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Agricultura

Cigarrinha do milho será destacada em “A Personalidade da Semana”

Ilustrativa

Pelo segundo ano consecutivo, a cigarrinha do milho vem preocupando os produtores do Paraná, que tem no cereal seu principal insumo para a alimentação animal.

 

Na região Oeste, onde o milho safrinha tem papel importante no calendário agrícola, especialistas apontam uma redução de 20 sacas por hectare em função da praga.

Além de sugar a seiva das plantas, o inseto atua como vetor de doenças causando problemas como enfezamentos, tombamento e morte precoce das plantas, chegando a reduzir em até 70% a produtividade das lavouras.

O alto potencial destrutivo do inseto levou as autoridades fitossanitárias paranaenses a cogitarem um vazio sanitário como forma de controle.

O problema relacionado a cigarrinha do milho será abordado na edição de amanhã, sábado, de “A Personalidade da Semana”.

As explicações serão dadas pelo doutor Claudinei Antônio Minchio, engenheiro agrônomo e especialista em fitossanidade.]

Ele apresentará informações recentes sobre o controle do inseto, fruto de um trabalho de campo realizado em 2019 a pedido de uma cooperativa do Oeste do Paraná.

Naquele ano, a praga causou prejuízos significativos aos produtores do cereal, com o agravante de que pegou muitos de surpresa, uma vez que conviviam em paz com o insetinho, sem grandes prejuízos aparentes.

Como os produtores fazem o controle do percevejo e, muitas vezes, utilizam inseticida de forma desnecessária, ocorre um desequilíbrio dos inimigos naturais que controlam tanto ovos, como ninfas, quanto a própria cigarrinha adulta.

Neste contexto o doutor Claudinei faz a seguinte recomendação aos agricultores…

 

A matéria completa com o doutor Claudinei Antônio Minchi, engenheiro agrônomo especialista em fitossanidade, será levada ao ar neste sábado, a partir das 11h00, em A Personalidade da Semana, e reprisada no Jornal de Domingo, a partir do meio-dia.

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Agricultura

Sergio Souza é eleito presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária

Numa reunião ontem a tarde o deputado federal Sérgio Souza , do MDB do Paraná,   foi eleito novo presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária e  vai coordenar os trabalhos do colegiado durante os próximos dois anos.

O parlamentar atuava até então como vice-presidente da Frente e substitui o deputado federal Alceu Moreira, do MDB do Rio Grande do Sul.

Ao assumir a direção da Frente, Souza apontou que os principais desafios a serem enfrentados são o estabelecimento de maior segurança jurídica para produtores e uma construção da “real” imagem do agronegócio brasileiro perante o mundo.

Para o congressista, impera no Brasil e em outros países uma visão distorcida sobre o setor e portanto é necessário que a população saiba a importância do agro do Brasil, não só para o país, mas também para o planeta…

 

Outro objetivo do colegiado  segundo ele,   é estreitar laços comerciais com a China, já que as necessidades dos dois países são as mesmas, pois  a maior preocupação do chinês hoje é a segurança alimentar e nenhum país do mundo tem como dar essa segurança para eles igual ao Brasil.

 

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Agricultura

Líder sindical rondonense teme pelo eventual fim da Tarifa Rural Noturna

A Federação da Agricultura do Estado do Paraná enviou nesta semana um ofício ao governador Ratinho Jr. e deputados estaduais pedindo que o Programa Tarifa Rural Noturna seja incluído no orçamento de 2021.

 

 

O projeto de lei orçamentária encaminhado pelo governo estadual à Assembleia Legislativa do Paraná não contempla a Tarifa Rural Noturna, o que coloca em risco a continuidade do programa – que prevê desconto de 60% na cobrança da energia elétrica de produtores rurais, entre 21h30 e 6h.

O eventual fim do Tarifa Rural Noturna pode inviabilizar algumas atividades agropecuárias, que têm na energia elétrica um dos seus principais insumos.

De acordo com o presidente da FAEP, Ágide Meneguette, a descontinuidade do Programa Tarifa Rural Noturna representará um duro golpe a produção agropecuária paranaense.

Criado pela Lei 19.812, de 2019, o TRN é um programa estadual, que, segundo dados da Companhia Paranaense de Energia pode beneficiar até 77.500 propriedades rurais ou estabelecimento agropecuários, que pode, de acordo com estudo da FAEP, atingir mais de 1 milhão de pessoas, considerando a contratação de 2,3 funcionários por propriedade, sendo as famílias compostas, em média, por seis pessoas.

A iniciativa é determinante para atividades, como a avicultura, suinocultura, bovinoculturas de leite e de corte, fumicultura, aquicultura e sericicultura, que demandam uso intenso de energia elétrica.

No caso da avicultura, por exemplo, a energia elétrica chega a representar 20% dos custos de produção – principalmente, para manter o controle de ambiência dos aviários.

As alterações podem trazer impactos diretos e expressivos à cadeia, que representa 63% do Valor Bruto de Produção da pecuária do Paraná, o que corresponde a 21 bilhões e 900 milhões de reais por ano.

Envolvido diretamente nesta luta em prol da continuidade do Programa Tarifa Rural Noturna, o presidente do Sindicato Rural Patronal de Mal. Cândido Rondon, Êdio Chapa, manifesta preocupação…

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Agricultura

Adapar quer que agricultores não se descuidem com a cigarrinha do milho

Foto: Portal Syngenta

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná está procurando dar condições para que os agricultores consigam melhor combater a incidência da “cigarrinha” nas lavouras de milho.

Uma das iniciativas importantes do órgão estadual é o aplicativo MonitoraMilho, que  ajuda a identificar onde há presença do milho tiguera e de cigarrinhas no Estado.

Quem volta a prestar esclarecimentos a respeito é o Supervisor Regional da Adapar de Toledo, Antônio Carlos Dezaneti…….

 

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