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Agricultura

Abiove monitora agricultores que não cumprem contratos de venda antecipada de soja

Entidade teme aumento da inadimplência de produtores que precipitaram venda da safra

 

Está em operação um novo sistema  para monitorar o cumprimento dos contratos de vendas antecipadas de soja na safra 2020/21.

Desenvolvida a pedido da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais, a ferramenta vai ser usada pelas empresas que comercializam para  lhes permitirá acompanhar o cumprimento das entregas das vendas antecipadas, observando todas as legislações pertinentes.

Segundo a entidade a inadimplência dos contratos no tradicional esquema de vendas antecipadas do Brasil  é relativamente pequena,  porém a  preocupação é que diante das vendas recordes antecipadas desta safra, que atingiam cerca de 60% da produção prevista em janeiro  antes mesmo de a colheita começar, e da grande diferença de preços entre os valores fixados em contratos e os do mercado à vista, muitos produtores tentem renegociar os termos.

O presidente da Abiove, André Nassar,  afirma que por enquanto não são muitos  os produtores que estão querendo romper contrato, porém isso até o final da safra  pode virar muitos e portanto, a nova  ferramenta veio  para que o produtor entenda que o certo é cumprir o contrato.

As próprias empresas alimentarão diretamente a ferramenta, de forma individual e sigilosa e  terão acesso ao detalhamento dos contratos de seus pares, visualizando apenas a sua própria exposição diante dos volumes totais e agregados de cada produtor.

Com preços atuais em mais de 160 reais por saca de 60 kg no porto de referência de Paranaguá , valor que representa o dobro do contrato fechado por alguns produtores no início da temporada de comercial da safra 2020/21, a preocupação aumenta.

A Abiove defende que,  quando os compradores acabam perdendo, não tentam renegociar contratos e já houve casos em que  algumas  empresas tiveram que acionar a Justiça para buscar soja na fazenda de produtor que não cumpriu o contrato.

 

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Agricultura

Entidades paranaenses reivindicam que Plano Safra contemple 277 bilhões

A FAEP, Sindicatos Rurais do Paraná, Fetaep, Ocepar, Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento enviaram um documento ao governo federal em que pedem que o Plano Safra 2021/22 contemple recursos da ordem de 277 bilhões de reais.

 

  O documento elenca as linhas prioritária do setor

 

A proposta também elenca as linhas prioritárias do setor agropecuário no que diz respeito a custeio, comercialização e investimento.

O Paraná defende que, do total de recursos pleiteados, 209 bilhões sejam alocados em programas de custeio e de comercialização.

Para uma das principais linhas, o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), a proposta é de destinação de 40 bilhões.

Para financiar o Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf), as entidades paranaenses reivindicam R$ 23 bilhões.

Além disso, o documento solicita um aumento do teto de enquadramento do Pronaf e o aumento do limite de contratação de custeio.

Nas linhas de investimento, o Paraná pediu a destinação de 68 bilhões.

O documento estabeleceu como prioridades os programas de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido, de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária, Programa ABC e Programa de Construção e Ampliação de Armazéns.

O documento também dá destaque para o Programa de Subvenção ao Seguro Rural, para o qual são reivindicados R$ 1,5 bilhão.

Na avaliação das entidades paranaenses, essa política de gestão de riscos é estratégica na medida que representa uma proteção não só ao produtor rural, mas ao setor como um todo.

O Paraná é o Estado que mais contrata seguro rural.

Para todas as linhas, as entidades do Estado também defendem a redução de um ponto percentual na taxa de juros.

A proposta é que o Plano Safra contemple o aumento de R$ 11,3 bilhões para R$ 15 bilhões dos recursos destinados à equalização da taxa de juros – dinheiro a ser injetado como compensação às instituições bancárias, para manter a taxa de juros controlada ao produtor rural nas linhas de crédito, custeio e investimento.

O documento também apresenta uma proposta para ampliar a captação de recursos voltados à agropecuária: o aumento do direcionamento ao setor do volume captado por meio das Letras de Crédito Agropecuário.

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Agricultura

Agricultores aumentam procura pelo Premio de Subvenção ao Seguro rural

A atividade agrícola, por conta do comportamento climático, continua  cheia de incertezas.

Quem vive no campo sabe que muitas vezes a geada, uma seca ou chuva em excesso resulta em perdas condieráveis.

Como não dá para controlar o clima, os agricultores estão, a cada ano, sendo orientados a se prevenir.

Prova disso é que o Ministério da Agricultura, divulgou o resultado consolidado da execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural.

No ano passado  foram aplicados  881 milhões de reais em subvenção ao prêmio, o que permitiu apoiar a contratação de 193.470 apólices de seguro rural.

Essas apólices foram contratadas pelos produtores rurais em todas as regiões do país e totalizaram 13 milhões e 700 mil  hectares segurados.

O valor total segurado por essas apólices representou a importância de  45  bilhões e 700 milhões de reais.

Trata-se, segundo o diretor do Departamento de Gestão de Riscos, do Ministério da Agricultura, Pedro Loyola, de uma segurança hoje indispensável na agricultura brasileira………

 

Quando da divulgação, a  ministra Tereza Cristina comemorou o expressivo crescimento das contratações em 2020 e destacou a necessidade de consolidar o seguro rural como uma das principais ferramentas de gestão de risco disponíveis para o produtor.

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Agricultura

Perdas nas lavouras são ínfimas se comparadas aos preços das commodities

Embora a produtividade esteja aquém do esperado, o resultado final da safra de verão 2020/2021 deverá será de uma boa lucratividade para os agricultores da microrregião de Marechal Cândido Rondon.

As perdas resultantes das condições climáticas adversas podem ser consideradas ínfimas, se comparadas ao preço pago pela saca de 60 quilos da soja – 158 reais na abertura do mercado desta quinta-feira.

Em paralelo a colheita da soja está acontecendo o plantio da 2ª safra de milho, mais conhecida como “safrinha de milho”, cujas chuvas de ontem para hoje vieram em boa hora para a germinação.

Quem avalia a colheita da safra de verão e o início da “safrinha” é o engenheiro agrônomo Cristiano da Cunha, da Indústria Horizonte, de Mal. Cândido Rondon…

 

 

 

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