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Içamento de vigas interditou a Rodovia BR-163 na segunda-feira (19)

Foto: Divulgação - DNIT

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) interditou durante a última segunda-feira, 19, totalmente o trecho da Rodovia BR-163 entre os municípios de Toledo e Marechal Cândido Rondon.

O segmento entre o KM 235,50 e o KM 274,40 ficou interditado das 07h00 às 17h00. A interdição foi total entre os quilômetros que compreendem o trecho entre o trevo de acesso a Avenida Barão do Rio Branco e o trevo de acesso a Avenida Parigot de Souza.

A Rodovia foi interditada para a realização dos trabalhos de içamento de vigas em um novo viaduto que está sendo construído na Avenida Rio Grande do Sul. Os trabalhos fazem parte das obras de duplicação da BR-163, se tratando de um novo acesso à cidade de Toledo.

Como estão os trabalhos de duplicação da Rodovia BR-163

No momento as obras de duplicação da Rodovia BR-163 entre Toledo e Marechal Cândido Rondon encontram-se com 77,62% dos serviços concluídos. A conclusão das obras está prevista para o mês de julho de 2022. No entanto, uma nova paralisação pode atrasar ainda mais a entrega que já deveria ter ocorrido há pelo menos três anos.

Até a presente data foram entregues aos usuários um trecho de 32,04 KM de um total de 38,90 KM. Já foram disponibilizadas cinco interseções com obras de arte especiais e 05,95 KM de marginais.

Para a conclusão das obras ainda faltam a entrega de 06,86 KM de duplicação e de 16,965 KM de marginais, uma passarela e quatro interseções com obras de arte especiais.

Possível paralisação? 

Sim, depois de vários anos de obras ainda existe a possibilidade de uma nova paralisação das obras de duplicação da Rodovia. Informações do Governo Federal e do Ministério de Infraestrutura dão conta de que não está previsto no orçamento da União em 2021 nenhum recurso para as obras de duplicação da rodovia, no entanto existem recursos gerais que podem ser empregados na duplicação da BR-163.

O DNIT ainda informou que as obras de duplicação ficaram paralisadas durante 1.342 dias desde o seu início há sete anos. O Órgão também revelou que devido à falta de recursos financeiros do contrato, o Consórcio está suspendendo as frentes de serviço, tais como terraplanagem, pavimentação, obras de arte especial, drenagem e obras complementares, bem como realizando a demissão de trabalhadores e a desmobilização de equipamentos referentes aos serviços citados.

Fonte: Toledo News
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Paraná confirma transmissão comunitária da variante delta e mais 16 casos

Foto: Geraldo Bubniak/AEN

Mesmo com essa confirmação, a predominância atual ainda é da gama. A Secretaria da Saúde também confirmou mais 16 casos e seis óbitos da delta no Paraná. Ao todo, o Estado já confirmou 29 casos e 12 óbitos pela variante.

 

A Secretaria de Estado da Saúde, o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) confirmaram nesta quarta-feira (28) a transmissão comunitária da variante delta do coronavírus no Paraná. O conceito é definido quando o contágio entre pessoas ocorre no mesmo território, entre indivíduos sem histórico de viagem e sem que seja possível definir a origem da transmissão.

Mesmo com essa confirmação, a predominância atual ainda é da cepa gama (P1/amazônica), que apareceu em janeiro. Ela não tem esse status de alerta junto aos organismos internacionais, mas estudos preliminares indicam que ela também é mais contagiosa que a versão original do vírus.

A Secretaria da Saúde também confirmou mais 16 casos e seis óbitos da delta no Paraná. Agora, o Estado soma 29 casos e 12 óbitos da cepa B.1.617 do vírus da Covid-19. São sete mulheres e nove homens com idades de 12 a 83 anos. As novas confirmações foram em Araucária (1), Colombo (1), Curitiba (3), Fazenda Rio Grande (1), Piên (2), Piraquara (1), Pinhais (1), Fernandes Pinheiro (3), Irati (1), Imbituva (1) e Campo Mourão (1).

Quatro casos estão encerrados como cura, um paciente teve alta e cinco estão em investigação. Com relação aos óbitos, ocorridos entre 6 e 28 de julho em Curitiba (2), Piên (2), Imbituva e Irati, foram quatro homens e duas mulheres, com idades de 31 a 83 anos. As informações foram repassadas por meio do relatório de circulação de linhagens Sars-CoV-2, por sequenciamento genômico da Fiocruz.

“Depois de avaliação técnica e investigação epidemiológica ampliada com a participação de todos os entes que sustentam a tríade do SUS, entre eles a equipe do Programa de Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSUS-Avançado), confirmamos a transmissão comunitária da variante delta, considerada de preocupação pelas organizações de saúde”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

“Diante desse quadro, que requer atenção, mas não desespero, ressaltamos mais uma vez a importância fundamental das medidas não farmacológicas, que são o uso de máscara de proteção de forma correta, a higienização frequente das mãos e o distanciamento social, além da imunização na data que a dose estiver disponível”, acrescentou.

A variante delta, linhagem B.1.617.2, originada na Índia em outubro de 2020, é uma das variantes do SARS-CoV-2 que apresenta mutações genéticas múltiplas e é denominada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) “variante de atenção/preocupação” por alterar o comportamento do coronavírus, ser mais transmissível do que outras linhagens. Não há evidências até o momento de que as infecções pela delta provoquem casos mais graves ou óbitos.

INVESTIGAÇÃO – Esse resultado só foi determinado após uma investigação ampliada realizada no Estado, num exemplo nacional de esforço conjunto para rastrear a origem, conforme a recomendação epidemiológica.

A Rede Genômica Fiocruz, através do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo (LVRS), Instituto Oswaldo Cruz no Rio de Janeiro (Fiocruz/Rio de Janeiro), e o Laboratório Central de Saúde Pública do Paraná (Lacen-PR) vêm ampliando o sequenciamento genômico do vírus no Estado por meio de amostragem representativa aleatória, a qual permite saber qual variante está circulando e detectar a introdução de novas variantes.

Esse trabalho já era realizado de maneira natural e foi amplificado com o surgimento da delta. A partir da amostragem aleatória foi possível identificar o primeiro caso. Como medida de resposta, foi realizada investigação epidemiológica e rastreados todos os casos positivos com vínculo e então foi identificado o chamado “caso índice”, desencadeando um trabalho mais amplo de investigação de casos confirmados, suspeitos e contatos em diferentes municípios e regionais.

As equipes do EpiSus chegaram ao Paraná no começo do mês e realizaram a pesquisa entre 9 a 24 de julho em diversas regiões. O sequenciamento genômico e a análise filogenética permitiram encontrar duas introduções independentes da variante: uma associada ao caso índice da viajante proveniente do Japão e a outro sem identificação, o que deu origem à conclusão de transmissão comunitária.

TRIAGEM – Como forma de ampliar essa pesquisa, desde a terceira semana de junho o Lacen-PR também realiza um protocolo diferenciado de triagem de RT-PCR em tempo real para detecção de variantes, utilizando o Naveca como ferramenta científica de pesquisa.

São rastreadas 330 amostras semanais e as que apresentam ausência da detecção para a variante P1, predominante no Estado, são encaminhadas para sequenciamento genômico e confirmação pela Fiocruz.

Até o momento foram realizados 2.770 testes com 133 amostras suspeitas da variante encaminhadas para a Fiocruz. Segundo a investigação, a P1 ainda é a mais ativa, presente em 95,63% das amostras avaliadas.

TOTAL DA DELTA – Ao todo, o Paraná já confirmou 29 casos e 12 óbitos pela variante delta, sendo quatro casos e dois óbitos em Apucarana, quatro casos e dois óbitos em Curitiba, três casos e três óbitos em Piên, três casos em Fernandes Pinheiro, dois casos e um óbito em Araucária, dois casos em Piraquara, dois casos e um óbito em São José dos Pinhais, um caso e um óbito em Mandaguari, um caso e um óbito em Irati, um caso e um óbito em Imbituva e um caso em cada um dos seguintes municípios: Colombo, Pinhais, Fazenda Rio Grande, Campo Mourão, Francisco Beltrão e Rolândia.

 

Fonte: AEN

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Marechal Cândido Rondon confirma mais um óbito por covid-19

Assessoria

Vitima foi uma mulher de 45 anos

 

Marechal Cândido Rondon confirmou nesta quarta-feira (28) mais um óbito por coronavírus.

Faleceu uma mulher de 45 anos, que registrou o inicio dos sintomas no dia 06 de junho; no dia 11 foi na UPA e fez exame que deu positivo.

No dia 14 do mês passado, a mulher foi intubada e no dia 25 transferida para o Hospital de Palotina.

A mulher foi a óbito nesta terça-feira (27) depois de mais de 40 dias internada e tinha como comorbidade obesidade.

Conforme o boletim divulgado pelo Setor de Epidemiologia, Marechal Cândido Rondon tem 208 casos ativos de covid-19, com 11 pessoas na UTI; 13 em enfermaria, hospitais e UPA; e 184 em isolamento domiciliar.

São 314 rondonenses monitorados pelo call center; e 141 pessoas aguardando resultado de exame, com uma na UTI e quatro em hospitais e UPA.

Com a morte da mulher de 45 anos, Marechal Cândido Rondon contabiliza agora 122 óbitos por coronavírus.

 

 

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Ministra defende a evolução dos sistemas alimentares com circunstâncias locais

Durante a Pré-Cúpula de Sistemas Alimentares, ontem  em Roma, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que as perspectivas dos países das Américas devem ser não apenas ouvidas, mas também incorporadas às narrativas que estão sendo produzidas.

Segundo ela, é necessário reconhecer a diversidade de sistemas produtivos e de caminhos para torná-los mais sustentáveis..

 

O evento em Roma  foi promovido pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura , na Embaixada do Brasil na capital italiana, e teve como objetivo apresentar o documento “Principais mensagens no caminho para a Cúpula das Nações Unidas sobre os Sistemas Alimentares na perspectiva da agricultura das Américas”.

A ministra também falou sobre os princípios estruturantes do debate sobre sistemas alimentares, como o papel fundamental do comércio internacional e a ciência e inovação como ferramentas para avançar no desenvolvimento de boas práticas sustentáveis.

Segundo ela, a agricultura não pode ser colocada como a única responsável pelo aquecimento global…

 

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