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Agricultura

Agrônomos se reúnem amanhã na Acimacar para debater sobre cigarrinha

A Asseapar – Associação dos Engenheiros Agronomos do Oeste do Paraná, vai realizar amanhã, quinta-feira, às 19 horas no auditório da Acimacar, um evento técnico para profissionais da agronomia da região, referente a doença do milho, denominada de “enfezamento pálido e enfezamento vermelho”.

Na ocasião o engenheiro agrônomo e pesquisador Edson Sawada vai falar sobre os desafios no manejo da doença causada pela infecção da planta por micro-organismos semelhantes a bacterias denominadas de molicutes, transmitidas de plantas doentes para plantas sadias, através do inseto vetor conhecido como cigarrinha do milho.

O presidente da Asseapar, engenheiro agrônomo Julian Stulp enfatiza o papel da entidade em reunir os profissionais agronômicos para aprimorar conhecimentos técnicos em torno do assunto, que tem causado problemas à cultura do milho em todo o Paraná…

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Agricultura

Deputado quer evitar que reforma tributária penalize o agronegócio

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Mesmo ciente da importância da Reforma Tributária para melhorar o desempenho da economia nacional, o deputado federal Sérgio Souza diz estar atento para que o agronegócio não seja prejudicado.

 

Não há dúvida de que o sistema tributário atual merece reflexão e alteração, pois caminha em sentido inverso dos demais países desenvolvidos ou em desenvolvimento.

O Brasil, do ponto de vista tributário, mais do que possuir uma alta carga tributária, que permeia em torno de 32,6% do PIB, sofre de inúmeros vícios ou pontos negativos.

O País possui alta quantidade de tributos, inúmeras obrigações acessórias que implicam em altos custos de conformidade e complexidade no cumprimento de tais imposições, gerando um alto grau de litigiosidade.

Além disso, há tributos com distorções de cumulatividade, problemas e restrições nos regimes não cumulativos, inclusive, com acúmulos de créditos sem utilização ou ressarcimento.

Os problemas e vícios acabam por gerar um alto custo com redução da produtividade e competitividade, especialmente, no cenário internacional, além de dificultar investimentos, onerar exportações e gerar enorme insegurança jurídica por força do elevado grau de litigiosidade.

Sendo assim, é certa a necessidade de mudanças na legislação tributária a fim de tornar o sistema tributário menos complexo e oneroso, mais seguro e simples, sem deixar de atender os aspectos ligados à transparência e Justiça.

A Reforma Tributária deve se constituir na matéria mais importante em tramitação neste ano no Congresso Nacional, todavia algumas questões devem ser observadas atentamente para evitar injustiças.

Como integrante da Bancada Ruralista, o deputado federal Sérgio Souza, diz estar atento para evitar, por exemplo, que as mudanças tributárias venham a penalizar o agronegócio brasileiro…

 

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Agricultura

Novo ZARC retarda o plantio de mandioca na região

Divulgação

Foram recentemente publicadas no Diário Oficial da União, as portarias com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático para a cultura da mandioca.

A estimativa de área foi de 1 milhão 280 mil hectares para uma produção de 19 milhões e 400 mil toneladas, o que corresponde a um crescimento de 1,9% em relação ao ano passado.

Trata-se do novo Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do IBGE, de janeiro de 2020.

A mandioca é plantada em todo o país, porém os estados produtores com maior destaque são: Pará, Paraná, São Paulo, Amazonas, Acre, Bahia, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.

Os novos estudos de Zoneamento Agrícola classificam os riscos de produção conforme as condições térmicas e hídricas essenciais ao estabelecimento, enraizamento e ganho inicial de matéria seca nas raízes.

Ao comentar o novo zoneamento, o técnico da Agrícola Horizonte, especialista na área, Sigmar Herpich diz que o novo zoneamento retarda um pouco o plantio na região, já que também foi considerado no modelo agroclimático as categorias de solo, conforme a capacidade de retenção de água associada a textura, e os materiais genéticos para propagação…….

 

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Agricultura

Show Rural: Sicredi registra R$ 188 milhões em volume de negócios

Com público de 300 mil pessoas e volume de negócios de R$2,5 bilhões, a 32ª edição do Show Rural Coopavel, terminou no último dia 7 em Cascavel confirmando a força do agronegócio na economia brasileira.

Os números positivos também foram sentidos pelo Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, que durante a feira registrou mais de 760 propostas de financiamento protocoladas e um volume de negócios de R$ 188 milhões.

De acordo com o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Farias, a feira é uma oportunidade para estar ainda próximo do associado oferecendo as melhores soluções financeiras.

Esse ano o Sicredi implementou melhorias no atendimento das demandas de crédito, operando de maneira 100% online.

Com o novo sistema, o pedido de financiamento era feito do estande ou mesmo da revenda de maquinário.

O aplicativo era acessado pelo colaborador Sicredi que estava em contato direto com produtores rurais e vendedores de maquinário agrícola, veículos e demais tecnologias, agilizado a solicitação.

Durante o evento, o presidente nacional do Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, repercutiu a recente pesquisa divulgada Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

O estudo destacou que 1,4 mil municípios de todo o país, que passaram a contar com uma ou mais cooperativas, entre 1994 e 2017, registraram um impacto agregado de mais de R$ 48 bilhões em um ano.

No campo, o cooperativismo também atua diretamente no fomento ao produtor rural.

O Sicredi é reconhecido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como agente financeiro com maior volume de operações de investimento contratadas no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), além de ser a segunda maior instituição financeira em liberação de crédito rural do país, segundo ranking “Maiores e Melhores” da revista Exame.

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