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Agricultura

AMAdurecer: Agroecologia e educação ambiental atreladas na participação e orientação de jovens

O Centro de Atendimento à Família (CAF) conta com uma grande novidade: o modelo de Horta Mandala.

O espaço foi todo revitalizado com o viés de agroecologia e educação ambiental, contando com a participação e orientação de jovens.

Mandala, possui diversos significados, como círculo mágico ou concentração de energia, e universalmente é o símbolo da integração e da harmonia.

A implantação da horta, de acordo com a Secretaria de Assistência Social, Josiane Laborde Rauber, se dá através da execução do projeto AMAdurecer.

Ela explica que a ação mostra a importância do trabalho, o respeito com o meio em que vivemos e principalmente o respeito com o próximo.

O modelo de horta aplicado é dividido por quatro fatias, cada um representa uma estação do ano e cada um composto por onze canteiros (representados por nove planetas, sol e lua).

A representação permite ensinar sobre o sistema solar a qual fazemos parte, as estações que temos e como funcionam, bem como, a relação do nosso planeta com o seu satélite natural.

A estruturação da horta traz ainda o modelo do PAIS – Produção Agroecológica Integrada e Sustentável, onde ao centro do sistema há um espaço para criação de galinhas.

O esterco produzido pelos animais é utilizado para adubação dos canteiros e as galinhas também estão sendo utilizadas para a manutenção das fatias conforme o rodízio do plantio que seguirá as estações ao ano.

O entorno da mandala, servirá para o plantio de culturas anuais.

Nas faixas de divisa, de um lado árvores frutíferas foram plantadas com a finalidade de proporcionar sombra e ofertar frutas quando começarem a produzir.

Do outro lado serão plantadas culturas altas para a formação de barreira de proteção.

As verduras produzidas na horta são colhidas e selecionadas para que a cozinha do CAF possa servir no horário do almoço.

O remanescente será ser ofertado as crianças e adolescentes que participam do projeto, para que levem para suas casas e enriqueçam o cardápio familiar.

Lembrando que o CAF atende crianças e adolescentes cadastradas no Cadastro Único com idades entre 04 e 14 anos, a partir do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).

A ação tem por objetivo estimular o convívio social e familiar, reforçando o sentimento de pertencimento, contribuindo para a formação da identidade familiar e social de cada criança.

O espaço oferece também atividades artísticas, culturais, de lazer e esportivas, dentre outras, com o intuito de despertar e desenvolver habilidades em todas as crianças e adolescentes.

Todas as práticas na horta são orientadas e supervisionadas. Atualmente o projeto conta com a participação do técnico agrícola Valdeilson Almdeira (CAPA) e da orientadora social e gestora ambiental Ana Luiza Wnuk.

Agricultura

Sindicato Rural de Marechal Rondon intensifica preparativos para evento dos 55 anos

Estão sendo intensificados os preparativos para o evento alusivo aos 55 anos de criação do Sindicato Rural Patronal de Marechal Cândido Rondon, marcado para o próximo dia 17.

O encontro será realizado nas dependências do CTG Tertúlia do Paraná, a partir das 19h30, e contará com a presença de produtores e produtoras associados, além de demais convidados.

Fundado no dia 22 de dezembro de 1967 por um grupo de agropecuaristas, o Sindicato Rural Patronal de Marechal Cândido Rondon tem a missão de lutar em prol das demandas do campo.

Para o evento do próximo dia 17, o presidente da entidade, Edio Chapla, lembra aos associados para que retirem as fichas de participação na programação festiva..

 

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Agricultura

IBGE confirma Paraná entre os maiores produtores de carnes do Pais

Um dos maiores produtores de proteína animal do País, o Paraná produziu 4 milhões e 870 mil toneladas de carne de frango, porco e boi nos três primeiros trimestres deste ano.

 

A maior proporção é no segmento avícola, com quase três milhões e 800 mil toneladas de carne de frango processadas entre janeiro e setembro, 4,3% a mais que no mesmo período do ano passado.

Os dados constam na Estatística da Produção Pecuária, divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE.

O Estado mantém a liderança nacional na avicultura, respondendo por um terço das aves abatidas no País, e é o segundo maior produtor suíno, atrás apenas de Santa Catarina.

Está também entre os 10 maiores criadores de gado de corte e é o segundo principal produtor brasileiro de leite e de ovos.

Foram abatidos, nos três primeiros trimestres do ano, 1 bilhão e 577 milhões de frangos, o que representa o abate de mais de 4 mil aves por segundo em todo o Estado.

A suinocultura é outro setor em que o Paraná se destaca, com a produção de 831 mil toneladas de carne entre janeiro e setembro, e o abate de 8 milhões e 700 mil animais.

Santa Catarina segue na liderança do setor, com a produção de 1 milhão e 100 mil toneladas, mas a tendência é que o Paraná amplie a participação.

Na próxima terça-feira, será inaugurado em Assis Chateaubriand o novo Frigorífico da Frimesa, o maior da América Latina.

A previsão da cooperativa é processar 3.700 suínos por dia nos dois primeiros anos de operação e até 15 mil cabeças diariamente quando estiver em pleno funcionamento.

Com participação menos expressiva em relação às outras proteínas animais, o Estado processou 245 mil toneladas de carne bovina entre janeiro e setembro, com o abate de 961 mil cabeças no período.

Segundo o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, os números da pecuária indicam que a transformação de soja e milho em produtos de maior valor agregado continua evoluindo….

 

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Agricultura

Aumenta cada vez mais o temor do agro em relação ao governo de Lula

Embora admita ser grande a preocupação, especialmente com possíveis invasões de terras agricultáveis, o ex-governador Orlando Pessuti diz não acreditar que o governo de Lula vá prejudicar o agronegócio.

 

Como a grande maioria de seus “atores” votou maciçamente em prol da candidatura a reeleição do presidente Jair Bolsonaro, o agro brasileiro teme por retaliações do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Mesmo antes do pleito, as preocupações do setor em relação ao próximo governo petista foram compartilhadas seja de forma oficial, como também por meio das mídias sociais.

Os produtores temem que o governo petista possa criar algum tipo de taxação as exportações ou influenciar o mercado com fortes estoques reguladores de preços.

O setor também teme que o número de invasões do MST a propriedades privadas possa crescer ou mesmo que a demarcação de terras indígenas possa prejudicar o direito à propriedade privada, além do debate sobre o porte de armas.

Em seu primeiro discurso como presidente eleito, Lula também frisou sua disposição em reconhecer os direitos dos indígenas e, inclusive, prometeu a criação de um Ministério dos Povos Originários.

A condução econômica do próximo governo também é preocupação do agronegócio, especialmente por ainda não haver sido indicado o ministro para conduzir as ações ligadas a agricultura e pecuária.

Por ter muita ligação com o setor produtivo, durante o Encontro de Lideres Rurais, realizado sexta-feira passada na Região Metropolitana de Curitiba, questionados o ex-governador Orlando Pessuti “se a preocupação do agro não está sendo em demasia?”..

 

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