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Justiça ordena reintegração de área na reserva de Itaipu em Santa Helena

Foto: Costa Oeste News

Prefeito publica nota oficial e deverá se reunir amanhã com manifestantes

Oficiais da justiça e agentes das polícias Federal e Ambiental cumpriram ontem um mandado de reintegração e manutenção de posse em uma área de oito hectares da Faixa de Proteção do Reservatório da Itaipu, localizada no município de Santa Helena, conhecida como “Curva do Ogregon”, uma Área de Preservação Permanente.

O mandado obedece a uma liminar deferida pelo juiz federal da 1ª Vara Federal de Foz do Iguaçu, que autorizou a retirada de casas ainda em construção e as que não estejam habitadas.

Durante a ação, os oficiais identificaram os ocupantes da área, os orientaram sobre a ordem de reintegração de posse e intimaram as pessoas a comparecer na audiência que será realizada em fevereiro de 2020.

Também foram distribuídos panfletos e fixados cartazes na localidade sobre a decisão judicial.

Revoltados com o cumprimento de ordem de reintegração , os invasores atearam fogo em móveis, lixos e outros objetos às margens da PR 317.

Eles também ameaçam interditar a rodovia.

Ontem a Polícia Militar foi acionada e esteve no local para controlar a situação.

Como os manifestantes exigiam a presença de representantes dos poderes Executivo e Legislativo, o prefeito Evandro Grade, o Zado, esteve no local e conversou com os moradores.

Mais tarde, por sua assessoria, o prefeito publicou uma nota oficial, com o seguinte teor:

O Município de Santa Helena manifesta-se com relação à ação determinada pela Justiça Federal e cumprida por Oficial de Justiça com apoio da Polícia Federal e demais corporações militares que ocorreu na manhã desta terça-feira, dia 1o. em uma área de preservação permanente de propriedade da Itaipu Binacional, situada às margens da PR-488, também conhecida como “Curva do Ogregon”.

O Município foi surpreendido pela ação determinada pela Justiça Federal que ordenou a reintegração de posse do imóvel.

No entanto, visando dar suporte jurídico aos moradores, a administração municipal está buscando intermediar uma reunião entre a Defensoria Pública que foi indicada no processo como órgão que deverá promover assistência jurídica às famílias por meio da comissão formada por representantes dos moradores que ocupam a área de mata ciliar às margens do Reservatório da Hidrelétrica de Itaipu Binacional.

A propósito do impasse uma reunião na prefeitura de Santa Helena, está marcada para amanhã, quinta-feira, para discutir a situação.

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Em nota, Sindicato diz que benefício irregular não foi pago a Servidores Públicos em Rondon

O Sinsemar – Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Marechal Cândido Rondon – emitiu uma
nota de esclarecimento nesta sexta-feira (29), em que contesta as informações divulgadas durante a semana
pelo Tribunal de Contas do Estado do Paraná, de que servidores públicos de 388 municípios, incluindo
Marechal Cândido Rondon, receberam irregularmente o auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal.
Conforme divulgado, no município 57 funcionários públicos teriam recebido o benefício irregularmente, o
que é contestado pelo Sindicato.

Segundo a nota do Sinsemar, nenhuma pessoa que recebeu o benefício tem cargo de cunho efetivo ou
comissionado na prefeitura de Marechal Cândido Rondon. Os nomes foram conferidos e os supostos
beneficiados são estagiários ou pensionistas, que possuem vínculo com o Município, mas jamais foram
Servidores Públicos Municipais, afirma o Sindicato.
Com informações de Preto no Branco

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Protestos contra morte de afro-americano nas mãos da polícia se espalham pelos Estados Unidos

Mulher repreende policial durante os protestos em Minneapolis.MARK VANCLEAVE / AP

Derek Chauvin, o ex-policial branco que pressionou com o joelho o pescoço de George Floyd, foi preso e acusado de assassinato em terceiro grau e homicídio culposo

Os protestos pelos abusos da polícia contra os afro-americanos, que explodiram em Minneapolis depois da morte, segunda-feira, de George Floyd, que teve seu pescoço pressionado com o joelho por um policial durante vários minutos enquanto reclamava que não podia respirar, espalharam-se nesta quinta e sexta-feira pelos Estados Unidos. Em várias cidades do país, grupos de manifestantes saíram às ruas para exigir justiça. Em Minneapolis, aonde chegaram mais de 500 membros da Guarda Nacional, a polícia usou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar pessoas que estavam saqueando lojas e incendiando edifícios.

A delegacia em que trabalhava Derek Chauvin, o policial branco que pressionou com o joelho o pescoço de Floyd, foi incendiada na noite de quinta-feira. Chauvin e outros três policiais foram demitidos. O advogado do condado de Hennepin, Mike Freeman, acusou Chauvin de assassinato em terceiro grau e homicídio culposo na manhã desta sexta. O ex-policial foi preso.

O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, disse à CNN que a decisão de acusar Chauvin é apenas um “primeiro passo”. “Somos uma nação em uma encruzilhada, e a decisão de hoje do advogado do condado é um primeiro passo essencial em um caminho mais longo em direção à justiça e à cura de nossa cidade”, disse em comunicado nesta sexta-feira. “Para a nossa comunidade negra que, durante séculos, foi forçada a suportar a injustiça em um mundo simplesmente relutante em corrigi-la ou reconhecê-la, sei que qualquer esperança que você sente hoje é temperada com ceticismo e uma indignação justa”, disse Frey.

Depois da explosão de violência, o presidente Donald Trump ameaçou enviar militares à cidade de Minnesota e chamou de “bandidos” os manifestantes. “Assumiremos o controle se começarem as dificuldades, mas, quando começam os saques, começam os disparos”, escreveu o mandatário no Twitter. Suas palavras lhe custaram um alerta da rede social, que considerou que a mensagem “glorifica a violência”. Os distúrbios continuaram durante a madrugada desta sexta, na qual o correspondente da CNN Omar Jimenez, um repórter negro, foi detido juntamente à sua equipe, enquanto fazia uma transmissão ao vivo para a TV. Todos já estão em liberdade.

“Esses bandidos estão desonrando a memória de George Floyd e não vou deixar que isso ocorra. Acabo de falar com o governador [do Estado] Tim Walz e lhe disse que o Exército está com ele até o fim. Assumiremos o controle se começarem as dificuldades mas, quando começam os saques, começam os disparos. Obrigado!”, escreveu depois da uma hora da madrugada o presidente americano.

As centenas de pessoas que foram às ruas clamando justiça após a morte de Floyd na segunda-feira se multiplicaram com o passar dos dias. Na quinta-feira ocorreram protestos em uma dezena de cidades, entre elas Los Angeles, Memphis e Nova York. Nesta última houve um confronto com a polícia, que acabou com a detenção de 40 manifestantes. Os protestos foram organizadas por movimentos de defesa dos direitos dos afro-americanos, como Black Lives Matter, que denunciam o racismo policial.

As manifestações começaram depois da divulgação de um vídeo em que Floyd, detido por suspeita de fraude, chora e geme de dor enquanto está imobilizado no chão pelo policial: “Dói tudo… Água ou algo, por favor. Por favor, por favor. Não posso respirar, agente, não posso respirar”, dizia Floyd a Chauvin, sem que este aliviasse a pressão. Em alguns minutos, o afro-americano ficou inconsciente e, depois de ser levado para um hospital, morreu.

Depois que o vídeo começou a circular, a polícia informou que Floyd, um guarda de segurança de 46 anos, morreu devido a um “incidente médico”. Um relatório do Departamento de Bombeiros publicado na quinta-feira detalhou que os paramédicos da ambulância que o transportaram verificaram seu pulso “várias vezes”, mas sem resultado. O Departamento de Justiça anunciou que a investigação federal sobre a morte de Floyd tem “prioridade máxima”. A investigação se concentrará em descobrir se os quatro policiais envolvidos, todos demitidos após a morte de Floyd, “privaram deliberadamente [o falecido] de um direito ou privilégio protegido pela Constituição ou pelas leis dos Estados Unidos”, segundo uma declaração da Divisão do FBI em Minneapolis.

Fonte: El País

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Com pandemia PIB nacional encolhe 1,5% no primeiro trimestre

Ilustrativa

Resultado foi influenciado pela queda no setor de serviços

Dados divulgados hoje pela manhã pelo IBGE mostram que a economia brasileira encolheu 1,5% no primeiro trimestre de 2020 em comparação ao último trimestre de 2019, já sentindo os efeitos da pandemia do coronavírus.

Este foi o menor resultado para o período desde o segundo trimestre de 2015.

O Produto Interno Bruto, que é a soma de todos os bens e riquezas produzidos pelo país, chegou a 1 trilhão 803 milhões de reais no período.

Segundo o IBGE, o encolhimento foi influenciado, principalmente pelo recuo no setor de serviços , que representa 74% de todo o PIB.

Também houve queda na indústria , de -1,4% , porém crescimento de 0,6% na agropecuária.

Para a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, o setor de serviços foi o mais impactado pelo isolamento social em diversos países do mundo.

Segundo ela, aconteceu no Brasil o mesmo que ocorreu em outros países afetados pela pandemia, que foi o recuo nos serviços direcionados às famílias devido ao fechamento dos estabelecimentos.

Bens duráveis, veículos, vestuário, salões de beleza, academia, alojamento, alimentação sofreram bastante com o isolamento social.

De acordo com o IBGE, dentro do setor de serviços, as atividades mais impactadas foram outros serviços (-4,6%), transporte, armazenagem e correio (-2,4%), informação e comunicação (-1,9%), comércio (-0,8%), administração, saúde e educação pública (-0,5%), intermediação financeira e seguros (-0,1%).

A única variação positiva veio das atividades imobiliárias (0,4%).

O resultado do primeiro trimestre interrompe a sequência de quatro trimestres positivos.

 

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