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Agricultura

Líder sindical rondonense teme pelo eventual fim da Tarifa Rural Noturna

A Federação da Agricultura do Estado do Paraná enviou nesta semana um ofício ao governador Ratinho Jr. e deputados estaduais pedindo que o Programa Tarifa Rural Noturna seja incluído no orçamento de 2021.

 

 

O projeto de lei orçamentária encaminhado pelo governo estadual à Assembleia Legislativa do Paraná não contempla a Tarifa Rural Noturna, o que coloca em risco a continuidade do programa – que prevê desconto de 60% na cobrança da energia elétrica de produtores rurais, entre 21h30 e 6h.

O eventual fim do Tarifa Rural Noturna pode inviabilizar algumas atividades agropecuárias, que têm na energia elétrica um dos seus principais insumos.

De acordo com o presidente da FAEP, Ágide Meneguette, a descontinuidade do Programa Tarifa Rural Noturna representará um duro golpe a produção agropecuária paranaense.

Criado pela Lei 19.812, de 2019, o TRN é um programa estadual, que, segundo dados da Companhia Paranaense de Energia pode beneficiar até 77.500 propriedades rurais ou estabelecimento agropecuários, que pode, de acordo com estudo da FAEP, atingir mais de 1 milhão de pessoas, considerando a contratação de 2,3 funcionários por propriedade, sendo as famílias compostas, em média, por seis pessoas.

A iniciativa é determinante para atividades, como a avicultura, suinocultura, bovinoculturas de leite e de corte, fumicultura, aquicultura e sericicultura, que demandam uso intenso de energia elétrica.

No caso da avicultura, por exemplo, a energia elétrica chega a representar 20% dos custos de produção – principalmente, para manter o controle de ambiência dos aviários.

As alterações podem trazer impactos diretos e expressivos à cadeia, que representa 63% do Valor Bruto de Produção da pecuária do Paraná, o que corresponde a 21 bilhões e 900 milhões de reais por ano.

Envolvido diretamente nesta luta em prol da continuidade do Programa Tarifa Rural Noturna, o presidente do Sindicato Rural Patronal de Mal. Cândido Rondon, Êdio Chapa, manifesta preocupação…

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Agricultura

As cooperativas responderam por 33,8% das exportações do agronegócio paranaense em 2020

As maiores exportadoras são Coamo, Lar e C-Vale

 

É o que revela o levantamento feito pela Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, GETEC,  com base em dados do Agrostat – Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro, do Ministério da Agricultura.

No ano passado, os embarques do setor agropecuário paranaense atingiram a soma de 13 bilhões e 300 milhões de dólares, dos quais  6 bilhões e 100 milhões  referentes à comercialização do complexo soja,   2 bilhões e 800 milhões de dólares em carnes   e outros 2 bilhões e 200 milhões de dólares  em produtos florestais .

Esses são os principais itens da pauta de exportações do agronegócio no Estado.

Segundo o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o desempenho das cooperativas é fruto de um trabalho realizado há muitos anos na profissionalização de suas equipes e, principalmente, no investimento de produtos demandados pelo mercado internacional.

Também é reflexo, segundo ele, do processo de agregação de valor das matérias-primas produzidas pelos cooperados.

Atualmente, são 18 cooperativas paranaenses que fazem exportações diretas, entre as 59 cooperativas agropecuárias registradas na Ocepar.

As maiores exportadoras são, pela ordem: Coamo, com  1 bilhão e meio de dólares , montante que representa 33% total embarcado por todas as cooperativas do Paraná; a Lar, com  811 milhões e 100 mil  ; e a C.Vale, com  485 bilhões e 200 milhões de dólares.

Elas foram responsáveis por 61,9% das vendas externas do segmento cooperativista paranaense efetuadas em 2020.

O relatório da Getec mostra ainda que, em âmbito nacional, o agronegócio brasileiro exportou um total de 100 bilhões e 800 milhões de dólares  no ano passado, o que corresponde a um aumento de 4,1% em relação ao valor registrado no mesmo período de 2019, que foi de  96  bilhões e 900 milhões de dólares.

O ano de maior faturamento em exportações do setor foi 2018, com 101 bilhões e 200 milhões de dólares.

Os principais produtos embarcados pelo país, em valor, foram os do complexo soja,  carnes e produtos florestais.

Entre os mercados que mais compraram do Brasil no ano passado destacam-se a China,  União Europeia  e Estados Unidos.

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Agricultura

Excesso de chuva facilita surgimento de doenças e pragas nas lavouras

O volume  de chuvas  já registrado e as previsões de mais  precipitações para os próximos dias, ao mesmo tempo em que favorece o desenvolvimento das culturas, começa a criar um clima de preocupação para os produtores.

De acordo com os meteorologistas, o aquecimento das águas do Atlântico e a continuidade das águas frias no Pacífico , La Niña,  modificaram o panorama climático da safra de verão.

Na região de Marechal Cândido Rondon a situação das  lavouras, embora sob controle, passa a exigir dos agricultores um monitoramento mais frequente, porque começam a aumentar as pragas e doenças especialmente na cultura da soja.

Conforme o engenheiro agrônomo da Copagril, Genésio Seidel,  o produtor precisará caprichar na qualidade das aplicações e utilizar toda a tecnologia disponível para fazer um eficiente controle  da lavoura……

 

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Agricultura

Excesso de chuvas requer maior cuidado com a ferrugem asiática

Imagem ilustrativa da internet

 Com excesso de chuvas, os produtores da região Oeste do Estado devem aumentar os cuidados nas lavouras de soja para evitar novos focos de ferrugem asiática. 

 

 

O Paraná teve um início de safra de soja 2020/21 bastante complicado e as previsões eram de grandes perdas na produção, que teve sua projeção reduzida de 20,7 milhões de toneladas para 20,4 milhões.

Entretanto, a umidade retornou ao estado a partir de 10 de dezembro e as condições das lavouras melhoraram bastante.

O Deral pode inclusive voltar a elevar a estimativa de produção em seu próximo relatório mensal que será divulgado na próxima semana.

A safra não será recorde como as 20,8 milhões de toneladas da safra passada, mas também não será pequena.

A colheita já começou de maneira insipiente na região de Pato Branco, onde cerca de 500 hectares estão mais adiantados, mas deve ganhar força mesmo entre fevereiro e março.

Até lá, a atenção tem que ser voltada ao controle de doenças para evitar novos problemas de produção.

Antes a preocupação era a falta de chuvas e agora novamente a atenção está voltada ao clima porque nessas condições de umidade a Ferrugem se prolifera..

O economista do Deral, Marcelo Garrido, aconselha o produtor a ter muito cuidado nas aplicações necessárias neste momento, além de abordar a questão de preços e das vendas antecipadas….

 

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