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Agricultura

Com a previsão de chuvas, agricultores da região iniciam nesta semana o plantio da soja

Muitos agricultores de Marechal Cândido Rondon e região pretendem iniciar nesta semana o plantio da soja, especialmente porque a meteorologia prevê possibilidade maior para o retorno das chuvas.

 

 

Hoje é a data oficial de liberação do plantio, no entanto, alguns produtores se anteciparam e no final de semana já colocaram suas plantadeiras a campo.

A portaria do Ministério da Agricultura determina como referência esse dia 13, porém o plantio pode ser feito um pouco antes deste que a planta não venha a emergir nesse ínterim.

O Brasil é o maior produtor de soja do mundo, com 136 milhões de toneladas e, boa parte dessa produção sai do Paraná, que é o terceiro Estado que mais produz.

Um dos principais motivos para a soja ter se tornado a queridinha do campo, está no preço, que não para de subir.

A soja é uma commoditie, ou seja, tem o preço estipulado pelo mercado internacional e em dólar.

Além da alta, a desvalorização do real frente à moeda americana representa lucro para o produtor.

Os números do Cepea – Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada – mostram a evolução nos últimos 10 anos.

Em 2011, a saca de 60 quilos de soja foi comercializada a 26 dólares, o equivalente a 46 reais e 48 centavos à época.

Neste ano, a saca chegou a ser vendida a 38 dólares, o que representa um aumento de 15%.

A explicação para o aumento do preço no mercado internacional está no crescimento do consumo, principalmente do outro lado do mundo, no País mais populoso do planeta.

De olho no preço alto, tem produtor aumentando a área de plantio, visto que 80% da soja produzida no Brasil vai para exportação.

O produtor paranaense tem tirado culturas menores, tem tirado até alguma área de pastagem, área degradada, pra fazer o plantio de soja.

Em relação ao plantio desta safra, tanto de soja como de milho, o engenheiro agrônomo Renato Wiebrantz, da Agrícola Horizonte, de Mal. Cândido Rondon, alerta aos agricultores para que que fiquem atentos em relação as condições climáticas…..

 

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Agricultura

14 municípios paranaenses ultrapassam R$ 1 bilhão em VBP Agropecuário

O relatório final do VBP Agropecuário de 2020, divulgado ontem  pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, mostrou que a produção no campo paranaense foi de 128 bilhões e 273 milhões de reais, estabelecendo mais um recorde, com crescimento real de 21% em relação a 2019.

No total,  14 municípios alcançaram valores superiores a um bilhão de reais.

No VBP anterior, nove municípios haviam ultrapassado esse volume.

O crescimento mais expressivo tanto em variação nominal quanto real foi observado em São Miguel do Iguaçu, que saiu de 741 milhões em 2019 para um bilhão e 160 milhões de reais em 2020.

O índice é utilizado para compor o Fundo de Participação dos Municípios, representando 8% da cota-parte do ICMS destinada a eles.

Pelo segundo ano consecutivo, a receita bruta estimada da pecuária é destaque no VBP paranaense.

O montante de 63 bilhões e 650 milhões de reais representa aumento nominal de 31% e real de 21% em relação ao valor anterior.

Com esse volume, o segmento representa 50% do Valor Bruto da Produção Agropecuária paranaense.

Ainda que se mantenha atrás da pecuária em valor, com participação de 40% no total do VBP, o grupo dos grãos e grandes culturas foi o que apresentou maior evolução em relação a 2019, com aumento nominal de 41% e real de 31%.

O ano de 2020 rendeu aos produtores de grãos paranaenses 54 bilhões e 330 milhões de reais.

O destaque é para a produção recorde de 20 milhões e 900 mil toneladas de soja e para os bons preços conseguidos pelos produtores.

 

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Agricultura

Quatro Pontes – Micheletto libera R$ 90 mil para estruturar Feira do Produtor

Assessoria

Os cinco produtores que integram a Feira do Produtor de Quatro Pontes receberam uma excelente notícia na segunda-feira (20), junto à sala de reuniões da prefeitura. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Davi Boufleuher, anunciou que recursos de R$ 90 mil foram liberados pelo deputado estadual licenciado e secretário estadual da Administração e da Previdência (Seap), Marcel Micheletto, para investimento na estruturação da feira. Também participaram da reunião, a técnica da Unidade de Valorização de Reciclados (UVR), Fernanda Jung, e o técnico agrícola, Lucas Tonelli.

Com a verba, a intenção é adquirir barracas, mesas, banquetas, expositores, caixas plásticas, caixas térmicas, aventais e demais materiais, atendendo a demanda dos feirantes. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Davi Boufleuher, expõe que está se buscando a valorização da feira, que existe há mais de 20 anos no município. “Na reunião, também foi pautada a intenção de constituir uma associação, onde eles poderão se organizar e angariar recursos junto aos órgãos estaduais e federais, fomentando a produção de alimentos. Assim, decidiu-se reativar a Associação de Agricultores Familiares de Quatro Pontes (Afapontes), fundada em 2011, e que está com a situação cadastral inativa. O próximo passo é marcar uma data e convocar os sócios para uma Assembleia Geral Ordinária visando a eleição da diretoria e conselho fiscal, além da protocolização de projeto para destinação da emenda parlamentar”, diz.

Atendimento

A Feira do Produtor, com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, segue funcionando normalmente no Centro de Eventos Seno José Lang, respeitando todas as medidas de prevenção à Covid-19. Com o melhor da área rural, os produtores expõem ao comércio produtos de qualidade, inclusive sem agrotóxicos, e com preços bem acessíveis.

De tradição no município, a venda de produtos coloniais fresquinhos, saudáveis, orgânicos e seguros é realizada sempre na sexta-feira, somando mais de 30 opções, desde embutidos, verduras, legumes, ovos, pães, bolachas, melado, chimia, entre outros. Além de auxiliar na renda familiar, a Feira do Produtor valoriza a produção local, oportuniza uma alimentação mais saudável, movimenta a economia da cidade e promove o desenvolvimento social do município.

Fonte: Assessoria
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Agricultura

São boas as expectativas para a safra paranaense 2021 de trigo

Imagem ilustrativa da internet

O  gerente de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Flávio Turra, informa que a expectativa em relação à safra de trigo no Paraná é das melhores.

Segundo ele, o  potencial produtivo está ótimo nas lavouras que estão numa fase de desenvolvimento e se não ocorrer  nenhum imprevisto climático, teremos uma safra recorde neste ano.

Turra estima que nesta safra deverão ser colhidos em torno de 8 milhões de toneladas no Brasil, de uma demanda de consumo próximo dos 12 milhões de toneladas.

De acordo com ele as  cooperativas estimularam neste ano o cultivo do cereal para os  10 moinhos instalados , necessitando de matéria-prima de qualidade.

O  presidente da Cooperativa Coopavel, Dilvo Grolli, disse que o momento é propicio para o trigo e que o  incentivo à produção está baseado em três pilares:  juro zero para a compra de insumos,  o preço de garantia do trigo de  100 reais  a saca e o seguro da safra.

A intenção das  cooperativas é  incentivar o produtor a usar terras que ficam ociosas durante o inverno, pois no Paraná, são pelo menos 2 milhões e meio  de hectares disponíveis para o plantio no período, mas só metade dessa área é usada.

Na região de Cascavel, por exemplo,  400 mil hectares são utilizados para o plantio da soja e milho no verão e no inverno, apenas 250 mil hectares são utilizados.

Segundo Dilvo Grolli, são 150 mil hectares que podem ser aproveitados para o plantio do trigo, o que aumentaria a renda do produtor e os ganhos da cooperativa.

 

 

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