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Agricultura

Indenizações de seguro rural atingiram R$ 7,7 bilhões no primeiro semestre

Valor indenizado  foi impulsionado pelas perdas no Centro-Sul

 

As companhias seguradoras habilitadas no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural , do Ministério da Agricultura,  pagaram  7 bilhões e 700 milhões de reais  em indenizações aos produtores rurais entre janeiro e junho de 2022.

O volume representa um crescimento nominal de 352% sobre os   1 bilhão e 700 milhões  pago no mesmo período de 2021.

Se comparado ao ano anterior, o valor pago no primeiro semestre deste ano já supera o valor total pago em 2021, que foi de R$ 5,4 bilhões.

Os dados foram publicados pela Superintendência de Seguros Privados  – Susep.

O diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola, ressalta que os números mostram a importância do seguro rural e reforçam a necessidade de fortalecimento do PSR.

Na semana passada, a Junta de Execução Orçamentária  do governo aprovou parte da demanda solicitada, porém ainda será preciso aprovar normativa suplementar para efetivar a liberação do recurso.

De acordo com o Loyola, o Mapa continuará buscando o valor total da suplementação solicitado.

Ele menciona que com os 990 milhões de reais serão apenas 8 milhões de hectares segurados, muito menor que os 14 milhões cobertos em 2021.

O PSR necessita de  1 bilhão e 700 milhões de reais  para 2022.

Além disso, para a Lei Orçamentária Anual de 2023 a meta é buscar  2 bilhões de reais.

Conforme o Ministério da Agricultura,  o produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural.

Atualmente, 16 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR

. O seguro rural é destinado aos produtores pessoa física ou jurídica, independente de acesso ao crédito rural.

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Agricultura

Apesar das chuvas, produtores ainda terão boa janela para o plantio da soja na região

Mesmo com as chuvas da semana impedindo avanços no plantio, os produtores da microrregião de Mal. Cândido Rondon ainda terão uma “janela” segura para a implantação das lavouras de soja.

 

As constantes precipitações pluviométricas registradas no Oeste do Estado resultaram em preocupações aos produtores rurais, especialmente aos que possuem lavouras de trigo para serem colhidas.

Ocorre que, segundo profissionais da área técnica, as chuvas que não param de cair estão comprometendo a qualidade do trigo, reduzindo o PH do grão pronto para ser colhido.

Também há casos de lavouras cujo cereal apresenta um estado chamado de “acamamento” em virtude do excesso de umidade, além de material pronto para ser colhido apresentar apodrecimento.

Mesmo com o período chuvoso, segundo o Departamento de Economia Rural da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento, a colheita do trigo já alcançou 37% da área plantada no Paraná.

76% apresentam boas condições, 22% em situação média e 2% ruins, informou o Deral, acrescentando que 45% dos grãos se encontram em fase de maturação, 39% em frutificação e 13% em floração.

De outra parte, embora o período do vazio sanitário da soja tenha sido encerrado no último dia 10, apenas 9% da área estimada já foram semeadas no território paranaense.

Enquanto 78% da soja estão em fase de germinação e 27% na fase de desenvolvimento vegetativo, com relação ao milho primeira safra 58% dos grãos já foram plantados.

Apesar de alguns contratempos, o vice-presidente do Sindicato Rural Patronal de Marechal Cândido Rondon e membro da Comissão Técnica de Cereais da FAEP/SENAR, engenheiro agrônomo Cevio Mengarda, garante que os produtores da região ainda conseguirão efetuar o plantio da soja em “uma janela segura”..

 

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Agricultura

Produção de soja no Paraná deve ser 78% maior em 2022/23

Plantio já atinge 9% da área no estado, informou o Departamento de Economia Rural (Deral)

O plantio da safra 2022/23 de soja atinge 9% da área no Paraná, informou o Departamento de Economia Rural (Deral). A área plantada com a oleaginosa deve ficar em 5,731 milhões de hectares, contra 5,670 milhões na temporada passada, incremento de 1%.

Segundo o Deral, 100% das lavouras estão em boas condições, sendo 78% na fase de germinação e 22% em crescimento vegetativo. Na semana passada a área cultivada era de 6%, com 100% das lavouras em boas condições, com 99% nas fases de germinação e 1% em crescimento vegetativo.

A produção deve chegar a 21,504 milhões de toneladas, contra 12,056 milhões de toneladas da safra anterior (2021/22), uma alta de 78%. A produtividade média foi estimada em 3.752 quilos por hectare (62,5 sacas/ha), acima dos 2.139 quilos registrados na safra 2021/22 (35,6 sacas/ha).

Colheita de milho

O Deral informou que a colheita de milho chegou a 100% da área, estimada em 2,717 milhões de hectares no Paraná. O aumento deve ser de 8% frente à temporada anterior, de 2,515 milhões de hectares.

Segundo o órgão, 80% das lavouras apresentaram boas condições de desenvolvimento, 19% condições médias e 1% ruins. As lavouras estão na fase de maturação (100%).

A segunda safra 2021/22 de milho no Paraná está estimada em 13,823 milhões de toneladas, volume 142% maior ante as 5,722 milhões de toneladas da temporada anterior. A produtividade média deve alcançar 5.086 quilos por hectare em 2021/22, acima da registrada na temporada anterior, de 2.637 quilos por hectare.

 

Fonte: Canal Rural

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Agricultura

Prazo para declaração do ITR entra em sua reta final

Falta pouco mais de uma semana para o encerramento do prazo para a Declaração do Imposto sobre Propriedade Territorial Rural.

Uma vez esgotada a data-limite, que é 30 de setembro, a declaração ainda poderá ser feita, mas mediante pagamento de multa — que começa com o valor mínimo de 50 reais.

A declaração do DITR é obrigatória para pessoas físicas ou jurídicas que sejam proprietárias, titulares do domínio útil ou detentoras de qualquer título — incluindo a usufrutuária — de imóvel rural.

É preciso preencher o formulário online disponibilizado pela Receita Federal, no entanto, é necessário baixar o Programa Gerador de Declaração e, pela ferramenta virtual, o contribuinte envia a documentação.

Uma vez que o DITR tenha sido enviado, o produtor rural pode acompanhar a situação da declaração.

Em caso de apresentação “retida em malha”, é possível conferir eventuais inconsistências e, assim, corrigir informações e enviar um novo material, a chamada retificadora.

A consulta está liberada na página de extrato no site da Receita Federal e os encaminhamentos em torno da Declaração do ITR podem ser feitos no Sindicato Rural Patronal de Marechal Cândido Rondon.

 

 

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