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Agricultura

Apesar das chuvas mal distribuídas, agricultores intensificam o plantio da soja

Apesar das chuvas terem sido mal distribuídas, a tendência é que a partir desta semana haja um incremento no trabalho de plantio da cultura da soja em boa parte dos municípios da microrregião de Marechal Cândido Rondon.

 

Como as precipitações não foram gerais, há muitos casos em que os produtores ainda não colocar as plantadeiras para funcionar nas lavouras e aguardam notícias mais positivas por parte dos institutos de meteorologia.

Na quinta-feira da semana passada, o plantio de soja havia atingido 3,1% da área estimada para o Brasil na safra 2019/2020, contra 0,9% uma semana antes, o que configura o início mais lento desde a safra 2013/14, quando 2,7% da área brasileira estava plantada no início de outubro.

A irregularidade de chuvas estão deixando os agricultores mais cautelosos em realizar o plantio, que nesta mesma época em 2018 havia alcançado 9,5% da área plantada no território nacional.

Algumas pancadas de chuva registradas na semana passada deram mais ritmo ao plantio da safra 2019/2020 de soja no Paraná e em Mato Grosso, mas, mesmo assim, o atraso em relação ao ano passado e à média de cinco anos continua.

Embora o início lento do plantio de soja preocupe os produtores e alimente especulações sobre uma janela mais estreita para a segunda safra, a melhora das chuvas esperada para o decorrer de outubro, aliada à capacidade de plantio muito rápido de grande parte dos produtores, tende a minimizar o atraso observado neste início de temporada.

O engenheiro agrônomo da Agrícola Horizonte, de Marechal Cândido Rondon, Renato Viebrantz, destaca que como as chuvas foram mal distribuídas, apenas em alguns regiões o plantio está sendo feito.

 

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Agricultura

Produtor Eno Pedde bate recorde de produção. “Colhemos média de 178 sacas por alqueire”

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Agricultura

Câmara Federal conclui votação da MP do Agro

  Novo texto faz mudanças relacionadas ao crédito rural 

A Câmara dos Deputados concluiu a votação da Medida Provisória 897, conhecida como “MP do Agro” cujo texto prevê mudanças relacionadas ao crédito rural, ampliando em 5 bilhões de reais o valor do financiamento para o agronegócio no Brasil e permitindo que outros agentes financeiros, além dos bancos, façam empréstimos para produtores agrícolas.

A medida permite que o produtor rural divida sua propriedade em porções menores para usar como garantia em operações de crédito.

Hoje o produtor rural é obrigado a oferecer todo o terreno como garantia. Isso é problemático porque, por vezes, o imóvel vale mais que o valor do financiamento.

O texto-base já havia sido aprovado na semana passada e agora os deputados votaram os chamados “destaques”, que são trechos do projeto que são analisados separadamente.

O parlamento decidiu excluir do texto a parte que determinava o repasse de , pelo menos, 20% dos recursos dos fundos constitucionais do Nordeste , do Norte e do Centro-Oeste a bancos privados habilitados para a concessão de créditos.

Além disso, de acordo com o projeto, a análise dos empréstimos feitos com dinheiro desses fundo vai deixar de ser tarefa dos conselhos deliberativos das superintendências de desenvolvimento regional.

A Camara Federal também aprovou o destaque para permitir que os produtos rurais vinculados à Cédula de Produto Rural sejam considerados bens de capital essenciais à atividade empresarial do emitente e com isso, esses produtos podem ser objeto de ações judiciais e incluídos em processos de recuperação judicial.

 

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Agricultura

Produção da Indústria de Alimentos do Paraná cresce 8,8%

A produção da indústria de alimentos do Paraná cresceu 8,8% no ano passado em comparação com 2018, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE.

 

O desempenho é o maior da série histórica, iniciada em 2002, e o melhor do País: a taxa nacional do setor foi de 1,6%.

O índice ajudou o Paraná a alcançar um crescimento de 5,7% na produção industrial geral, somadas todas as atividades, que também foi o melhor resultado do Brasil no ano passado.

O setor industrial de alimentos na pesquisa do IBGE engloba segmentos como o abate e fabricação de carnes, pescados, biscoitos, achocolatados, balas, condimentos, massas, pães, óleos, laticínios, alimentos à base de milho, trigo, arroz, café, açúcar e outros.

Em 2019, o Paraná se destacou também na produção de veículos, máquinas e produtos de metal.

Outros indicadores da cadeia de alimentos ajudam a explicar o crescimento do setor industrial no ano passado.

A pesquisa trimestral de abate de animais, também do IBGE, aponta números positivos para o Estado em 2019 tanto na cadeia de suínos como na de frangos.

Segundo o Ministério da Economia, o Estado consolidou a 3ª posição no ranking nacional das exportações agropecuárias, correspondendo a 13% do volume brasileiro.

O agronegócio foi responsável por cerca de 77% das exportações do Paraná em 2019. Para aumentar esse ritmo, as 216 cooperativas paranaenses

O governador Ratinho Junior afirmou que o resultado demonstra a vitalidade da cadeia produtiva do Paraná…….

 

Por sua vez, o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, destaca que os índices são frutos do trabalho de potencializar a abertura de mercados para o Paraná, especialmente na Ásia..

 

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