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ISEPE Rondon aguarda portaria de autorização para curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas

A Faculdade ISEPE Rondon, orgulhosa de seus feitos e conquistas, agradece o empenho a dedicação e a confiança de toda comunidade acadêmica e sociedade organizada que contribuíram para mais um passo rumo a autorização do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Na última semana a ISEPE Rondon recebeu a comissão de avaliadores do Ministério da Educação para realização de visita virtual in loco. A visita destinava-se ao atendimento de protocolo avaliativo de autorização do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, sendo este então avaliado para autorização com nota 4 em uma escala de 1 a 5.

Conforme relata o Diretor da Instituição, Prof. João César Silveira Portela, o próximo passo é aguardar a portaria de autorização que deve acontecer dentro das próximas semanas, podendo a partir de então iniciar o processo seletivo e abertura de turmas.

Prof. Portela também destaca o trabalho realizado pela Instituição nos últimos anos, que mesmo com as adversidades que vivemos a ISEPE Rondon não mediu esforços para ofertar a Marechal e região um ensino de qualidade e diferenciado, investindo não somente em tecnologia mas também em novos cursos.

A ISEPE Rondon tem agenda marcada de avaliação para os cursos de Agronomia e Enfermagem.

ISEPE Rondon, atitude e conhecimento para evoluir.

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Paraná confirma transmissão comunitária da variante delta e mais 16 casos

Foto: Geraldo Bubniak/AEN

Mesmo com essa confirmação, a predominância atual ainda é da gama. A Secretaria da Saúde também confirmou mais 16 casos e seis óbitos da delta no Paraná. Ao todo, o Estado já confirmou 29 casos e 12 óbitos pela variante.

 

A Secretaria de Estado da Saúde, o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) confirmaram nesta quarta-feira (28) a transmissão comunitária da variante delta do coronavírus no Paraná. O conceito é definido quando o contágio entre pessoas ocorre no mesmo território, entre indivíduos sem histórico de viagem e sem que seja possível definir a origem da transmissão.

Mesmo com essa confirmação, a predominância atual ainda é da cepa gama (P1/amazônica), que apareceu em janeiro. Ela não tem esse status de alerta junto aos organismos internacionais, mas estudos preliminares indicam que ela também é mais contagiosa que a versão original do vírus.

A Secretaria da Saúde também confirmou mais 16 casos e seis óbitos da delta no Paraná. Agora, o Estado soma 29 casos e 12 óbitos da cepa B.1.617 do vírus da Covid-19. São sete mulheres e nove homens com idades de 12 a 83 anos. As novas confirmações foram em Araucária (1), Colombo (1), Curitiba (3), Fazenda Rio Grande (1), Piên (2), Piraquara (1), Pinhais (1), Fernandes Pinheiro (3), Irati (1), Imbituva (1) e Campo Mourão (1).

Quatro casos estão encerrados como cura, um paciente teve alta e cinco estão em investigação. Com relação aos óbitos, ocorridos entre 6 e 28 de julho em Curitiba (2), Piên (2), Imbituva e Irati, foram quatro homens e duas mulheres, com idades de 31 a 83 anos. As informações foram repassadas por meio do relatório de circulação de linhagens Sars-CoV-2, por sequenciamento genômico da Fiocruz.

“Depois de avaliação técnica e investigação epidemiológica ampliada com a participação de todos os entes que sustentam a tríade do SUS, entre eles a equipe do Programa de Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSUS-Avançado), confirmamos a transmissão comunitária da variante delta, considerada de preocupação pelas organizações de saúde”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

“Diante desse quadro, que requer atenção, mas não desespero, ressaltamos mais uma vez a importância fundamental das medidas não farmacológicas, que são o uso de máscara de proteção de forma correta, a higienização frequente das mãos e o distanciamento social, além da imunização na data que a dose estiver disponível”, acrescentou.

A variante delta, linhagem B.1.617.2, originada na Índia em outubro de 2020, é uma das variantes do SARS-CoV-2 que apresenta mutações genéticas múltiplas e é denominada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) “variante de atenção/preocupação” por alterar o comportamento do coronavírus, ser mais transmissível do que outras linhagens. Não há evidências até o momento de que as infecções pela delta provoquem casos mais graves ou óbitos.

INVESTIGAÇÃO – Esse resultado só foi determinado após uma investigação ampliada realizada no Estado, num exemplo nacional de esforço conjunto para rastrear a origem, conforme a recomendação epidemiológica.

A Rede Genômica Fiocruz, através do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo (LVRS), Instituto Oswaldo Cruz no Rio de Janeiro (Fiocruz/Rio de Janeiro), e o Laboratório Central de Saúde Pública do Paraná (Lacen-PR) vêm ampliando o sequenciamento genômico do vírus no Estado por meio de amostragem representativa aleatória, a qual permite saber qual variante está circulando e detectar a introdução de novas variantes.

Esse trabalho já era realizado de maneira natural e foi amplificado com o surgimento da delta. A partir da amostragem aleatória foi possível identificar o primeiro caso. Como medida de resposta, foi realizada investigação epidemiológica e rastreados todos os casos positivos com vínculo e então foi identificado o chamado “caso índice”, desencadeando um trabalho mais amplo de investigação de casos confirmados, suspeitos e contatos em diferentes municípios e regionais.

As equipes do EpiSus chegaram ao Paraná no começo do mês e realizaram a pesquisa entre 9 a 24 de julho em diversas regiões. O sequenciamento genômico e a análise filogenética permitiram encontrar duas introduções independentes da variante: uma associada ao caso índice da viajante proveniente do Japão e a outro sem identificação, o que deu origem à conclusão de transmissão comunitária.

TRIAGEM – Como forma de ampliar essa pesquisa, desde a terceira semana de junho o Lacen-PR também realiza um protocolo diferenciado de triagem de RT-PCR em tempo real para detecção de variantes, utilizando o Naveca como ferramenta científica de pesquisa.

São rastreadas 330 amostras semanais e as que apresentam ausência da detecção para a variante P1, predominante no Estado, são encaminhadas para sequenciamento genômico e confirmação pela Fiocruz.

Até o momento foram realizados 2.770 testes com 133 amostras suspeitas da variante encaminhadas para a Fiocruz. Segundo a investigação, a P1 ainda é a mais ativa, presente em 95,63% das amostras avaliadas.

TOTAL DA DELTA – Ao todo, o Paraná já confirmou 29 casos e 12 óbitos pela variante delta, sendo quatro casos e dois óbitos em Apucarana, quatro casos e dois óbitos em Curitiba, três casos e três óbitos em Piên, três casos em Fernandes Pinheiro, dois casos e um óbito em Araucária, dois casos em Piraquara, dois casos e um óbito em São José dos Pinhais, um caso e um óbito em Mandaguari, um caso e um óbito em Irati, um caso e um óbito em Imbituva e um caso em cada um dos seguintes municípios: Colombo, Pinhais, Fazenda Rio Grande, Campo Mourão, Francisco Beltrão e Rolândia.

 

Fonte: AEN

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Marechal Cândido Rondon confirma mais um óbito por covid-19

Assessoria

Vitima foi uma mulher de 45 anos

 

Marechal Cândido Rondon confirmou nesta quarta-feira (28) mais um óbito por coronavírus.

Faleceu uma mulher de 45 anos, que registrou o inicio dos sintomas no dia 06 de junho; no dia 11 foi na UPA e fez exame que deu positivo.

No dia 14 do mês passado, a mulher foi intubada e no dia 25 transferida para o Hospital de Palotina.

A mulher foi a óbito nesta terça-feira (27) depois de mais de 40 dias internada e tinha como comorbidade obesidade.

Conforme o boletim divulgado pelo Setor de Epidemiologia, Marechal Cândido Rondon tem 208 casos ativos de covid-19, com 11 pessoas na UTI; 13 em enfermaria, hospitais e UPA; e 184 em isolamento domiciliar.

São 314 rondonenses monitorados pelo call center; e 141 pessoas aguardando resultado de exame, com uma na UTI e quatro em hospitais e UPA.

Com a morte da mulher de 45 anos, Marechal Cândido Rondon contabiliza agora 122 óbitos por coronavírus.

 

 

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Ministra defende a evolução dos sistemas alimentares com circunstâncias locais

Durante a Pré-Cúpula de Sistemas Alimentares, ontem  em Roma, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que as perspectivas dos países das Américas devem ser não apenas ouvidas, mas também incorporadas às narrativas que estão sendo produzidas.

Segundo ela, é necessário reconhecer a diversidade de sistemas produtivos e de caminhos para torná-los mais sustentáveis..

 

O evento em Roma  foi promovido pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura , na Embaixada do Brasil na capital italiana, e teve como objetivo apresentar o documento “Principais mensagens no caminho para a Cúpula das Nações Unidas sobre os Sistemas Alimentares na perspectiva da agricultura das Américas”.

A ministra também falou sobre os princípios estruturantes do debate sobre sistemas alimentares, como o papel fundamental do comércio internacional e a ciência e inovação como ferramentas para avançar no desenvolvimento de boas práticas sustentáveis.

Segundo ela, a agricultura não pode ser colocada como a única responsável pelo aquecimento global…

 

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