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Agricultura

Apresentados hoje os números da Operação Westcida desenvolvida na região

Divulgação/Mapa

Ação foi desenvolvida para combater os agrotóxicos ilegais no Paraná

Com o objetivo de fiscalizar de forma integrada a receptação, o depósito e o uso de agrotóxicos ilegais sem registro no Ministério da Agricultura, contrabandeados ou falsificados, além de produtos sem origem ou roubados, em propriedades rurais, na fronteira internacional, pontos de ingresso, rodovias, depósitos e comerciantes no Oeste e Sudoeste do Estado do Paraná, foi realizada no período de 04 a 08 de novembro de 2019 a operação WESTICIDA, contra os agrotóxicos ilegais.

A operação coordenada pelo Ministério da Agricultura através da Superintendência Federal de Agricultura no Paraná , foi executada de forma integrada entre o MAPA, a ADAPAR, Ministério Público do Paraná, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente , Instituto Ambiental do Paraná, Polícia Rodoviária Federal , Polícia Militar do Paraná, BPFRON e Policia Ambiental.

Foram 06 ações de fiscalização que aconteceram concomitantemente durante a semana.

Fiscalização integrada em propriedades e comerciantes da região Oeste e Sudoeste e reforço da fiscalização em outras regiões do Estado.

Foram cumpridos 14 Mandados de Busca e Apreensão e fiscalização de 60 denunciados por uso e comércio de agrotóxicos ilegais; fiscalização em 27 barreiras fixas e móveis em rodovias em todo o Estado; fiscalização nos pontos de ingresso e fronteira com o Paraguai, além da distribuição de panfletos educativos aos fiscalizados.

A operação resultou ainda na fiscalização de 440 propriedades rurais, 17 comerciantes de agrotóxicos e 1193 veículos.

Na região Oeste , foco da operação, foram realizadas 359 fiscalizações, com 35 autuações, sendo 34 para produtores rurais, por uso, armazenamento e importação de agrotóxico ilegal e uma para comerciante por armazenamento e comércio de agrotóxico ilegal, totalizando um milhão de reais em multas, além de 09 prisões em flagrante e 15 armas sem registro.

Entre os Mandados de Busca e Apreensão cumpridos, a fiscalização constatou que existe na região um esquema de comércio ilegal de agrotóxicos vencidos e também de produtos roubados, que será investigado no decorrer das análises de documentos e provas apreendidas.

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Agricultura

Suinocultores querem maior prazo para adequar granjas conforme portaria da Adapar

Prazo dado pela Adapar expira em 17 de novembro

Desde o dia 17 de novembro do ano passado o Estado do Paraná tem um novo guia de práticas para propriedades dedicadas à criação de suínos.

Naquela data entrou em vigor a Portaria nº 265, elaborada pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, aliás a primeira do país, que regulamenta a biosseguridade em granjas de suínos.

O objetivo do documento é garantir a prevenção e o controle de doenças infecciosas na criação desses animais.

A contar de 17 de novembro do ano passado, os produtores tiveram prazo de um ano para adequação das granjas de produção de suínos comerciais.

Com a nova proposta, o Estado vai garantir maior qualidade sanitária para os rebanhos.

Conforme o professor e pesquisador da Universidade Federal do Paraná, Geraldo Alberton, trata-se da busca de proteção dos rebanhos ,porque justamente a biosseguridade é o principal problema que a cadeia enfrenta hoje..

 

A propósito , ontem em Curitiba o prefeito de Entre Rios do Oeste, Jones Neuri Heiden, entregou ofício na Secretaria da Agricultura e Abastecimento, ao engenheiro Richardson de Souza, pedindo a prorrogação por mais um período da portaria nº 265, que estabelece normas de biosseguridade mínima para estabelecimentos que produzem suínos para fins comerciais.

Segundo o prefeito de Entre Rios do Oeste , apesar do prazo dado muitos produtores enfrentaram dificuldades e ainda não estão de acordo com o que determina a portaria, por cuja razão está sendo solicitado um prazo maior.

Conforme o prefeito de Entre Rios do Oeste, as conversas em Curitiba foram positivas e provavelmente o governo acene positivamente ao pleito dos suinocultores.

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Agricultura

Paraná espera resultados rápidos com o fim da vacina contra a aftosa

As autoridades ligadas ao setor de sanidade animal estão empenhadas no sentido de alertar os pecuaristas sobre a importância da atualização dos rebanhos existentes no Estado.

Devem ser atualizados os números relativos a bovinos, búfalos, ovelhas, cabras, suínos, cavalos, jumentos mulas, aves e peixes.

Com o fim das campanhas anuais de vacinação contra a aftosa, foi estabelecido o dia 30 de novembro como data limite para a atualização dos cadastros junto a Adapar.

Isso faz parte de processo que, desencadeado a partir do fim da vacinação, poderá trazer resultados positivos ao Paraná, conforme o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken…

 

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Agricultura

Suinocultura vive bom momento mas precisa aumentar consumo interno

Com momento favorável no mercado internacional, produtores de suínos precisam deixar de lado o lucro a curto prazo e investir mais para modernizar a atividade.

No seminário anual dos produtores de suínos realizado pela Copagril na semana passada, o tema central foi mais uma vez a biosseguridade, considerando agora o bom momento no mercado mundial.

Está muito claro para as principais lideranças do setor, que a cadeia de suínos produz com qualidade e competitividade, mas precisa, com urgência, implementar estratégias eficientes para transformar estas vantagens competitivas em ganhos de mercado.

Experiências bem-sucedidas em outros países comprovam que é necessário organizar e investir concretamente, para assegurar um consumo crescente e constante, que não dependa de imprevistos ou episódios sanitários como os vividos atualmente pela China e outros países.

Num recente seminário de especialistas e pesquisadores, realizado em Foz do Iguaçu, foi consenso entre os cerca de 350 participantes, que assim como a Rússia desenvolveu sua própria estrutura produtiva, a China, mais cedo ou mais tarde, estará recompondo seus planteis e reduzindo a atual demanda, que aliás está sendo suprida pelo Brasil.

Segundo o professor Geraldo Alberton, especialista em suinocultura pela Universidade Federal do Paraná, campus de Palotina, é preciso aproveitar as oportunidades externas, mas o grande potencial de crescimento está no mercado interno brasileiro e isso exige atenção e investimento pelos suinocultores..

 

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