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Agricultura

Estado reduz burocracia para processos de irrigação de terras

Uma nova resolução do Governo do Paraná estabelece condições e critérios para licenciamento ambiental e outorga de recursos hídricos para o processo de irrigação de terras agricultáveis no Estado.

 Isso tornará mais acessível essa prática 

As medidas têm o objetivo de simplificar a concessão de licença e tornar mais acessível essa prática aos produtores rurais.

De acordo com o secretário de Estado da Agricultura, Norberto Ortigara, com isso o Estado destrava um empecilho para o desenvolvimento de algumas regiões do Estado.

Por sua vez, o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, destaca que a resolução aprimora o sistema de licença e outorga ambiental no Estado, de forma a compatibilizar a produção agropecuária com a necessária preservação dos recursos ambientais, particularmente o hídrico.

A resolução conjunta das secretarias da Agricultura e Abastecimento e do Desenvolvimento Sustentável e Turismo estabelece que o porte do empreendimento é definido de acordo com a dimensão efetiva de área irrigada, que pode ir de inferior a 50 hectares até acima de mil.

Com base nessas medidas, o documento determina os procedimentos para se conseguir o licenciamento ambiental e qual o método de irrigação a ser empregado.

A simplificação dos procedimentos inclui a facilidade para que toda a documentação seja providenciada sem deslocamentos adicionais dos proprietários, por meio do sistema automatizado do Instituto Água e Terra.

Também ficam estabelecidas, na nova resolução, regras para fins de concessão ou renovação de outorgas para uso de recursos hídricos, atendimento a diretrizes ambientais e técnicas para o bom aproveitamento hídrico, além do fortalecimento dos programas do Estado e planos de desenvolvimento que têm a irrigação como parte integrante e fundamental.

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Agricultura

Estiagem na América do Sul motiva constantes aumentos no preço da soja

Ilustrativa

Em mais um dia de altas para a soja, nessa quarta-feira, a bolsa em Chicago fechou com os contratos para novembro de 2020 e janeiro de 2021 no patamar de US$ 10,70.

O dia positivo demonstra folego positivista, já que o mercado segue preocupado com a instabilidade climática na América do Sul, fator que está atrasando o plantio na região.

Na Argentina, a estiagem fez com que a safra de grãos sofresse perdas no trigo e o país também sofre para avançar no plantio da nova safra.

Segundo analistas de mercado, se o clima não colaborar, os patamares de preços para a soja podem chegar aos US$ 11.

O único limitante para esse avanço é uma melhora das chuvas na América do Sul, que por enquanto estão ocorrendo irregularmente em algumas regiões produtoras do Brasil.

A projeção da exportação da safra de soja americana se aproxima de 60 milhões de toneladas, recorde histórico para o país.

Os EUA ainda possuem de 10 a 12 milhões de toneladas para negociar nos próximos 10 meses e as vendas adiantadas deixam pouca margem de estoques finais.

Dessa forma, a dependência da safra Sul-Americana cresce exponencialmente e uma possível quebra traria o risco de escassez.

As primeiras exportações de soja e milho dos EUA para o Brasil já aconteceram, mas o montante até a próxima safra não deve ser expressivo.

A produção de soja do sul do Brasil, mais a soja do Paraguai, da Argentina e do Uruguai possuem um potencial de produtividade em 100 milhões de toneladas.

No entanto, essas localizações serão as mais afetadas pelo La Niña, o que é de fato o maior alerta para o mercado no avanço da próxima safra.

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Agricultura

Faep levanta custos de produção de aves e suínos

A Federação da Agricultura do Estado do Paraná está realizando um trabalho de busca de informações, para atualizar os custos de produção de aves e suínos.

Considerando a situação de pandemia do coronavirus, o trabalho está sendo realizado a distância, conforme explica o responsável pelo  Departamento Técnico e Econômico da Federação, Jefrey Albers…

 

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Agricultura

Reunião do Conseleite avalia estimativas de preço para a atividade leiteira

Imagem ilustrativa da internet

Depois de quatro meses consecutivos de alta, a tendência de subida nos valores de referência do Conseleite parece ter chegado ao seu limite.

 

 A preocupação é de o preço voltar a cair

 

Após atingir o pico de R$ 1,957, em setembro, a projeção para outubro é de R$ 1,853 – ou seja, uma redução de 13 centavos, o que representa uma queda de 6,7% na comparação de outubro com setembro deste ano.

Os números foram divulgados durante reunião da entidade, realizada nesta terça-feira, via videoconferência, que contou com a participação do Sistema FAEP/SENAR-PR.

De modo geral, os números do Conseleite-PR demonstraram que o leite fluido e os derivados ainda seguiram em uma movimentação de alta no mês de setembro.

Desde maio, o setor lácteo vive em um cenário atípico devido aos reflexos da pandemia do novo coronavírus.

Foram quatro meses seguidos de elevações, saindo do valor de referência de R$ 1,304, em maio, para R$ 1,957 em setembro.

A expectativa do encerramento do pagamento do auxílio emergencial pelo governo federal e a redução no poder de compra do consumidor brasileiro são apontados como um dos principais motivos para o fim da tendência de alta.

A principal preocupação agora é com uma possível desaceleração na demanda, que pode provocar um novo ajuste ao setor lácteo.

Isso em um momento no qual os custos de produção estão nas alturas, já que as commodities agrícolas, principalmente soja e milho, estão em patamares recordes de preços.

Segundo Ronei Volpi, presidente da Comissão Técnica de Bovinocultura de Leite da FAEP, isso é um fator preocupante, pois na realidade do produtor hoje há muito pouco espaço para a redução no preço pago pelo leite.

Ele acrescentou que os custos de produção aumentaram violentamente e é preciso que haja uma atenção especial em relação ao equilíbrio do setor como um todo.

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