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Contorno Oeste depende da desapropriação de uma propriedade. Caso está na Justiça

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Paraná representa 25% das rodovias a serem pedagiadas no País

Ilustrativa

Erros do passado são analisados para a formatação do novo modelo de concessões

Um dos temas mais importantes para o desenvolvimento do Paraná será “desenrolado” nos próximos meses, por conta da modelagem que vai dar forma as novas concessões de rodovias, a serem licitadas em 2021.

O trabalho está sob a gestão do governo federal, acompanhado de perto pela administração estadual.

Uma estatal da União, a Empresa de Planejamento e Logística, está elaborando o projeto, auxiliado por um órgão do Banco Mundial, a International Finance Corporation .

Algumas propostas já foram reveladas: seriam oito lotes, somando 3.800 quilômetros, ou seja, 1.300 km a mais do que hoje existe no chamado Anel de Integração a partir da inclusão de várias rodovias estaduais que hoje não são pedagiadas, com 2.400 quilômetros de duplicações e a promessa de tarifas menores do que as atualmente praticadas, embora os valores ainda não estejam definidos.

Tudo ainda será reavaliado pelo Ministério da Infraestrutura e pela Agência Nacional de Transportes Terrestres antes de ir a consulta popular, em audiências públicas.

Segundo Marcello da Costa Vieira, secretário nacional de Transportes Terrestres do Ministério de Infraestrutura , o Paraná representa 25% das rodovias a serem licitadas pelo governo federal.

Costa Vieira faz questão de destacar que o pacote de concessões em território paranaense não é apenas mais um dentro do Ministério, pois no total são 16 mil quilômetros em estudo para licitações e o Paraná representa um quarto disso.

Ele salienta que, como o governo federal não dispõe de recursos para fazer os investimentos necessários na infraestrutura rodoviária, o que seria uma obrigação, a saída preferencial é a cessão para a iniciativa privada.

O secretário também diz que algumas características tornam único o projeto Paraná.

Será a primeira vez que o governo federal licitará uma grande quantidade de rodovias concentradas dentro de um estado, interligadas e formando corredores.

Para estudar as necessidades e estabelecer as premissas, foi composto um grupo de trabalho que tem como mote “aprender com falhas cometidas no passado” para definir redução significativa de tarifa, sem encolher a quantidade de obras.

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Novo ciclone extratropical deve atingir SC e RS amanhã e quarta

Divulgação

Depois dos danos causados na semana passada por um ciclone bomba, nesta semana os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina devem ser atingidos por um novo ciclone extratropical.

Desta vez porém os ventos não deverão ter a magnitude dos registrados na semana passada.

De acordo com a previsão o novo fenômeno vai provocar ventos entre 60 e 80 km/h entre a noite de amanhã e durante a quarta-feira, dia 8.

Também deve ser registrada chuva especialmente nas regiões do Oeste ao Sul de Santa Catarina, próximas à divisa com o Rio Grande do Sul.

Algumas cidades gaúchas podem registrar em 24 horas o volume de chuva previsto para dois meses.

Os efeitos poderão ser sentidos também no Paraná e no Sudeste de forma moderada.

Os ciclones extratropicais são sistemas frequentes na costa Sul do Brasil e podem causar alagamentos e ressacas, especialmente nos meses entre abril e setembro.

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Família com suspeita de coronavírus reclama da prefeitura de Nova Santa Rosa

Família disse que ficou abandonada e que em nenhum momento a Secretaria de Saúde deu assistência.

Alguns moradores de Nova Santa Rosa estão insatisfeitos com a administração municipal, frente às ações de combate ao coronavírus.

O município, que até recentemente não tinha nenhuma notificação de confirmação da doença, registrou dois casos positivos.

A confirmação do segundo caso foi feita ontem pela Secretaria de Saúde de Nova Santa Rosa.

Reclamações são constantes no município vizinho, diante das poucas ações desenvolvidas pela Secretaria de Saúde.

Inclusive, manifestações já foram realizadas em frente à prefeitura municipal, cobrando maior empenho dos gestores.

A população tem reclamado da falta de fiscalização por parte da Secretaria de Saúde, que até então era a responsável para fiscalizar as aglomerações e festas em Nova Santa Rosa.

Agora, com o novo decreto do Estado, a fiscalização compete exclusivamente a Polícia Militar do Paraná.

Houve a denúncia de uma família, que estava em quarentena com casos em investigação e que afirmou que, em nenhum momento, recebeu a visita de profissionais da Secretaria de Saúde.

A família reclamou que ficou desassistida, abandonada.

A Secretária de Saúde, Ligia Rambo, que está temporariamente no cargo, não se manifestou a respeito.

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