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Agricultura

Geadas impactam regiões produtoras do Estado do Paraná

A geada caiu com força no Paraná nos últimos dias do mês de junho: as baixas temperaturas registradas em muitas cidades do Estado impactaram em diversas culturas agrícolas, principalmente nas que estavam em fase de desenvolvimento e/ou colheita.

 

 Milho, café e hortaliças são as mais afetadas 

 

De acordo com o analista Marcelo Garrido, do Departamento de Economia Rural da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento no momento, as principais culturas agrícolas em campo são o milho e o trigo.

No Oeste do Estado, as lavouras de milho safrinha sofreram com o frio intenso que atingiu a região.

Segundo o produtor rural e presidente da Comissão Técnica de Aquicultura da FAEP, Edmilson Zabott, de Palotina, a situação é atípica e as temperaturas não costumam ser tão baixas como nos últimos dias, registradas em abaixo de zero.

Além dos impactos causados pela geada, a produtividade das lavouras da região já havia sido reduzida em cerca de 40%, devido à janela de plantio atrasada por causa da seca, além de faltas de chuvas regulares durante o período de cultivo.

O trigo, que também foi plantado tardiamente, não deve registrar perdas significativas.

Zabott, que também é produtor de peixes, aves e leite, alerta sobre os impactos para a cadeia de proteínas animais, principalmente em relação à alimentação, cujo principal insumo é o milho.

Uma surpresa para a piscicultura, atividade de destaque no Oeste paranaense, foi o aparecimento de fungos nos tanques em função das mudanças bruscas de temperatura.

Segundo a técnica do Departamento Técnico (Detec) do Sistema FAEP/SENAR-PR e responsável pela cultura do café, Jéssica D’angelo, a maioria dos cafeicultores já iniciou a colheita a cerca de um mês, o que pode minimizar as perdas desta safra.

A geada afeta mais os frutos verdes que os que já estão maduros, por isso a importância de cultivares mais precoces.

Além disso, o frio tem impactos maiores nas plantas mal nutridas ou que carregaram mais frutos, do que em plantas mais bem nutridas.

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Agricultura

Deral monitora a evolução da colheita do trigo no Paraná

Relatório do  Departamento de Economia Rural, da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento,  a respeito do o avanço na colheita do trigo no Paraná, divulgado ontem, menciona  que o trabalho foi  consistente, com crescimento de 16 pontos porcentuais em relação ao que se verificava havia duas semanas.

O levantamento mostra que já foram colhidos 74% da área total de trigo paranaense, estimada em um milhão, duzentos e dez mil hectares.

De acordo com o engenheiro agrônomo Carlos Hugo Godinho, responsável pelo acompanhamento da cultura do trigo no Deral, com condições climáticas mais propícias, se espera que o processo seja acelerado ainda mais, reduzindo o pequeno atraso que se verifica e possibilitando que se posicione mais próximo da média para este período do ano…….

 

Sobre a soja, o Deral aponta que foram plantados dois milhões e cem mil hectares, ou seja, 38% da área total estimada em 5 milhões e 600 mil hectares.

As chuvas regulares ajudam também no bom desenvolvimento das plantas e da mesma forma, os produtores de milho impulsionaram os trabalhos e já estão com 371 mil hectares semeados.

A previsão é de que a área total para este ciclo seja de 420 mil hectares.

As condições gerais das lavouras são boas para 96% da área, enquanto os 4% restantes estão em situação mediana.

A análise do Departamento aponta, ainda, que as chuvas ajudaram nas atividades de plantio e manejo do feijão.

O primeiro ciclo da safra 2021/22 está com 76% da área plantada.

Os técnicos de campo do Deral detectaram que 78% se encontram em fase de desenvolvimento vegetativo, 19% em germinação e 3% em floração, a maioria em boas condições.

O Paraná está na entressafra da colheita da batata, com expectativa que o trabalho comece em novembro.

A área é de 15 mil hectares e 93% estão em boas condições.

Para a mandioca também há previsão de que os trabalhos de campo sejam retomados a partir desta semana e os produtores poderão dar continuidade à colheita e ao plantio.

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Agricultura

IDR divulgará resultados obtidos no Manejo Integrado de Pragas

O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater, o IDR-Paraná, e a Embrapa divulgam na próxima terça-feira, a partir das 08h30,  os resultados obtidos por produtores que adotaram o Manejo Integrado de Pragas, o Manejo Integrado de Doenças e a Fixação Biológica de Nitrogênio na safra de soja 2020/2021.

 

Durante o evento, o Instituto vai iniciar o sistema Alerta Ferrugem, que auxilia técnicos e produtores sobre o melhor momento para fazer o manejo da ferrugem-asiática da soja.

O evento vai ser online, transmitido pelos canais no YouTube do IDR-Paraná e da Embrapa Soja.

Vão participar o secretário de Agricultura e Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara; o presidente do IDR-Paraná, Natalino Avance de Souza, e do chefe-geral da Embrapa Soja, Alexandre Nepomuceno, além de pesquisadores e extensionistas do programa.

Com ações conjuntas, iniciadas ainda na década de 1980, as instituições rurais inovaram no processo de transferência de tecnologias com a capacitação de extensionistas, instalação de unidades de referências junto aos agricultores e publicações dos resultados.

O diretor de Extensão Rural do IDR-Paraná, Nelson Harger, comenta a respeito do evento….

 

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Agricultura

Marechal Rondon deve concluir nesta semana o plantio da safra de soja

O plantio da safra de soja 2021/22 já está praticamente encerrado em Marechal Cândido Rondon.

Em torno de 97% das lavouras já foram semeadas e o restante deve ser concluído nesta semana.

 

 O clima está favorecendo o desenvolvimento das plantas 

 

Segundo o presidente do Sindicato Rural de Marechal Cândido Rondon, Edio Chapla, na primeira janela de plantio a semeadura avançou para 45% até o dia 1 de outubro contra apenas 2% na safra anterior.

O dirigente destaca que, uma nova janela após o dia 12 de outubro, deu condições para mais avanços no plantio da soja.

Até agora o desenvolvimento das lavouras é positivo e a expectativa é de safra boa na região, com as previsões de clima apontando condições favoráveis ao desenvolvimento das plantas.

A recomendação é para o produtor focar agora na aplicação de herbicidas e fungicidas para manter este alto potencial produtivo.

Outro ponto positivo desse adiantamento é que a janela de plantio para o milho segunda safra em 2022 será mais favorável e pode resultar em maiores produtividades.

Edio Chapla destaca que neste momento os produtores optam por segurar um pouco as negociações futuras, apostando em esperar novas movimentações dos preços até a hora da colheita e acompanham de perto a situação logística na entrega de insumos.

O presidente do Sindicato Rural de Marechal Cândido Rondon acrescenta que para esta safra de soja está tudo dentro do normal e que as compras para a safrinha de milho/2022 também estão adiantadas.

Para a safra 2022/2023 uma das grandes preocupações é com a possibilidade de faltar insumos para a agricultura regional.

 

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