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Fronteira do Brasil com a Venezuela é fechada

A fronteira do Brasil com a Venezuela, na cidade de Pacaraima (RR), foi fechada na manhã desta quarta-feira (18). A restrição deve ser parcial e segue decisão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para conter o avanço do novo coronavírus.

Por volta de 8h40 militares do Exército se posicionaram próximo ao posto de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal, a cerca de 300 metros do marco que divide os dois países, e passaram a impedir a entrada no Brasil de estrangeiros vindos da Venezuela

O bloqueio parcial deve durar 15 dias e havia sido anunciado nessa terça-feira (17) pelo presidente Bolsonaro. O tráfego de transporte rodoviário de cargas continuará liberado.

“Não é um fechamento total. O tráfego de mercadorias vai continuar acontecendo. (…) Se você fecha o tráfego com a Venezuela, a economia de Roraima desanca. A mesma coisa a Venezuela, [que] em parte também tem esse tráfego de mercadorias conosco. Não tem como tomar medidas radicais. Não vai dar certo”, acrescentou Bolsonaro.

A portaria que restringe a entrada no país de estrangeiros vindos da Venezuela foi publicada no Diário Oficial da União na madrugada desta quarta (18). A medida foi assinada pelos ministros Walter Souza Braga Netto, da Casa Civil, Sérgio Moro, da Justiça, e Luiz Henrique Mandetta, da Saúde.

Roraima registrou, até essa terça, nove casos suspeitos do novo coronavírus, conforme a Secretaria estadual de Saúde (Sesau). Até o momento, não há casos confirmados no estado e o governo aguarda o resultado dos exames.

Distante 215 km da capital Boa Vista, Pacaraima é a principal porta de entrada de venezuelanos que entram no Brasil para fugir do colapso econômico e social no país comandado por Nicolás Maduro. A Operação Acolhida, que atua no fluxo migratório, estima que cerca de 500 refugiados cruzam a fronteira do estado diariamente.

Com a fronteira fechada, pessoas a pé e carros não podem entrar no Brasil. Logo após a registração, vários imigrantes foram barrados e carros que seguiam na direção Venezuela – Pacaraima tiveram de retornar.

Caso haja descumprimento, a portaria prevê “a deportação imediata do agente infrator e a inabilitação de pedido de refúgio” e a responsabilização civil, administrativa e penal.

A medida do governo federal não restringe a entrada no país a brasileiro nato ou naturalizado – ou seja, essas pessoas podem passar pelo bloqueio. No ponto de fiscalização, militares do Exército têm exigido a documentação de quem chega a Pacaraima.

A venezuelana Ninosca Leon, de 55 anos, foi uma das pessoas barradas logo pela manhã, quando o acesso foi restringido. Acompanhada da família, ela tentou atravessar de carro para Pacaraima para comprar comidas e remédios, mas não conseguiu.

“Se são ordens para combater o vírus, então é preciso que sejam cumpridas, mas o governo deveria pensar em medidas para que possamos ter alimentos e, sobretudo, medicamento”, disse Ninosca.

No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, são 291 casos confirmados e mais de 8.000 suspeitos. Conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), o vírus se espalhou por diversos continentes e a situação foi declarada como pandemia.

O venezuelano Júlio César Rodrigues, de 39 anos, conseguiu passar pelo bloqueio e entrou em Pacaraima ao retornar de Santa Elena, primeira cidade venezuelana depois da fronteira. Isso porque tinha em mãos o documento de residente brasileiro – a restrição da portaria não se aplica a imigrante que tenha prévia autorização de residência definitiva em território brasileiro.

“Não sei o que pensar. Estou entrando, mas estou vendo que outros companheiros venezuelanos não têm acesso, somente os brasileiros. Só entrei porque apresentei o documento de residente, mas os que têm residência temporária também não estão entrando”, disse.

Rodrigues vive na capital Boa Vista, onde trabalha, mas precisou ir a Venezuela levar alimentos à filha de 17 anos que mora em Santa Elena com os tios.

“Esse fechamento vai causar um impacto muito grande porque as pessoas doentes, por exemplo, não aguentam esperar 15 dias por remédios”, pontuou.

Pedido do governador

O governador de Roraima, Antônio Denarium (PSL), havia enviado na segunda-feira (16) ao governo federal um ofício pedindo o fechamento da fronteira do estado com a Guiana e a Venezuela em razão da pandemia de coronavírus. Ainda não há resposta quanto ao fechamento com a Guiana.

Denarium disse haver um “risco efetivo” de circulação do vírus na fronteira, o que poderia agravar a crise na saúde pública estadual.

Na última quinta-feira (12), Denarium já havia se manifestado pelo fechamento da fronteira em conversa com o ministro da Saúde, Henrique Mandetta

Fonte: G1

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Secretário de administração pede exoneração em Mercedes

Conforme determina a legislação eleitoral cidadãos que pretendem concorrer aos cargos de prefeito, vice-prefeito ou a vereador nas Eleições Municipais de 2020, devem ficar atentos aos prazos de desincompatibilização para disputar o pleito.

A lei eleitoral estabelece três prazos de desincompatibilização para aqueles que são ocupantes de cargos públicos: 6, 4 e 3 meses antes da realização das Eleições, conforme o grau de potencial influência que candidatos ocupantes de tais cargos possam exercer perante o eleitorado.

Secretários de Estado e Secretários Municipais que pretendem se candidatar ao cargo de prefeito deverão se desincompatibilizar com 4 meses de antecedência.

Em cumprimento a esta determinação, o Secretario de Planejamento, Administração e Finanças de Mercedes Vilson Martins cumpre seu ultimo dia de trabalho hoje.

Diante disso depois destes 3 anos e meio do atual mandato da prefeita Cleci Loffi, Martins fez uma avaliação do trabalho desenvolvido..

 

Apesar de toda importância que a secretaria de Planejamento, Administração e Finanças exige, Martins pondera, que trabalho é realizado em equipe dentro da prefeitura e assume oficialmente sua pré-candidatura a prefeito pelo grupo de situação nas próximas eleições..

 

Considerando a indefinição sobre a data das eleições municipais deste ano, a prefeita Cleci Loffi não deverá de imediato nomear outro secretário de administração.

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Diretor do Sine diz que atendimento é normal em Mal Rondon

Desde a ultima segunda-feira as 216 Agências do Trabalhador do Paraná retomaram o atendimento presencial para a intermediação de mão de obra.

A Secretaria da Justiça, Família e Trabalho estabeleceu novas regras para o atendimento presencial, que ocorrerá somente com agendamento prévio, a fim de evitar aglomeração de pessoas.

O horário de funcionamento dos postos de atendimento do Sine nos municípios segue as determinações das administrações municipais para o enfrentamento da Covid-19.

Aqui em Marechal Cândido Rondon, conforme o diretor do SINE. Arli Neodi Costa, o Pereira, o trabalho segue normalmente com ofertas diárias de empregos em empresas do comercio e industria..

 

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Rondonense vítima de acidente de trânsito está em coma induzido em hospital de Toledo

O rondonense Marcio Bauermann, de 42 anos, segue em coma induzido no Hospital Campagnolo, na cidade de Toledo.

Ele foi vitima de acidente de trânsito e resultou com fraturas de costelas e traumatismo craniano.

O rondonense está em coma induzido e conforme familiares, os médicos aguardam o prazo de até 72 horas, para que o inchaço do cérebro  possa retroceder.

O acidente aconteceu no ultimo domingo (31) na estrada municipal que liga a sede rondonense ao distrito de Margarida.

Marcio era o condutor de um automóvel Ecosport, que tinha como passageiros seu pai de 70 anos – que sofreu ferimentos leves; sua mãe de 68 que teve fratura de tórax mas está bem; e sua filha de 14 anos que nada sofreu.

Ao deixar o distrito de Margarida sentido a Marechal, o carro ficou desgovernado, saiu para o acostamento e quando retornou para a pista capotou.

Marcio resultou com ferimentos graves e deu entrada no Hospital Rondon; depois foi transferido para o Hospital Campagnolo, da cidade de Toledo, onde segue em coma induzido.

 

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