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Agricultura

Agrônomos se reúnem amanhã na Acimacar para debater sobre cigarrinha

A Asseapar – Associação dos Engenheiros Agronomos do Oeste do Paraná, vai realizar amanhã, quinta-feira, às 19 horas no auditório da Acimacar, um evento técnico para profissionais da agronomia da região, referente a doença do milho, denominada de “enfezamento pálido e enfezamento vermelho”.

Na ocasião o engenheiro agrônomo e pesquisador Edson Sawada vai falar sobre os desafios no manejo da doença causada pela infecção da planta por micro-organismos semelhantes a bacterias denominadas de molicutes, transmitidas de plantas doentes para plantas sadias, através do inseto vetor conhecido como cigarrinha do milho.

O presidente da Asseapar, engenheiro agrônomo Julian Stulp enfatiza o papel da entidade em reunir os profissionais agronômicos para aprimorar conhecimentos técnicos em torno do assunto, que tem causado problemas à cultura do milho em todo o Paraná…

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Agricultura

Produtores de trigo deverão ter dificuldades para plantar a safra de 2022

Os produtores de trigo do Paraná devem encontrar dificuldades para plantar a safra 2022, pois há vários fatores que devem influenciar diretamente a área a ser plantada no próximo ano.

 

Um dos problemas é a concorrência com o milho 

 

Essa previsão é feita pelo Departamento de Economia Rural, da Secretaria de Agricultura do Estado, e um deles é o plantio da soja no período ideal.

Segundo o Deral, diferentemente do plantio anterior, a oleaginosa foi semeada antecipadamente neste ano, possibilitando o plantio da segunda safra de milho de maneira mais satisfatória, o que favorece a ampliação da área do milho frente ao trigo.

A este motivo agronômico soma-se um financeiro, pois a relação de preços entre milho e trigo favorece fortemente o plantio de milho, que tem custos menores e produtividades maiores.

Estima-se que os preços do trigo devam estar aproximadamente 70% maiores que os do milho para favorecer o primeiro, ante 13% observados atualmente.

Além disso, de acordo com o Departamento de Economia Rural, existe ainda um fator mais preocupante: a elevação do de produção do trigo exige uma produtividade alta para compensá-los.

Os dados de novembro do Deral apontam um aumento nos custos de 21% no último trimestre e de 73% nos últimos 12 meses, atingindo 4 mil, 223 reais e 27 centavos por hectare.

A preços de hoje, seriam necessárias 48 sacas de trigo para empatar o desembolso, onerado especialmente com combustíveis e fertilizantes.

Como referência, desde 2016 a produtividade média do Paraná não atinge esse volume, ficando em média em 42 sacas por hectare nos últimos cinco anos.

 

Com informações Globo Rural

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Agricultura

Falta de chuvas começa a prejudicar lavouras na microrregião de Marechal Rondon

Depois de um mês de outubro bastante animador em função das chuvas freqüentes, a agricultura praticada na microrregião de Mal. Cândido Rondon voltou a se preocupar com as condições climáticas adversas.

 

Em praticamente todo o Estado as precipitações ficaram abaixo da média histórica, principalmente no Oeste, cuja falta de umidade no solo e as temperaturas elevadíssimas estão causando perdas nas lavouras.

Além de as chuvas terem sido ínfimas em novembro e neste começo de dezembro, as altas temperaturas estão provocando elevadas taxas de evaporação do solo e intensificaram o déficit hídrico.

O cultivo e incorporação de plantas de cobertura em sistema de plantio direto melhoram os atributos físicos e químicos do solo, favorecendo o aumento de infiltração e armazenamento da água.

Essa prática também aprofunda as raízes da cultura, reduz a temperatura e a evaporação do solo e mantém a água disponível para as plantas em períodos de estiagens fracas e moderadas.

Apesar do sistema ser unanimidade entre os produtores,  os efeitos negativos da falta de chuvas estão sendo bastante sentidos em várias lavouras e as previsões climáticas não são das mais alentadoras.

Como integrante da Comissão Técnica de Cereais do Sistema FAEP/SENAR e membro da diretoria do Sindicato Rural de Mal. Cândido Rondon, o agrônomo Cevio Mengarda, analisa a situação…

 

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Agricultura

Safra de Inverno de 2022 será impactada por elevados custos de produção

Uma tempestade perfeita formada por problemas logísticos, políticos, climáticos e energéticos vai impactar severamente o custo de produção de grãos na próxima safra de inverno, em 2022.

Isso porque o produtor rural vai encontrar um cenário adverso na hora de comprar fertilizantes minerais, com preços bem acima em relação há um ano.

O único alento é que, segundo analistas de mercado, não vai faltar fertilizante.

 

 O alento é que não deverá faltar fertilizantes 

 

Em cada cadeia produtiva dos fertilizantes houve um impasse diferente que impactou a produção e o fornecimento nos principais países produtores.

Sobre tudo isso ainda paira a sombra da pandemia do novo coronavírus, que trouxe desajustes, incertezas e ajudou a tornar este caldo ainda mais turvo.

Para se ter ideia da variação desses insumos, em setembro de 2020, o gasto com fertilizantes em uma lavoura de soja na região de Londrina era de R$ 620 por hectare.

No mesmo mês deste ano, esse custo mais do que dobrou, passando para R$ 1.323.

Com isso, o peso dos fertilizantes no custo operacional desta lavoura passou de 20% para 31%, em 12 meses.

Segundo o presidente da Comissão Técnica de Cereais, Fibras e Oleaginosas da FAEP, José Antonio Borghi, o aumento no preço dos fertilizantes impacta fortemente o custo de produção de grãos no Estado.

Quando analisado o poder de troca do produtor rural, a situação também piorou no último ano.

Em agosto de 2020 eram necessárias 16,6 sacas de soja para realizar a troca por uma tonelada de cloreto de potássio.

Em agosto deste ano, essa relação era de 22,66 sacas por tonelada do produto.

Com o superfosfato simples essa relação passou de 11,6 sacas por tonelada para 14,8 sacas/toneladas e com a ureia não foi diferente, saiu de 19,6 sacas/toneladas para 22,6 sacas/toneladas.

As razões para esta escalada de preços têm origem no outro lado do globo, especialmente em função do aumento abrupto do preço das commodities agrícolas ocorrido durante a pandemia.

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