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Agricultura

Colheita do trigo está em andamento na Regional do Deral de Toledo

Geada e falta de chuvas provocaram perdas nas lavouras 

 

Segundo o Departamento de Economia Rural, da Secretaria da Agricultura e Abastecimento, os trabalhos começaram na semana passada e o tempo está colaborando com as atividades no campo.

A produção do cereal na Regional ocupa uma área de 24.020 hectares e tinha uma projeção inicial de colher 73 mil toneladas de trigo, representando uma produtividade de 3.050 quilos por hectare.

Hoje, os técnicos do Seab trabalham com uma quebra de cerca de 50% por conta da forte geada que ocorreu no início do mês de julho.

Com isso, atualmente a produção estimada é de 35.897 toneladas, uma produtividade de 1.500 quilos por hectare.

De acordo com a engenheira agrônoma do Deral, Jean Marie Ferrarini, as condições do trigo agravaram um pouco por causa da seca e da geada, mas essa quebra irá se manter até o final da colheita em setembro.

Ela pontua que a estiagem de aproximadamente dois meses e meio também adiantou a cultura, o que pode interferir no resultado final.

O campo sofre com a falta de chuva desde o início de junho.

Conforme dados da Estação Meteorológica da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, campus de Toledo, a região teve um período de chuvas dentro da normalidade até o mês de maio.

Entre os dias 1º de junho e 15 de julho a região teve algumas precipitações isoladas e sem grande intensidade, enquanto outro período longo sem chuva forte na região foi a partir do dia 30 de julho até então.

O professor de Agrometeorologia da PUCC/Toledo, Alexandre Luis Müller, destaca que o inverno normalmente já é uma estação mais seca, mas neste ano as condições na região não estão dentro da normalidade.

A previsão de chuva na região Oeste do Estado, segundo Sistema Meteorológico do Paraná é para o início de setembro.

Até lá as temperaturas ficam entre 14 e 32 graus.

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Agricultura

Sindicato Rural de Marechal Rondon intensifica preparativos para evento dos 55 anos

Estão sendo intensificados os preparativos para o evento alusivo aos 55 anos de criação do Sindicato Rural Patronal de Marechal Cândido Rondon, marcado para o próximo dia 17.

O encontro será realizado nas dependências do CTG Tertúlia do Paraná, a partir das 19h30, e contará com a presença de produtores e produtoras associados, além de demais convidados.

Fundado no dia 22 de dezembro de 1967 por um grupo de agropecuaristas, o Sindicato Rural Patronal de Marechal Cândido Rondon tem a missão de lutar em prol das demandas do campo.

Para o evento do próximo dia 17, o presidente da entidade, Edio Chapla, lembra aos associados para que retirem as fichas de participação na programação festiva..

 

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Agricultura

IBGE confirma Paraná entre os maiores produtores de carnes do Pais

Um dos maiores produtores de proteína animal do País, o Paraná produziu 4 milhões e 870 mil toneladas de carne de frango, porco e boi nos três primeiros trimestres deste ano.

 

A maior proporção é no segmento avícola, com quase três milhões e 800 mil toneladas de carne de frango processadas entre janeiro e setembro, 4,3% a mais que no mesmo período do ano passado.

Os dados constam na Estatística da Produção Pecuária, divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE.

O Estado mantém a liderança nacional na avicultura, respondendo por um terço das aves abatidas no País, e é o segundo maior produtor suíno, atrás apenas de Santa Catarina.

Está também entre os 10 maiores criadores de gado de corte e é o segundo principal produtor brasileiro de leite e de ovos.

Foram abatidos, nos três primeiros trimestres do ano, 1 bilhão e 577 milhões de frangos, o que representa o abate de mais de 4 mil aves por segundo em todo o Estado.

A suinocultura é outro setor em que o Paraná se destaca, com a produção de 831 mil toneladas de carne entre janeiro e setembro, e o abate de 8 milhões e 700 mil animais.

Santa Catarina segue na liderança do setor, com a produção de 1 milhão e 100 mil toneladas, mas a tendência é que o Paraná amplie a participação.

Na próxima terça-feira, será inaugurado em Assis Chateaubriand o novo Frigorífico da Frimesa, o maior da América Latina.

A previsão da cooperativa é processar 3.700 suínos por dia nos dois primeiros anos de operação e até 15 mil cabeças diariamente quando estiver em pleno funcionamento.

Com participação menos expressiva em relação às outras proteínas animais, o Estado processou 245 mil toneladas de carne bovina entre janeiro e setembro, com o abate de 961 mil cabeças no período.

Segundo o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, os números da pecuária indicam que a transformação de soja e milho em produtos de maior valor agregado continua evoluindo….

 

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Agricultura

Aumenta cada vez mais o temor do agro em relação ao governo de Lula

Embora admita ser grande a preocupação, especialmente com possíveis invasões de terras agricultáveis, o ex-governador Orlando Pessuti diz não acreditar que o governo de Lula vá prejudicar o agronegócio.

 

Como a grande maioria de seus “atores” votou maciçamente em prol da candidatura a reeleição do presidente Jair Bolsonaro, o agro brasileiro teme por retaliações do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Mesmo antes do pleito, as preocupações do setor em relação ao próximo governo petista foram compartilhadas seja de forma oficial, como também por meio das mídias sociais.

Os produtores temem que o governo petista possa criar algum tipo de taxação as exportações ou influenciar o mercado com fortes estoques reguladores de preços.

O setor também teme que o número de invasões do MST a propriedades privadas possa crescer ou mesmo que a demarcação de terras indígenas possa prejudicar o direito à propriedade privada, além do debate sobre o porte de armas.

Em seu primeiro discurso como presidente eleito, Lula também frisou sua disposição em reconhecer os direitos dos indígenas e, inclusive, prometeu a criação de um Ministério dos Povos Originários.

A condução econômica do próximo governo também é preocupação do agronegócio, especialmente por ainda não haver sido indicado o ministro para conduzir as ações ligadas a agricultura e pecuária.

Por ter muita ligação com o setor produtivo, durante o Encontro de Lideres Rurais, realizado sexta-feira passada na Região Metropolitana de Curitiba, questionados o ex-governador Orlando Pessuti “se a preocupação do agro não está sendo em demasia?”..

 

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