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Agricultura

Com crescimento de 14%, Paraná amplia liderança na produção de tilápias

Foto: Jonathan Campos / AEN

O Paraná ampliou a liderança nacional na produção de tilápias: o volume em 2020 chegou a 166 mil toneladas, um aumento de 14% em relação a 2019, quando foram comercializadas 146.212 toneladas.

O resultado é cerca de 135% superior ao obtido por São Paulo, vice-líder com 74.600 toneladas.

O levantamento foi divulgado ontem pela Associação Brasileira de Piscicultura, dentro do anuário Peixe BR 2021.

O bom desempenho do Estado foi puxado pelo modelo cooperativista de integração, sendo que cooperativas como Copacol e C.Vale, fizeram com que a piscicultura paranaense crescesse em um ritmo maior do que o restante do País.

A Copacol, por exemplo, abate 160 mil tilápias por dia nos frigoríficos de Nova Aurora e Toledo.

Já a C. Vale, de Palotina, abate outras 100 mil tilápias por dia, com planejamento de curto prazo para chegar a 150 mil.

O Governo do Paraná aprovou uma legislação ambiental ativa na garantia da qualidade e respeito à natureza, e alocou recursos por meio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul para ajudar as cooperativas a investirem no setor.

De acordo com a associação, seis em cada dez peixes cultivados no Brasil são tilápias, o que faz do País o quarto maior produtor do mundo.

Puxada pelo Paraná, a Região Sul lidera a produção de tilápia com 44% do total do País, com 213.351 toneladas.

O incremento na produção de tilápias fez com que o Paraná ampliasse a liderança na produção de peixes de cultivo no Brasil: foram 172 mil toneladas em 2020 contra 154.200 toneladas no ano anterior, crescimento de 11,5%, superior à média nacional, de 5,9%. O

De acordo com o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, o Paraná tem grande capacidade de organização na piscicultura, fruto de muito trabalho dos produtores e das cooperativas…..

 

Ortigara ainda disse que o Governo do Paraná prepara o lançamento de projetos que facilitem o acesso a recursos de investimento na cadeia da piscicultura.

O trabalho desenvolvido no Paraná foi destacado pelo presidente executivo da Peixe BR, Francisco Medeiros, em evento online de apresentação do anuário de ontem……..

 

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Agricultura

Entidades paranaenses reivindicam que Plano Safra contemple 277 bilhões

A FAEP, Sindicatos Rurais do Paraná, Fetaep, Ocepar, Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento enviaram um documento ao governo federal em que pedem que o Plano Safra 2021/22 contemple recursos da ordem de 277 bilhões de reais.

 

  O documento elenca as linhas prioritária do setor

 

A proposta também elenca as linhas prioritárias do setor agropecuário no que diz respeito a custeio, comercialização e investimento.

O Paraná defende que, do total de recursos pleiteados, 209 bilhões sejam alocados em programas de custeio e de comercialização.

Para uma das principais linhas, o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), a proposta é de destinação de 40 bilhões.

Para financiar o Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf), as entidades paranaenses reivindicam R$ 23 bilhões.

Além disso, o documento solicita um aumento do teto de enquadramento do Pronaf e o aumento do limite de contratação de custeio.

Nas linhas de investimento, o Paraná pediu a destinação de 68 bilhões.

O documento estabeleceu como prioridades os programas de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido, de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária, Programa ABC e Programa de Construção e Ampliação de Armazéns.

O documento também dá destaque para o Programa de Subvenção ao Seguro Rural, para o qual são reivindicados R$ 1,5 bilhão.

Na avaliação das entidades paranaenses, essa política de gestão de riscos é estratégica na medida que representa uma proteção não só ao produtor rural, mas ao setor como um todo.

O Paraná é o Estado que mais contrata seguro rural.

Para todas as linhas, as entidades do Estado também defendem a redução de um ponto percentual na taxa de juros.

A proposta é que o Plano Safra contemple o aumento de R$ 11,3 bilhões para R$ 15 bilhões dos recursos destinados à equalização da taxa de juros – dinheiro a ser injetado como compensação às instituições bancárias, para manter a taxa de juros controlada ao produtor rural nas linhas de crédito, custeio e investimento.

O documento também apresenta uma proposta para ampliar a captação de recursos voltados à agropecuária: o aumento do direcionamento ao setor do volume captado por meio das Letras de Crédito Agropecuário.

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Agricultura

Agricultores aumentam procura pelo Premio de Subvenção ao Seguro rural

A atividade agrícola, por conta do comportamento climático, continua  cheia de incertezas.

Quem vive no campo sabe que muitas vezes a geada, uma seca ou chuva em excesso resulta em perdas condieráveis.

Como não dá para controlar o clima, os agricultores estão, a cada ano, sendo orientados a se prevenir.

Prova disso é que o Ministério da Agricultura, divulgou o resultado consolidado da execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural.

No ano passado  foram aplicados  881 milhões de reais em subvenção ao prêmio, o que permitiu apoiar a contratação de 193.470 apólices de seguro rural.

Essas apólices foram contratadas pelos produtores rurais em todas as regiões do país e totalizaram 13 milhões e 700 mil  hectares segurados.

O valor total segurado por essas apólices representou a importância de  45  bilhões e 700 milhões de reais.

Trata-se, segundo o diretor do Departamento de Gestão de Riscos, do Ministério da Agricultura, Pedro Loyola, de uma segurança hoje indispensável na agricultura brasileira………

 

Quando da divulgação, a  ministra Tereza Cristina comemorou o expressivo crescimento das contratações em 2020 e destacou a necessidade de consolidar o seguro rural como uma das principais ferramentas de gestão de risco disponíveis para o produtor.

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Agricultura

Perdas nas lavouras são ínfimas se comparadas aos preços das commodities

Embora a produtividade esteja aquém do esperado, o resultado final da safra de verão 2020/2021 deverá será de uma boa lucratividade para os agricultores da microrregião de Marechal Cândido Rondon.

As perdas resultantes das condições climáticas adversas podem ser consideradas ínfimas, se comparadas ao preço pago pela saca de 60 quilos da soja – 158 reais na abertura do mercado desta quinta-feira.

Em paralelo a colheita da soja está acontecendo o plantio da 2ª safra de milho, mais conhecida como “safrinha de milho”, cujas chuvas de ontem para hoje vieram em boa hora para a germinação.

Quem avalia a colheita da safra de verão e o início da “safrinha” é o engenheiro agrônomo Cristiano da Cunha, da Indústria Horizonte, de Mal. Cândido Rondon…

 

 

 

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