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Atualmente disponíveis em Marechal Rondon, doses da H1N1 podem ser direcionadas a outros municípios

Vacina pode ajudar a conter a H3N2

A Secretaria de Saúde de Marechal Cândido Rondon orienta os munícipes que por algum motivo deixaram de tomar a vacina da H1N1 (contra a gripe) no ano passado, a procurarem a unidade de saúde mais próxima de sua residência para serem vacinados.

O imunizante é composto pelos vírus H1N1, H3N2 e a cepa B.

De acordo com a secretária municipal de Saúde, Marciane Specht, em torno de quatro mil doses da vacina H1N1 de 2021 estão disponíveis em Marechal Rondon para serem aplicadas nos cidadãos que não tomaram a vacina no ano passado. Por sua vez, quem foi vacinado contra a H1N1 no último ano deve aguardar a vacina a ser liberada neste ano pelo Ministério da Saúde.

Remanejamento

Embora as doses permaneçam disponíveis em Marechal Rondon, existe a possibilidade de que as quantidades restantes sejam direcionadas a outros municípios para vacinar mais pessoas, mesmo porque o imunizante está dentro do prazo de validade.

Considerando que o Brasil atravessa um surto de Influenza H3N2 e que alguns casos já estão registrados na 20ª Regional de Saúde, que abrange Marechal Rondon, é essencial que os rondonenses que ainda não receberam a vacina da gripe busquem a imunização.

Vale destacar que nenhum caso está atribuído a Marechal Rondon.

Unidades de Saúde

A vacina pode ser encontrada nas unidades de saúde da sede e dos distritos, exceto em Bom Jardim e São Roque.

Nesses últimos casos, a recomendação é de que a população se desloque às unidades de saúde de Iguiporã e de Margarida.

O atendimento nas salas de vacinação das unidades ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h15 e das 13h às 16h45. Para receber a dose, basta apresentar documentos pessoais, cartão SUS e carteira de vacinação.

Oimunizante é aplicado em todas as pessoas com idade a partir dos seis meses.

Contágio

A transmissão da doença é considerada comunitária, ou seja, o contágio entre as pessoas acontece em um mesmo ambiente, sem possibilidade de saber a origem.

Geral

Regional de saúde está com 100% dos leitos de UTI ocupados

Situação da pandemia do coronavírus volta a ficar critica na região. Todos os leitos de UTI estão ocupados e números de novos casos ativos em 24 horas foi de mais de 1.300.

 

O Estado do Paraná tem registrado crescimento enorme dos casos ativos de covid-19.

Para se ter uma ideia, do dia 1º ao dia 15 deste mês, a 20º Regional de Saúde registrou cerca de 1.300 novos casos ativos, ou seja, no período de 15 dias.

Somente ontem, segundo dados liberados pelo chefe da regional, Alberi Locatelli, foram computados 1.300 novos casos nos municípios que integram a 20º: isto em apenas 24 horas.

Alberi destaca que a preocupação maior das autoridades é com a lotação dos leitos de UTI e enfermaria.

Novos leitos de UTI foram abertos recentemente no Hospital Municipal de Palotina e outros novos leitos estão sendo liberados hoje no Hospital de Assis Chateaubriand.

Alberi Locatelli destaca que no momento, todos os leitos de UTI disponibilizados na 20º Regional de Saúde, da qual faz parte Marechal Rondon e municípios da comarca, estão lotados e a situação é bastante preocupante…….

 

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Geral

Presidente da Sicredi Aliança será Cidadão Honorário de Barretos – São Paulo

Foto: Assessoria

A homenagem será prestada em sessão solene da Câmara Municipal de Vereadores de Barretos, marcada para as 19h00, e é de iniciativa do vereador Juninho Bandeira, do PL.

Adolfo Freitag nasceu em Marechal Cândido Rondon numa família de produtores rurais, tem 64 anos, é casado com Medi Freitag, pai de três filhos e avô de cinco netos.

Ele é agropecuarista formado em Administração de Empresas e há 27 anos atua como presidente do Conselho de Administração da Cooperativa de Crédito Sicredi Aliança Paraná/São Paulo.

Líder do setor cooperativista, o dirigente participou de inúmeros eventos nacionais e internacionais em “defesa da causa” e em 2014 liderou o movimento de expansão da Sicredi Aliança para o Estado de São Paulo.

O rondonense revela sua emoção ao ser lembrado para receber o título de Cidadão Honorário de Barretos….

 

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Agricultura

Deral define em 39% a redução do potencial da soja por causa da estiagem

A Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento fechou janeiro com projeção de redução em 39% na produção de soja no Estado para a safra 2021/22, em relação ao potencial inicial.

A primeira Previsão de Safra Subjetiva deste ano, apresentada ontem pelos técnicos do Departamento de Economia Rural, aponta também que, no caso do milho de primeira safra, as perdas estão em 36%, enquanto o feijão terá 31% a menos na produção em relação à projeção.

Por se tratar de commodity, esses produtos dependem de várias conjunturas, inclusive oscilações decorrentes de produção internacional, mas as perdas monetárias para os produtores paranaenses devem se posicionar entre 25 e 30 bilhões de reais.

No Estado, o maior impacto para a redução de produção e perda de renda é essencialmente o climático, com a estiagem forte iniciada em 2019, aliada ao calor intenso tanto no ambiente quanto no solo, conforme explicou o secretário Norberto Ortigara….

 

Ortigara destacou que este é um quadro realista, de perda, que provoca impacto, mas que estava sendo trabalhado junto com o governo federal para que houvesse ajuda e incentivo aos agricultores.

Para o chefe do Departamento de Economia Rural, Salatiel Turra, a estimativa divulgada pelo departamento destaca uma redução bastante significativa das culturas de soja, milho e feijão.

Os números do relatório mensal do Deral não diferem muito dos dados levantados em meados de janeiro.

Até o momento, há perda de mais de oito milhões de toneladas de soja, 39% do previsto inicialmente.

A produção estimada atualmente é de 12 milhões e 800 mil toneladas.

Em relação à produção da safra 2020/2021, sojicultores paranaenses devem ter redução de 35%.

O cenário climático adverso também provocou perdas irreversíveis para os produtores de milho da primeira safra.

Em relação ao potencial produtivo de quatro milhões e 300 mil toneladas, que tinha sido previsto, a baixa já ultrapassa 36%.

Com isso, o campo deve render, de acordo com os dados atuais, dois milhões e 700 mil toneladas, redução de 13% em relação ao produzido.

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