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Acidente próximo a Mercedes mata toledano de 65 anos.

O toledano José Noronha Rodrigues, de 65 anos de idade, morreu na manha deste sábado, 31, vitima de acidente de trânsito ocorrido na BR-163, trecho que liga Marechal Cândido Rondon ao município de Mercedes.

Segundo informações de familiares, Noronha como era chamado, comprou um Caminhão em Mercedes e na manhã deste sábado, seu genro o levou para concluir a transação e levar o Mercedes Benz 608 boiadeiro, para Toledo.

Antes de deixar o município, genro e sogro combinaram de tomar café na Lanchonete Águia, localizada às margens da BR-163.

O sogro seguia à frente quando o genro relatou que o Caminhão ficou desgovernado, invadiu a pista contrária e bateu de frente com uma Carreta Scania, placas de Crissiumal – Rio Grande do Sul.

A cabine do 608 Boiadeiro ficou completamente destruída e o toledano Noronha teve morte instantânea, com o corpo preso às ferragens.

O condutor da Carreta Scania, resultou com ferimentos graves, foi socorrido e encaminhado para atendimento médico no Posto de Saúde de Mercedes.

A Scania estava carregada com peças plásticas utilizadas em assoalhos de aviários e chiqueirões, que ficaram esparramadas pela pista.

Guinchos fizeram a remoção dos veículos para a liberação do tráfego.

O Corpo de Bombeiros de Marechal Cândido Rondon fez a limpeza da pista, pois houve derramamento de óleo dos caminhões.

Um terceiro veículo, um Sandero com placas de Toledo, conduzido pelo genro, também se envolveu no acidente, sendo atingido por destroços, contudo, o condutor nada sofreu.

 

Genro relatou que Noronha sofria problemas cardíacos e pelas circunstâncias do acidente, acredita que ele tenha sofrido um maú súbito antes da colisão, pois o caminhão conduzido por ele ficou desgovernado, invadiu a pista contrária e colidiu de frente com a Carreta.

O corpo de José Noronha Rodrigues, de 65 anos, foi recolhido pelo IML de Toledo, será necropsiado e posterior liberado aos familiares para os atos fúnebres.

O Genro contou que Noronha era funcionário publico da prefeitura de Toledo, participava da organização de provas de rodeio e de tambores em eventos na região, e que estava bastante feliz com a aquisição do caminhão boiadeiro.

  

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Rondonense vítima de acidente com moto e transferido para Toledo

Reportagem com Maiko Bucker

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Justiça nega recurso do Município de Toledo e mantém suspensão das obras do Hospital Regional que implicariam gasto de R$ 9,3 milhões

Toledo News

Decisão judicial expedida na quinta-feira, 23 de janeiro, manteve a suspensão das obras de readequação do Hospital Regional de Toledo. Expedido pela 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná, o ato responde a recurso apresentado pelo Município de Toledo contra decisão liminar que atendeu pedido feito em ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Paraná.

Ajuizada pela 4ª Promotoria de Justiça da Comarca, a ação civil sustenta que, enquanto não for definido qual será o órgão gestor da unidade hospitalar, qualquer retomada na construção – iniciada em 2012 e até hoje não concluída – implicará novo desperdício de recursos públicos e prejuízo à população.

 

Atendimento

O hospital foi idealizado para atendimento especializado e serviços de média e alta complexidades para pacientes de 18 municípios da região, que somam perto de 400 mil habitantes. Esse tipo de serviço é gerido obrigatoriamente por órgãos vinculados ao Estado ou à União, mas até então isso não foi oficializado. Como sustenta a Promotoria na ação, “a falta de definição do órgão gestor da prestação do serviço de saúde notoriamente foi um dos principais fatores que determinaram o retumbante fracasso das administrações municipais anteriores em relação à abertura e funcionamento deste equipamento urbano essencial”.

Ao negar o recurso do Município, o Juízo destacou não ser prudente a revogação da suspensão das obras que, se concluídas, poderiam causar dano irreversível, e sustenta haver indicativos de que o Município de Toledo não está priorizando a definição de quem será o órgão responsável pela execução dos serviços de saúde no hospital, conforme acordado em termo de ajustamento de conduta firmado em 2018 com o Ministério Público. Além disso, destaca que as tratativas atualmente em curso pelo Município com o Consórcio Intermunicipal Samu Oeste (Consamu) não são suficientes para caracterizar a certeza de que a entidade será a gestora dos referidos serviços à população.

 

Fonte: Toledo News

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Ações da Saúde rondonense reduzem mortalidade infantil

Assessoria

A saúde rondonense possui muitos motivos para comemorar neste início de ano. Um deles é o relatório divulgado recentemente pela 20ª Regional de Saúde de Toledo, que apresentou queda da mortalidade infantil em Marechal Rondon nos últimos anos, especialmente em 2019.

De acordo com os dados, no ano passado, a taxa de mortalidade infantil esteve em 8 para cada mil nascimentos. Este número representa uma das menores taxas entre os 18 municípios que integram a 20ª Regional.

Em 2015, Marechal Rondon tinha uma taxa 21,2 de mortalidade infantil para cada 1000 nascimentos. Na época, disparadamente tinha a maior taxa em comparação com os outros municípios da região. Ano após ano este número foi baixando, através de ações desenvolvidas pela municipalidade.

Um dos principais indicadores para que a taxa de mortalidade fosse baixando ano após ano foi a volta dos partos no Hospital Municipal Dr. Cruzatti, que ocorreu em meados de junho de 2017. Desde então, nasceram 825 crianças, com uma média de quase uma a cada dia. Foram 363 partos normais e 462 cesáreas. Para que isso fosse possível, a secretária de Saúde, Marciane Specht, explica: “O planejamento elaborado para que os partos voltassem a ser realizados foi feito de maneira sistemática e organizada com as equipes de saúde, para que os serviços pudessem ser oferecidos com qualidade. Todo o processo contou com a necessária regularização da documentação do hospital, que na época não existia, composição da equipe (ginecologista e obstetra, pediatra, anestesista e equipe de enfermagem), e os processos licitatórios de materiais e equipamentos. Tudo foi possível graças ao empenho e à dedicação de toda a equipe da Secretaria de Saúde, que não mediu esforços”, enaltece.

DESCENTRALIZAÇÃO DO PRÉ-NATAL
Além dos investimentos no próprio hospital, a Secretaria de Saúde também iniciou ainda em 2017, a descentralização do pré-natal. Uma forma de melhorar a qualidade do atendimento às gestantes rondonenses. “Através da descentralização, as gestantes possuem o acompanhamento do pré-natal, na Estratégia Saúde da Família (posto de saúde) mais próxima de sua residência”, relata a coordenadora da Atenção Primária, Raquel Rech.

PARTO HUMANIZADO
O parto humanizado também foi um grande diferencial no município. “Estimulamos a opção das mães pelo parto natural, que é preconizado pelo Ministério da Saúde, lembrando que a realização de parto cesárea deve se dar por critério médico. Isso é um grande avanço. Sabemos que às vezes, apesar da vontade da mãe, é necessário fazer a cesárea”, explica Marciane Specht.

De forma mensal, tanto em postos de saúde como também no hospital, as mães recebem todo o acompanhamento de pré-natal, além da preparação para os desafios diários antes, durante e após o nascimento da criança.

Outro diferencial é o parto humanizado, com a inserção das doulas, que fazem um trabalho voluntário, conforme a disponibilidade delas. Elas possuem uma escala e acompanham as gestantes durante o período da gestação até os primeiros meses após o parto, com foco no bem-estar da mulher. Cabe a elas proporcionar informação, acolhimento, apoio físico e emocional às mulheres durante a gravidez, o parto e o pós-parto.

A taxa de mortalidade infantil é um indicador social representado pelo número de crianças que morreram antes de completar um ano de vida a cada mil crianças nascidas vivas no período de um ano. É um importante indicador da qualidade dos serviços de saúde, saneamento básico e educação de uma cidade, país ou região.

Fonte: Assessoria

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