a atenção, com pessoas, que apresentavam comorbidades e ficaram dias internadas em leitos de Terapia Intensiva (UTI), e mesmo assim se curaram da Covid-19.
Um desses casos foi de Fátima Lima de Rios, de 51 anos, que recebeu alta do Hospital Bom Jesus (HOESP), no dia 12 de junho. A paciente, que possuía comorbidades como diabetes e hipertensão ficou 22 dias internada, sendo que 21 deles foram em leito de UTI.
No dia 12 de junho ela pôde voltar para sua casa, curada da enfermidade e em meio a aplausos de alguns dos médicos e demais profissionais de saúde da HOESP.
No dia 17 de junho foi a vez de outro morador da cidade de Toledo receber alta da UTI do Hospital Bom Jesus. O paciente foi E.B.S, de 74 anos, que permaneceu hospitalizado por 10 dias. Ele possuía fatores de risco como diabetes e hipertensão e mesmo assim foi mais um toledano a superar o novo Coronavírus.
Ele voltou para o seu lar, juntamente com um morador de Cascavel, que também superou as dificuldades impostas pela doença. Os dois também saíram do Hospital em meio a aplausos e muita emoção, por parte dos profissionais de saúde, que trabalharam por suas recuperações.
Vilmar Rios passou os últimos 27 dias internado na HOESP, em Toledo, sendo 26 deles na UTI. Eduardo, de 56 anos, passou por algo semelhante. Desde o dia 12 de junho estava internado, passando vários dias na UTI. O diagnóstico para os dois pacientes foi o mesmo: Coronavírus, uma doença que impõe diversas restrições de contato, tornando o desafio de oferecer um tratamento humanizado ainda maior.
“Cada alta hospitalar é uma grande alegria para toda a nossa equipe, trazendo mais força no combate à pandemia”, comenta a superintendente da HOESP, Zulnei Bordin. Vilmar, que foi para casa no dia 24 de junho, é a alta de número 14 da patologia Covid-19 no Hospital e Eduardo, com alta no dia 25 de junho, é o 15º paciente que conseguiu vencer o Coronavírus.
Em meio às histórias de superação das pessoas, que conseguiram sobreviver ao novo Coronavírus mesmo com todas as dificuldades impostas, fica o alerta para que as pessoas cumpram o isolamento domiciliar e saiam de casa somente quando necessário. Além é claro de manterem os cuidados com a higiene pessoal, lavando as mãos com água e sabão ou álcool em gel frequentemente como pedem os Órgãos de Saúde em todas as suas instâncias.
Fonte: Toledo News
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Lindeiros continuam mobilizados para evitar o fim do repasse de royalties

O deputado federal Ênio Verri foi confirmado nesta quinta-feira como novo diretor-geral da Itaipu, em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília.

 

O próprio Verri confirmou a informação em uma publicação nas redes sociais, dizendo que se sente honrado pela escolha de seu nome para assumir essa nova missão.

Destacou que a Itaipu tem um papel importante no planejamento do governo brasileiro, que é promover e financiar ações que tragam avanços econômicos, tecnológicos e sociais para o Paraná e o Brasil.

Acrescentou que aceitou esse desafio para contribuir com o projeto de Lula para Itaipu e para o País.

Com a indicação, Ênio Verri terá que renunciar ao mandato e em seu lugar assumirá na Câmara Federal o vereador de Toledo, Elton Welter, que com 21.118 votos auferidos é o primeiro suplente do PT.

O ex-diretor-geral da Itaipu, Jorge Samek chegou a ser cotado para voltar ao posto, mas acabou preterido em favor de Verri.

Outro cotado para o cargo era o ex-governador e candidato do PT ao governo em 2022, Roberto Requião.

Convidado para o cargo de presidente do Conselho da Itaipu, porém, ele recusou, afirmando que não aceitaria uma “sinecura para não trabalhar”.

“Uma sinecura dourada não é o objetivo de uma vida inteira de dedicação ao interesse público”, afirmou ele na ocasião.

Também foram cogitados o ex-ministro Paulo Bernardo e o advogado Juliano Bredas, do grupo Prerrogativas.

Com a definição de Ênio Verri na diretoria-geral da Itaipu, os municípios lindeiros da Costa Oeste tendem a se mobilizar novamente para que não venham a perder os royalties com o vencimento do Anexo C do Tratado Binacional neste ano de 2023.

O presidente do Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu, prefeito de Guaira, Heraldo Trento, avalia a situação..

 

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Inscrições ao vestibular da Isepe Rondon sem cobrança de taxa terminam hoje

Hoje é o ultimo dia para os interessados em participar do Vestibular 2023 da Isepe Rondon, para efetivar a inscrição com a isenção da tradicional taxa.

A instituição oferta dois formatos para o vestibular: o candidato pode optar em fazer online – escolhendo seu horário e data de preferencia, ou presencialmente na Isepe, podendo ser de segunda a sexta-feira das 13h30 às 21 horas, e no sábado pela manhã das 8h às 11h.

Quem se inscrever ainda nesta sexta-feira, ficará isento da taxa de inscrição.

A ISEPE Rondon conta com programa próprio de bolsas de estudo, financiamento próprio sem juros com até 50% do valor da mensalidade, FIES e Prouni.

 

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Covid: aplicação da vacina bivalente deve começar em 27 de fevereiro

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Anúncio foi feito em reunião da Comissão Intergestores Tripartite

O Ministério da Saúde pretende começar a aplicar as doses de reforço com a vacina bivalente para imunização contra a covid-19 a partir do dia 27 de fevereiro. Essas vacinas aumentam a imunidade contra o vírus da cepa original, bem como da variante Ômicron. O anúncio foi feito hoje (26) durante a primeira reunião ordinária da Comissão Intergestores Tripartite, na Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

Na primeira fase, a campanha terá foco em pessoas com idade acima de 70 anos, imunocomprometidos e moradores de comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas. Na sequência (Fase 2, com data ainda a ser definida), a campanha será voltada a pessoas com idade entre 60 e 69 anos. Gestantes e puérperas serão o foco da Fase 3; e profissionais de saúde serão o foco da quarta fase da campanha.

Durante a reunião com os integrantes da comissão, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, disse que a nova gestão da pasta adotará uma política de “cuidado e construção coletiva” e que, nesse sentido, será fundamental o diálogo entre União, estados e municípios. “Hoje, temos alguns desafios muito específicos que representam o retorno de uma pactuação em alto nível, como devem ser as nossas relações”, disse.

“Destaco entre as medidas iniciais, a Política Nacional de Imunização, a ser apresentada; um plano nacional para redução de filas na atenção especializada; a recuperação da Farmácia Popular; a valorização da atenção básica; o provimento, qualificação e formação profissional; e a retomada em novas bases do Programa Mais Médicos”, disse a ministra.

Estoques

Dirigindo-se aos secretários de Saúde estaduais e municipais presentes, o diretor do Departamento de Imunização e Doenças Imunopreveníveis, Éder Gatti, descreveu a situação dos estoques de vacinas do ministério, tanto para o tratamento da covid-19 como de outras doenças. Segundo ele, a situação deixada pelo governo anterior representa “risco real” de desabastecimento de alguns imunizantes.

“Por estarem vencidas, mais de 370 mil doses da vacina AstraZeneca foram incineradas em dezembro passado. Encontramos estoque zerado de vacinas Pfizer Baby pediátrica e CoronaVac, o que impede a vacinação de nossas crianças. E o estoque de vacinas bivalente, para iniciar a estratégia de vacina de reforço, estava muito baixo, impedindo articulação e estruturação de uma política publica para a vacinação de nossa população”, descreveu o diretor.

Ele acrescentou que há “risco real de desabastecimento de vacinas importantes de nosso calendário, porque os estoques estão baixos também para vacinas BCG, hepatite B, vacina oral contra poliomielite e a triviral”.

Baixa cobertura

Segundo Gatti, o cenário atual de baixas coberturas vacinais “deve-se aos discursos negacionistas feitos nos últimos quatro anos por nossas autoridades, o que resultou na queda de confiança nas vacinas”. “Temos risco de epidemias de poliomielite e sarampo”, complementou.

A ministra Nísia Trindade disse, em uma das pausas da reunião, que a “primeira providência” da pasta é a de recompor estoques “para podermos planejar as ações”. Ela acrescentou que o calendário de multivacinação infantil está sendo trabalhado e em breve será divulgado.

“Faremos ações de vacinação nas escolas, como uma das estratégias, e combinaremos múltiplas estratégias para que possamos dar esta proteção, pois a baixa cobertura vacinal das crianças não diz respeito apenas à covid-19. Infelizmente ela está em cerca de 40%, por exemplo, para sarampo e poliomielite, um dos índices mais baixos da nossa história, desde o início do Programa Nacional de Imunização”, completou.

 

Fonte: Agência Brasil

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