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Agricultura

Agrônomo da Copagril avalia estragos causados pela geada no milho safrinha

Pela segunda madrugada consecutiva  ocorreu geada forte em toda a região oeste do Paraná, onde algumas localidades tiveram registros negativos de temperatura.

Diante do fenômeno , anunciado com antecedência pelos institutos de meteorologia, cria-se uma expectativa em torno de prejuízos que possam ser confirmados principalmente em relação ao milho safrinha.

Outra situação envolve as medidas que precisam ser tomadas pelos agricultores,  para minimizar as perdas provocadas pela geada.

O agrônomo da Copagril, Genésio Seidel, admite a ocorrência de perdas, mas entende ser necessário o aguardo de alguns dias parta quantificar os danos provocados nas lavouras.

Diante do quadro provocado pela anormalidade  climática, ele  fala sobre o que foi apurado até agora e orienta os produtores a respeito das providências que devem ser tomadas…

 

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Agricultura

São boas as expectativas para a safra paranaense 2021 de trigo

Imagem ilustrativa da internet

O  gerente de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Flávio Turra, informa que a expectativa em relação à safra de trigo no Paraná é das melhores.

Segundo ele, o  potencial produtivo está ótimo nas lavouras que estão numa fase de desenvolvimento e se não ocorrer  nenhum imprevisto climático, teremos uma safra recorde neste ano.

Turra estima que nesta safra deverão ser colhidos em torno de 8 milhões de toneladas no Brasil, de uma demanda de consumo próximo dos 12 milhões de toneladas.

De acordo com ele as  cooperativas estimularam neste ano o cultivo do cereal para os  10 moinhos instalados , necessitando de matéria-prima de qualidade.

O  presidente da Cooperativa Coopavel, Dilvo Grolli, disse que o momento é propicio para o trigo e que o  incentivo à produção está baseado em três pilares:  juro zero para a compra de insumos,  o preço de garantia do trigo de  100 reais  a saca e o seguro da safra.

A intenção das  cooperativas é  incentivar o produtor a usar terras que ficam ociosas durante o inverno, pois no Paraná, são pelo menos 2 milhões e meio  de hectares disponíveis para o plantio no período, mas só metade dessa área é usada.

Na região de Cascavel, por exemplo,  400 mil hectares são utilizados para o plantio da soja e milho no verão e no inverno, apenas 250 mil hectares são utilizados.

Segundo Dilvo Grolli, são 150 mil hectares que podem ser aproveitados para o plantio do trigo, o que aumentaria a renda do produtor e os ganhos da cooperativa.

 

 

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Agricultura

Produtores rondonenses iniciam o plantio da soja, mas o clima ainda não é dos melhores

Apesar de as chuvas terem sido registradas em volumes menores do que o esperado, muitas agricultores da região iniciaram na semana que passou o plantio da safra de verão 2021/2022.

O começo dos trabalhos de campo está acontecendo com preços bastante elevados para os produtores brasileiros, dando boas oportunidades de negócios e com uma oferta que pode se constituir na maior da história.

Não só a semeadura de soja e milho está sendo destacada desde a semana passada, como também uma retomada no ritmo de vendas da oleaginosa tanto da safra velha quanto da nova.

Os agricultores vivem um momento de incerteza sobre a expansão ou não do plantio no Oeste do Paraná, já que as previsões climáticas apontam para chuvas não uniformes e sem grandes volumes para os próximos dias.

Para o presidente do Sindicato Rural de Marechal Cândido Rondon, Edio Chapla, é necessário que os produtores fiquem atentos ao clima para que a semeadura seja perfeita……

 

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Agricultura

Conquista de status sanitário cria problema para pecuaristas do Paraná

Produtores não podem mais importar bezerros para engorda

 

Números divulgados pelo  Departamento de Economia Rural, , da Secretaria da Agricultura, mostram que o  Paraná tem um déficit histórico de aproximadamente 40% no fornecimento de bezerros para a engorda.

Anualmente, o estado abate em torno de 1 milhão e 700 mil  cabeças de boi e desse total, cerca de 1 milhão e 200 mil  são animais criados em território paranaense.

Os 500 mil restantes vinham sendo importados, ainda bezerros, de outros estados, especialmente do Mato Grosso do Sul, para a engorda no Paraná e posterior abate pelos frigoríficos do estado

Desde maio, com o reconhecimento do Paraná como área livre de febre aftosa, sem vacinação, o trânsito de animais entre estados que não têm o mesmo status sanitário está proibido e com isso, os pecuaristas paranaenses não podem mais trazer bezerros do Mato Grosso do Sul, seu principal fornecedor.

De acordo com pecuaristas, a situação tende a se agravar porque os  animais que estão neste momento em fase final de engorda e indo para o abate são aqueles que entraram no Paraná ainda em 2019, quando o trânsito estava liberado.

Prevendo a falta de animais para o abate, recentemente o Ministério da Agricultura liberou o trânsito entre o Mato Grosso do Sul e o Paraná, mas apenas de carretas lacradas, carregadas com bois prontos para o abate com destino direto aos frigoríficos paranaenses.

Os pecuaristas alegam que a principal justificativa do governo do Paraná para pleitear a antecipação da declaração de área livre sem vacinação foi a abertura de mercado no Japão e Coreia do Sul para a carne suína produzida no Paraná, porém não existem   números para justificar essa decisão porque a cadeia da carne bovina foi muito prejudicada.

Inicialmente, de acordo com o Plano Nacional do Ministério da Agricultura, o Paraná integrava o bloco 5, junto com os estados do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

O planejado era que todos fossem declarados, ao mesmo tempo, áreas livre de febre aftosa sem vacinação, conferindo isonomia na condição sanitária, o que estava previsto para acontecer em 2022.

O Paraná  porém avançou nesse processo e conseguiu migrar para o bloco 1, junto com o Rio Grande do Sul, se unindo aos estados do Acre e Rondônia, todos reconhecidos como área livre sem vacinação em maio último.

Conforme Rafael Gonçalves, da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, agora os estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais integram o bloco 4, cujo status sanitário ainda prevê a vacinação do rebanho, que não poderá ser comercializado para os outros estados.

Para a Federação da Agricultura do Paraná , a nova situação em que o estado não pode mais trazer bezerros de fora, abre uma nova oportunidade para os pecuaristas se especializarem também na cria dos animais.

A pecuária paranaense é mais especializada nas fases de recria (dos 9 aos 18 meses) e engorda (dos 18 aos 24 meses).

O presidente da Comissão Técnica de Bovinocultura de Corte da Faep,  Rodolpho Botelho, diz que especialmente na última década, devido à grande rentabilidade das lavouras de soja e milho, a pecuária acabou migrando para áreas marginais, de baixa fertilidade do solo.

Isso diminuiu o número de pecuaristas se dedicando à criação de bezerros,  tornando necessário levar informação e capacitação para os pecuaristas produzirem mais e com mais eficiência.

É o que preconiza, por exemplo,  o programa Pecuária Moderna, da Secretaria da Agricultura do Paraná, cujo  programa visa, entre outras coisas, aumentar a produção de bezerros no estado.

 

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