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Ações serão realizadas em Marechal Rondon em alusão ao Setembro Amarelo

Assessoria

Após o Agosto Azul, que é dedicado para a saúde do homem, chegou a vez do Setembro Amarelo, que é uma campanha de prevenção ao suicídio. Em alusão a este delicado tema, diversas ações serão desenvolvidas no decorrer de setembro em Marechal Rondon.

A primeira ação acontecerá já nesta sexta-feira, 30 de agosto, com entrevistas de pessoas envolvidas com a campanha, em programas de rádios de Marechal Rondon.

No dia 10 de setembro, ocorrerá a segunda ação. Trata-se da panfletagem de materiais de conscientização no modelo da Campanha do Centro de Valorização da Vida (CVV) em diversos pontos da cidade, como bancos, supermercados, sinaleiros, e demais locais públicos.

Por fim, a terceira ação, que se estenderá durante todo o mês de setembro, será as palestras de conscientização em diversas empresas rondonenses. Em muitos locais, já foram marcados horários. Empresas interessadas em receberem os palestrantes, poderá agendar uma data com a diretora da Secretaria de Saúde, Cleonice Novaes, no 99927-1180.

As ações deste ano estão sendo desenvolvidas pela prefeitura rondonense, por meio do Comitê de Saúde Mental à Violência, com o envolvimento das secretarias de Assistência Social, Educação e Saúde.

“Nós temos o CAPS (Centro de Apoio Psicossocial) que já desenvolve diversas atividades semanalmente em várias linhas de trabalho, como suicídio, depressão, ansiedade, etc. Temos uma equipe de profissionais altamente capacitada para a população que lá busca atendimento. Rondonense, venha conosco nesta luta contra o suicídio e valorização da vida. A vida é o nosso bem maior”, salienta a secretária de Saúde, Marciane Specht.

 

Fonte: Assessoria

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Rondonense vítima de acidente com moto e transferido para Toledo

Reportagem com Maiko Bucker

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Justiça nega recurso do Município de Toledo e mantém suspensão das obras do Hospital Regional que implicariam gasto de R$ 9,3 milhões

Toledo News

Decisão judicial expedida na quinta-feira, 23 de janeiro, manteve a suspensão das obras de readequação do Hospital Regional de Toledo. Expedido pela 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná, o ato responde a recurso apresentado pelo Município de Toledo contra decisão liminar que atendeu pedido feito em ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Paraná.

Ajuizada pela 4ª Promotoria de Justiça da Comarca, a ação civil sustenta que, enquanto não for definido qual será o órgão gestor da unidade hospitalar, qualquer retomada na construção – iniciada em 2012 e até hoje não concluída – implicará novo desperdício de recursos públicos e prejuízo à população.

 

Atendimento

O hospital foi idealizado para atendimento especializado e serviços de média e alta complexidades para pacientes de 18 municípios da região, que somam perto de 400 mil habitantes. Esse tipo de serviço é gerido obrigatoriamente por órgãos vinculados ao Estado ou à União, mas até então isso não foi oficializado. Como sustenta a Promotoria na ação, “a falta de definição do órgão gestor da prestação do serviço de saúde notoriamente foi um dos principais fatores que determinaram o retumbante fracasso das administrações municipais anteriores em relação à abertura e funcionamento deste equipamento urbano essencial”.

Ao negar o recurso do Município, o Juízo destacou não ser prudente a revogação da suspensão das obras que, se concluídas, poderiam causar dano irreversível, e sustenta haver indicativos de que o Município de Toledo não está priorizando a definição de quem será o órgão responsável pela execução dos serviços de saúde no hospital, conforme acordado em termo de ajustamento de conduta firmado em 2018 com o Ministério Público. Além disso, destaca que as tratativas atualmente em curso pelo Município com o Consórcio Intermunicipal Samu Oeste (Consamu) não são suficientes para caracterizar a certeza de que a entidade será a gestora dos referidos serviços à população.

 

Fonte: Toledo News

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Ações da Saúde rondonense reduzem mortalidade infantil

Assessoria

A saúde rondonense possui muitos motivos para comemorar neste início de ano. Um deles é o relatório divulgado recentemente pela 20ª Regional de Saúde de Toledo, que apresentou queda da mortalidade infantil em Marechal Rondon nos últimos anos, especialmente em 2019.

De acordo com os dados, no ano passado, a taxa de mortalidade infantil esteve em 8 para cada mil nascimentos. Este número representa uma das menores taxas entre os 18 municípios que integram a 20ª Regional.

Em 2015, Marechal Rondon tinha uma taxa 21,2 de mortalidade infantil para cada 1000 nascimentos. Na época, disparadamente tinha a maior taxa em comparação com os outros municípios da região. Ano após ano este número foi baixando, através de ações desenvolvidas pela municipalidade.

Um dos principais indicadores para que a taxa de mortalidade fosse baixando ano após ano foi a volta dos partos no Hospital Municipal Dr. Cruzatti, que ocorreu em meados de junho de 2017. Desde então, nasceram 825 crianças, com uma média de quase uma a cada dia. Foram 363 partos normais e 462 cesáreas. Para que isso fosse possível, a secretária de Saúde, Marciane Specht, explica: “O planejamento elaborado para que os partos voltassem a ser realizados foi feito de maneira sistemática e organizada com as equipes de saúde, para que os serviços pudessem ser oferecidos com qualidade. Todo o processo contou com a necessária regularização da documentação do hospital, que na época não existia, composição da equipe (ginecologista e obstetra, pediatra, anestesista e equipe de enfermagem), e os processos licitatórios de materiais e equipamentos. Tudo foi possível graças ao empenho e à dedicação de toda a equipe da Secretaria de Saúde, que não mediu esforços”, enaltece.

DESCENTRALIZAÇÃO DO PRÉ-NATAL
Além dos investimentos no próprio hospital, a Secretaria de Saúde também iniciou ainda em 2017, a descentralização do pré-natal. Uma forma de melhorar a qualidade do atendimento às gestantes rondonenses. “Através da descentralização, as gestantes possuem o acompanhamento do pré-natal, na Estratégia Saúde da Família (posto de saúde) mais próxima de sua residência”, relata a coordenadora da Atenção Primária, Raquel Rech.

PARTO HUMANIZADO
O parto humanizado também foi um grande diferencial no município. “Estimulamos a opção das mães pelo parto natural, que é preconizado pelo Ministério da Saúde, lembrando que a realização de parto cesárea deve se dar por critério médico. Isso é um grande avanço. Sabemos que às vezes, apesar da vontade da mãe, é necessário fazer a cesárea”, explica Marciane Specht.

De forma mensal, tanto em postos de saúde como também no hospital, as mães recebem todo o acompanhamento de pré-natal, além da preparação para os desafios diários antes, durante e após o nascimento da criança.

Outro diferencial é o parto humanizado, com a inserção das doulas, que fazem um trabalho voluntário, conforme a disponibilidade delas. Elas possuem uma escala e acompanham as gestantes durante o período da gestação até os primeiros meses após o parto, com foco no bem-estar da mulher. Cabe a elas proporcionar informação, acolhimento, apoio físico e emocional às mulheres durante a gravidez, o parto e o pós-parto.

A taxa de mortalidade infantil é um indicador social representado pelo número de crianças que morreram antes de completar um ano de vida a cada mil crianças nascidas vivas no período de um ano. É um importante indicador da qualidade dos serviços de saúde, saneamento básico e educação de uma cidade, país ou região.

Fonte: Assessoria

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