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Geral

Brasil só terá vacinas em larga escala a partir de março

Ilustrativa

Principal aposta do governo federal para imunizar os brasileiros contra a Covid-19, a vacina de Oxford/AstraZeneca só vai ser amplamente usada na campanha de vacinação a partir de março, porque grandes quantidades do imunizante, com entrega frequente, só estarão disponíveis daqui a dois meses.

Até lá, além da coronavac, o país só deverá ter os 2 milhões de doses da vacina de Oxford que  devem chegar ao Brasil, importados da Índia, nos próximos dias.

Essas doses são suficientes para imunizar cerca de  1 milhão dos  210 milhões de brasileiros .

A Fundação Oswaldo Cruz , que vai produzir no Brasil a vacina de Oxford, enviou na terça-feira um ofício ao Ministério Público Federal informando que, mesmo com a chegada em janeiro dos insumos para fabricar a vacina no país, a entrega das doses para o Ministério da Saúde só vai ocorrer em março.

Se não houver atrasos, o chamado Ingrediente Farmacêutico Ativo, IFA, necessário para produzir a vacina, chegará ao Brasil em 23 de janeiro, próximo sábado.

A farmacêutica AstraZeneca é a responsável por enviar os insumos para a Fiocruz porém o  Brasil depende da China porque a fábrica da AstraZeneca fica em território chinês.

Por contrato, a entrega do IFA à Fiocruz não está atrasada, pois o cronograma prevê que ocorra em janeiro mas a data estimada para a entrega das doses ao Ministério da Saúde é março porque, após a fabricação em si da vacina, a Fiocruz precisará de ao menos mais 20 dias para realizar testes que qualidade.

Por enquanto, não há nenhuma previsão de ampliar a importação de doses da vacina de Oxford, para além dos 2 milhões de doses da Índia.

Geral

Rondonense de 77 anos é a 46ª vítima fatal da Covid-19

Assessoria

Óbito n°46

Rondonense do sexo feminino de 77 anos. Deu entrada na UPA no dia 20 de fevereiro, com tosse, febre e astenia. No dia 21 foi realizada a coleta para exame RT-PCR, tendo o diagnóstico conformado para Covid-19 em 23 de fevereiro. No dia 22 o paciente já havia evoluído para ventilação mecânica e no dia 25 foi transferida para o Hospital Bom Jesus, em Toledo. O óbito aconteceu no dia 28. Tinha como comorbidades hipertensão e arritmia cardíaca.

 

Fonte: Assessoria de imprensa da prefeitura de Marechal Cândido Rondon

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Agricultura

Setor do Bloco de Produtor Rural continua atendendo na prefeitura

Assessoria

O governador do estado decretou lockdown em todo o estado do dia 27 de fevereiro até o próximo dia 8 de março, visando conter o avanço de contaminação pelo novo coronavírus. No período estará suspenso o funcionamento de todos os serviços e atividades não essenciais, inclusive do comércio.

Apesar do paço municipal rondonense estar fechado para a comunidade, os servidores públicos rondonenses trabalham de forma escalonada.
Um setor que no momento não admite paralisação é o do Bloco de Produtor Rural, na Secretaria de Agricultura e Política Ambiental, já que estamos em plena safra. Por isso o atendimento continua sendo realizado aos agricultores das 8h às 11h45 e das 13h15 às 17h.

Vale ressaltar que o atendimento é realizado cumprindo todas as recomendações sanitárias para evitar a disseminação do novo coronavírus.

 

Fonte: Assessoria

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Geral

Pacientes com suspeita de Covid-19 devem procurar unidade de saúde mais próxima ou o call center

Assessoria

Após avaliação médica, caso seja necessário, esses pacientes serão encaminhados para a Unidade de Pronto Atendimento

Pacientes de Marechal Rondon que apresentarem suspeita de Covid-19, com sintomas como febre, dor de cabeça, dor de garganta, fraqueza, tosse, coriza, perda de olfato ou paladar, entre outros, devem procurar primeiramente a Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência ou telefonar para o call center, nos telefones (45) 99152-1700 ou (45) 99113-9532.

Após avaliação médica, caso seja necessário, esses pacientes serão encaminhados para a Unidade de Pronto Atendimento – UPA.

“Todas as Unidades Básicas de Saúde estão capacitadas e prontas para atender nossos munícipes. Devido a demanda reduzida nas unidades, o tempo de espera se torna menor, facilitando ao paciente e minimizando seu tempo de exposição e permanência em ambiente de saúde”, explica a secretária de Saúde, Marciane Specht.

 

Fonte: Assessoria

 

 

 

 

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