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Com 63,71% dos adultos imunizados, Paraná é 5º estado que mais vacinou a população

Foto: Jose Fernando Ogura /AEN

O Paraná é o quinto estado brasileiro que proporcionalmente mais vacinou sua população adulta contra a Covid-19 com pelo menos uma dose: 63,71% dos paranaenses já receberam a D1 ou a dose única. Quando considerada toda a população paranaense (11,5 milhões de pessoas), o Paraná sobe inclusive uma posição no ranking brasileiro, ficando em quarto.

 

O Paraná é o quinto estado brasileiro que proporcionalmente mais vacinou sua população adulta contra a Covid-19 com pelo menos uma dose: 63,71% dos paranaenses já receberam a D1 ou a dose única. O Estado fica atrás apenas de Mato Grosso do Sul (72,61%), Rio Grande do Sul (68,66%), São Paulo (67,53%) e Espírito Santo (64,32%). Esse é o retrato de um estudo da Secretaria de Estado da Saúde desta quarta-feira (21).

A colocação se mantém alta quando é considerada a imunização completa, somando as pessoas que receberam a segunda dose ou as doses únicas. O Paraná novamente está em quinto lugar, com 21,65% da população protegida, um em cada cinco cidadãos. O Mato Grosso do Sul lidera com 38,51%, seguido por Rio Grande do Sul (30,33%), Espírito Santo (24,41%) e São Paulo (23,97%).

Os dados são de um levantamento realizado junto ao Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), mantido pelo Ministério da Saúde. A população adulta considera todas as pessoas acima de 18 anos, que no Paraná são estimadas em 8.720.953 pessoas. A meta estabelecida pela Secretaria do Paraná é vacinar 80% dos cidadãos com pelo menos uma dose até o final de agosto, e atingir os 100% até setembro.

Segundo Beto Preto, secretário da pasta, desde o primeiro momento o Paraná estabeleceu o compromisso de entregar as vacinas aos municípios paranaenses com a maior velocidade e equidade possível. “O Governo do Estado não mede esforços para fazer com que as vacinas que tocam o solo paranaense sejam rapidamente distribuídas para as Regionais de Saúde, chegando a todos os municípios”, afirmou o secretário.

“Agora que atingimos seis meses de vacinação, eu olho para trás e vejo quanto esforço, quanta vontade de atender. Aviões atravessando os céus do Paraná, veículos transportando as vacinas pelas estradas, assim como os nossos caminhões de insumos, que não pararam de rodar durante todo esse período”, completou.

POPULAÇÃO GERAL – Quando considerada toda a população paranaense (11,5 milhões de pessoas), o Paraná sobe inclusive uma posição no ranking brasileiro. Somando primeiras doses e doses únicas (indicador que considera as pessoas que efetivamente já passaram em algum ponto de vacinação), 48,24% dos paranaenses foram contemplados. O Estado está em quarto, atrás de Rio Grande do Sul (53,42%), Mato Grosso do Sul (52,89%) e São Paulo (51,61%).

Considerando segundas doses e doses únicas, 16,39% dos paranaenses foram imunizados em relação à popualção em geral, na sexta posição. Completam a lista dos primeiros Mato Grosso do Sul (38,51%), Rio Grande do Sul (30,33%), São Paulo (23,97%), Espírito Santo (24,41%) e Rio de Janeiro (21,58%).

PRIMEIRAS, SEGUNDAS E ÚNICAS – O levantamento também considera individualmente o número absoluto de doses aplicadas, entre D1, D2 e doses únicas. No número total, o Paraná é o sexto que mais administrou vacinas, com 7.161.192 imunizantes. São Paulo lidera a lista, com 30.896.377 doses, e é seguido por Minas Gerais (11.763.119), Rio de Janeiro (10.023.477), Rio Grande do Sul (8.518.650) e Bahia (7.205.419).

O Paraná se destaca no número de doses únicas aplicadas, ficando em segundo lugar no Brasil. Foram 282.874 doses, vindas dos lotes fabricados pela Janssen (Johnson & Johnson). O único que supera o montante é São Paulo, com 1.474.080 doses.

Em aplicações de D1, o Paraná fica na quinta posição, com 5.273.023 primeiras doses. São Paulo também lidera o ranking, com 22.416.091 vacinas, e é seguido por Minas Gerais (8.587.241), Rio de Janeiro (7.131.140) e Rio Grande do Sul (5.822.496). Por fim, na segunda dose, o Paraná figura na sexta colocação, com 1.605.295 pessoas. Estão à frente São Paulo (7.006.206), Minas Gerais (2.901.400), Rio de Janeiro (2.650.882), Rio Grande do Sul (2.416.466) e Bahia (1.881.208).

EQUILÍBRIO – Segundo o secretário Beto Preto, o levantamento aponta equilíbrio na aplicação de doses no Paraná, o que considera o ritmo e realidades distintas de 399 municípios. Atualmente, segundo ele, a média de idade de aplicação no Paraná é de 36 anos, com 304 municípios na mesma faixa, de 30 a 39 anos.

“A vacina nesse momento é fundamental, ninguém pode deixar de tomar a segunda dose, ninguém pode simplesmente se recusar a tomar a vacina. Ela não é obrigatória, mas é uma opção que tem que ser levada em conta de maneira firme. Essa é uma decisão de amor, de solidariedade humana. Se temos uma infecção de transmissão comunitária franca e livre, fatalmente quem não tomar vacina será um campo fértil para ser atingido pelo vírus”, reforçou Beto Preto.

Confira o levantamento completo AQUI.

 

 

Fonte: AEN

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Marechal Cândido Rondon confirma mais um óbito por covid-19

Assessoria

Vitima foi uma mulher de 45 anos

 

Marechal Cândido Rondon confirmou nesta quarta-feira (28) mais um óbito por coronavírus.

Faleceu uma mulher de 45 anos, que registrou o inicio dos sintomas no dia 06 de junho; no dia 11 foi na UPA e fez exame que deu positivo.

No dia 14 do mês passado, a mulher foi intubada e no dia 25 transferida para o Hospital de Palotina.

A mulher foi a óbito nesta terça-feira (27) depois de mais de 40 dias internada e tinha como comorbidade obesidade.

Conforme o boletim divulgado pelo Setor de Epidemiologia, Marechal Cândido Rondon tem 208 casos ativos de covid-19, com 11 pessoas na UTI; 13 em enfermaria, hospitais e UPA; e 184 em isolamento domiciliar.

São 314 rondonenses monitorados pelo call center; e 141 pessoas aguardando resultado de exame, com uma na UTI e quatro em hospitais e UPA.

Com a morte da mulher de 45 anos, Marechal Cândido Rondon contabiliza agora 122 óbitos por coronavírus.

 

 

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Ministra defende a evolução dos sistemas alimentares com circunstâncias locais

Durante a Pré-Cúpula de Sistemas Alimentares, ontem  em Roma, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que as perspectivas dos países das Américas devem ser não apenas ouvidas, mas também incorporadas às narrativas que estão sendo produzidas.

Segundo ela, é necessário reconhecer a diversidade de sistemas produtivos e de caminhos para torná-los mais sustentáveis..

 

O evento em Roma  foi promovido pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura , na Embaixada do Brasil na capital italiana, e teve como objetivo apresentar o documento “Principais mensagens no caminho para a Cúpula das Nações Unidas sobre os Sistemas Alimentares na perspectiva da agricultura das Américas”.

A ministra também falou sobre os princípios estruturantes do debate sobre sistemas alimentares, como o papel fundamental do comércio internacional e a ciência e inovação como ferramentas para avançar no desenvolvimento de boas práticas sustentáveis.

Segundo ela, a agricultura não pode ser colocada como a única responsável pelo aquecimento global…

 

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PRF programa novo leilão de veículos apreendidos

Entre carros e motocicletas são 360 itens

 

A Polícia Rodoviária Federal vai leiloar 360 veículos apreendidos no Paraná , dando oportunidade para quem procura investir em um carro usado com preços abaixo dos praticados no mercado, já que muitos deles poderão voltar a circular.

O pregão também oferecerá veículos em condição de sucata aproveitável, que poderão ser adquiridos pelas empresas de comércio de peças usadas, e veículos com sucatas inservíveis, que precisam ser prensados e a comercialização de peças é proibida.

Os lances são feitos pela internet (clique aqui).  até o momento dos leilões exclusivamente on-line.

O leilão ocorrerá de 30 de julho até 7 de agosto pela empresa Kronberg Leilões,  com automóveis e motocicletas.

Aos interessados em adquirir os veículos para circulação, o leiloeiro aconselha visitar os carros e motos antes de dar o lance, além de se informar sobre datas.

De acordo com ele “ um veículo destinado à circulação não significa que basta arrematar e sair rodando. Isso só pode ser feito depois que o veículo é transferido para o nome do arrematante, cujo prazo  não é curto, podendo demorar de 60 a 90 dias entre a compra e a possibilidade de transferência para o nome, porém o leiloeiro e a PRF liberam o veículo para o arrematante ir arrumando o que precisar e fazer reparos necessários, com todo tempo disponível antes.”

Os 360 veículos são distribuídos em lotes e o edital do leilão foi publicado e está disponível no site da Kronberg Leilões, com detalhes dos veículos, os locais e horário para a visitação, lances iniciais, além de direitos e responsabilidades dos arrematantes.

 

Com informações: Paraná Portal

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