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Policial

Dois advogados são presos suspeitos de ajuizar ações fraudulentas contra empresas

Polícia Civil/Divulgação

Dois advogados foram presos, na manhã desta terça-feira, suspeitos de ajuizar ações contra empresas de energia elétrica, água e telefonia.

Além de mandados de prisão, a Polícia Civil também cumpre mandados de busca e apreensão e de sequestro de bens, em Altônia.

As investigações apontam que os suspeitos moviam ações indenizatórias fraudulentas contra a Companhia Paranaense de Energia Elétrica, a Companhia de Saneamento do Paraná e a Tim Paraná.

De mais de 3.800 processos ativos, suspensos e arquivados contra essas empresas, ajuizados no município, 95% foram ajuizados pelos suspeitos, de acordo com a Polícia.

Uma auxiliar de escritório, que trabalha com os advogados, também está sendo investigada.

Ainda segundo a Polícia Civil, cerca de 35 pessoas, que são partes nas ações judiciais, devem ser ouvidas nesta terça.

O objetivo da investigação é verificar se elas tinham participação nos crimes investigados ou se os dados deles foram usados sem conhecimento.

As ordens judiciais devem ser cumpridas em endereços relacionados aos alvos no Centro da cidade e no Jardim Alphaville.

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Policial

Contrabando avaliado em R$2 milhões é apreendido no interior de Porto Mendes

Na madrugada deste sábado, (30) mais uma grande apreensão foi realizada por equipes que participam da OPERAÇÃO HÓRUS, integrada pela POLÍCIA FEDERAL, COBRA/BPFRON/PMPR, TIGRE/PCPR, BOPE/PMMS, PRF, FORÇA NACIONAL e pelo EXÉRCITO BRASILEIRO, com apoio da SEOPI – Secretaria de Operações Integradas/MJSP.

Durante patrulhamento de rotina na zona rural de Porto Mendes, policiais desta integração visualizaram movimentação suspeita em Porto clandestino na região e resolveram realizar aproximação para fiscalização.

Ao se aproximar do local, visualizaram duas barcaças descarregando ilícitos paraguaios em caminhão boiadeiro.

Na tentativa de abordagem, grande correria se iniciou no Porto clandestino e os criminosos conseguiram empreender fuga pela mata ciliar fechada, não sendo encontrados.

No local foram apreendidos 02 embarcação de grande porte (balsa) equipada com motor Yamaha 150hp e 200hp, 01 caminhão baú Mercedes Benz 1018 carregados com aproximadamente 750 caixas de cigarros contrabandeados do Paraguai, prejuízo de aproximadamente R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) ao crime organizado da região.

Os materiais apreendidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal de Guaira para os procedimentos de praxe.

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Geral

Protestos contra morte de afro-americano nas mãos da polícia se espalham pelos Estados Unidos

Mulher repreende policial durante os protestos em Minneapolis.MARK VANCLEAVE / AP

Derek Chauvin, o ex-policial branco que pressionou com o joelho o pescoço de George Floyd, foi preso e acusado de assassinato em terceiro grau e homicídio culposo

Os protestos pelos abusos da polícia contra os afro-americanos, que explodiram em Minneapolis depois da morte, segunda-feira, de George Floyd, que teve seu pescoço pressionado com o joelho por um policial durante vários minutos enquanto reclamava que não podia respirar, espalharam-se nesta quinta e sexta-feira pelos Estados Unidos. Em várias cidades do país, grupos de manifestantes saíram às ruas para exigir justiça. Em Minneapolis, aonde chegaram mais de 500 membros da Guarda Nacional, a polícia usou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar pessoas que estavam saqueando lojas e incendiando edifícios.

A delegacia em que trabalhava Derek Chauvin, o policial branco que pressionou com o joelho o pescoço de Floyd, foi incendiada na noite de quinta-feira. Chauvin e outros três policiais foram demitidos. O advogado do condado de Hennepin, Mike Freeman, acusou Chauvin de assassinato em terceiro grau e homicídio culposo na manhã desta sexta. O ex-policial foi preso.

O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, disse à CNN que a decisão de acusar Chauvin é apenas um “primeiro passo”. “Somos uma nação em uma encruzilhada, e a decisão de hoje do advogado do condado é um primeiro passo essencial em um caminho mais longo em direção à justiça e à cura de nossa cidade”, disse em comunicado nesta sexta-feira. “Para a nossa comunidade negra que, durante séculos, foi forçada a suportar a injustiça em um mundo simplesmente relutante em corrigi-la ou reconhecê-la, sei que qualquer esperança que você sente hoje é temperada com ceticismo e uma indignação justa”, disse Frey.

Depois da explosão de violência, o presidente Donald Trump ameaçou enviar militares à cidade de Minnesota e chamou de “bandidos” os manifestantes. “Assumiremos o controle se começarem as dificuldades, mas, quando começam os saques, começam os disparos”, escreveu o mandatário no Twitter. Suas palavras lhe custaram um alerta da rede social, que considerou que a mensagem “glorifica a violência”. Os distúrbios continuaram durante a madrugada desta sexta, na qual o correspondente da CNN Omar Jimenez, um repórter negro, foi detido juntamente à sua equipe, enquanto fazia uma transmissão ao vivo para a TV. Todos já estão em liberdade.

“Esses bandidos estão desonrando a memória de George Floyd e não vou deixar que isso ocorra. Acabo de falar com o governador [do Estado] Tim Walz e lhe disse que o Exército está com ele até o fim. Assumiremos o controle se começarem as dificuldades mas, quando começam os saques, começam os disparos. Obrigado!”, escreveu depois da uma hora da madrugada o presidente americano.

As centenas de pessoas que foram às ruas clamando justiça após a morte de Floyd na segunda-feira se multiplicaram com o passar dos dias. Na quinta-feira ocorreram protestos em uma dezena de cidades, entre elas Los Angeles, Memphis e Nova York. Nesta última houve um confronto com a polícia, que acabou com a detenção de 40 manifestantes. Os protestos foram organizadas por movimentos de defesa dos direitos dos afro-americanos, como Black Lives Matter, que denunciam o racismo policial.

As manifestações começaram depois da divulgação de um vídeo em que Floyd, detido por suspeita de fraude, chora e geme de dor enquanto está imobilizado no chão pelo policial: “Dói tudo… Água ou algo, por favor. Por favor, por favor. Não posso respirar, agente, não posso respirar”, dizia Floyd a Chauvin, sem que este aliviasse a pressão. Em alguns minutos, o afro-americano ficou inconsciente e, depois de ser levado para um hospital, morreu.

Depois que o vídeo começou a circular, a polícia informou que Floyd, um guarda de segurança de 46 anos, morreu devido a um “incidente médico”. Um relatório do Departamento de Bombeiros publicado na quinta-feira detalhou que os paramédicos da ambulância que o transportaram verificaram seu pulso “várias vezes”, mas sem resultado. O Departamento de Justiça anunciou que a investigação federal sobre a morte de Floyd tem “prioridade máxima”. A investigação se concentrará em descobrir se os quatro policiais envolvidos, todos demitidos após a morte de Floyd, “privaram deliberadamente [o falecido] de um direito ou privilégio protegido pela Constituição ou pelas leis dos Estados Unidos”, segundo uma declaração da Divisão do FBI em Minneapolis.

Fonte: El País

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Policial

Após confronto, policiais realizam apreensão avaliada em R$ 1 milhão em Mercedes

Uma das embarcações naufragou em virtude dos disparos recebido e parte do carregamento ilícito ficou à deriva.

Na madrugada desta quinta-feira, mais uma grande apreensão foi realizada por equipes que participam da Operação Hórus, integrada pela Polícia Federal, Cobra/BPFron/PMPR, Tigre/PCPR, Bope/PMMS, PRF, Força Nacional e pelo Exército Brasileiro, com apoio da SEOPI – Secretaria de Operações Integradas/MJSP.

Durante patrulhamento de rotina na zona rural de Mercedes, policiais avistaram um caminhão atolado na barranca com grande quantidade de caixas de cigarros paraguaios no chão e iniciaram procedimento de aproximação silenciosa ao porto clandestino.

Na tentativa de abordagem, grande correria se iniciou no porto clandestino e os criminosos conseguiram empreender fuga pela mata ciliar fechada, não sendo encontrados.

Em desdobramento da apreensão e realizando buscas na localidade para realizar a prisão dos envolvidos, os criminosos começaram a desferir disparos de arma de fogo para facilitar a fuga de duas embarcações (que estavam escondidas nas margens do lago de Itaipu) ao Paraguai, o que obrigou pronta resposta das forças policiais envolvidas.

Após o confronto, uma das embarcações naufragou em virtude dos disparos recebido e parte do carregamento ilícito ficou à deriva.

No total foram apreendidas duas embarcações artesanais de médio porte e um caminhão Mercedes 1113 carregados com aproximadamente 400 caixas de cigarros contrabandeados do Paraguai, prejuízo de aproximadamente R$ 1 milhão ao crime organizado da região.

Os materiais apreendidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal de Guaíra para os procedimentos de praxe.

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