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Policial

Bandidos utilizam explosivos e arrombam agência do Sicredi de Maripá

A agência do distrito de Pérola Independente, do Sicredi, do município de Maripá, foi arrombada nesta madrugada.

A ação aconteceu por volta das 3 horas e 30 minutos, quando quatro elementos fortemente armados e com a utilização de explosivos, chegaram em um veículo e estouraram a porta da frente da agencia e o cofre, de onde levaram dinheiro.

O comandante da PM do município de Maripá, sargento Wulf, relata o trabalho policial desenvolvido a partir do registro da ação criminosa..

 

Policial

Contrabando avaliado em R$2 milhões é apreendido no interior de Porto Mendes

Na madrugada deste sábado, (30) mais uma grande apreensão foi realizada por equipes que participam da OPERAÇÃO HÓRUS, integrada pela POLÍCIA FEDERAL, COBRA/BPFRON/PMPR, TIGRE/PCPR, BOPE/PMMS, PRF, FORÇA NACIONAL e pelo EXÉRCITO BRASILEIRO, com apoio da SEOPI – Secretaria de Operações Integradas/MJSP.

Durante patrulhamento de rotina na zona rural de Porto Mendes, policiais desta integração visualizaram movimentação suspeita em Porto clandestino na região e resolveram realizar aproximação para fiscalização.

Ao se aproximar do local, visualizaram duas barcaças descarregando ilícitos paraguaios em caminhão boiadeiro.

Na tentativa de abordagem, grande correria se iniciou no Porto clandestino e os criminosos conseguiram empreender fuga pela mata ciliar fechada, não sendo encontrados.

No local foram apreendidos 02 embarcação de grande porte (balsa) equipada com motor Yamaha 150hp e 200hp, 01 caminhão baú Mercedes Benz 1018 carregados com aproximadamente 750 caixas de cigarros contrabandeados do Paraguai, prejuízo de aproximadamente R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) ao crime organizado da região.

Os materiais apreendidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal de Guaira para os procedimentos de praxe.

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Geral

Protestos contra morte de afro-americano nas mãos da polícia se espalham pelos Estados Unidos

Mulher repreende policial durante os protestos em Minneapolis.MARK VANCLEAVE / AP

Derek Chauvin, o ex-policial branco que pressionou com o joelho o pescoço de George Floyd, foi preso e acusado de assassinato em terceiro grau e homicídio culposo

Os protestos pelos abusos da polícia contra os afro-americanos, que explodiram em Minneapolis depois da morte, segunda-feira, de George Floyd, que teve seu pescoço pressionado com o joelho por um policial durante vários minutos enquanto reclamava que não podia respirar, espalharam-se nesta quinta e sexta-feira pelos Estados Unidos. Em várias cidades do país, grupos de manifestantes saíram às ruas para exigir justiça. Em Minneapolis, aonde chegaram mais de 500 membros da Guarda Nacional, a polícia usou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar pessoas que estavam saqueando lojas e incendiando edifícios.

A delegacia em que trabalhava Derek Chauvin, o policial branco que pressionou com o joelho o pescoço de Floyd, foi incendiada na noite de quinta-feira. Chauvin e outros três policiais foram demitidos. O advogado do condado de Hennepin, Mike Freeman, acusou Chauvin de assassinato em terceiro grau e homicídio culposo na manhã desta sexta. O ex-policial foi preso.

O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, disse à CNN que a decisão de acusar Chauvin é apenas um “primeiro passo”. “Somos uma nação em uma encruzilhada, e a decisão de hoje do advogado do condado é um primeiro passo essencial em um caminho mais longo em direção à justiça e à cura de nossa cidade”, disse em comunicado nesta sexta-feira. “Para a nossa comunidade negra que, durante séculos, foi forçada a suportar a injustiça em um mundo simplesmente relutante em corrigi-la ou reconhecê-la, sei que qualquer esperança que você sente hoje é temperada com ceticismo e uma indignação justa”, disse Frey.

Depois da explosão de violência, o presidente Donald Trump ameaçou enviar militares à cidade de Minnesota e chamou de “bandidos” os manifestantes. “Assumiremos o controle se começarem as dificuldades, mas, quando começam os saques, começam os disparos”, escreveu o mandatário no Twitter. Suas palavras lhe custaram um alerta da rede social, que considerou que a mensagem “glorifica a violência”. Os distúrbios continuaram durante a madrugada desta sexta, na qual o correspondente da CNN Omar Jimenez, um repórter negro, foi detido juntamente à sua equipe, enquanto fazia uma transmissão ao vivo para a TV. Todos já estão em liberdade.

“Esses bandidos estão desonrando a memória de George Floyd e não vou deixar que isso ocorra. Acabo de falar com o governador [do Estado] Tim Walz e lhe disse que o Exército está com ele até o fim. Assumiremos o controle se começarem as dificuldades mas, quando começam os saques, começam os disparos. Obrigado!”, escreveu depois da uma hora da madrugada o presidente americano.

As centenas de pessoas que foram às ruas clamando justiça após a morte de Floyd na segunda-feira se multiplicaram com o passar dos dias. Na quinta-feira ocorreram protestos em uma dezena de cidades, entre elas Los Angeles, Memphis e Nova York. Nesta última houve um confronto com a polícia, que acabou com a detenção de 40 manifestantes. Os protestos foram organizadas por movimentos de defesa dos direitos dos afro-americanos, como Black Lives Matter, que denunciam o racismo policial.

As manifestações começaram depois da divulgação de um vídeo em que Floyd, detido por suspeita de fraude, chora e geme de dor enquanto está imobilizado no chão pelo policial: “Dói tudo… Água ou algo, por favor. Por favor, por favor. Não posso respirar, agente, não posso respirar”, dizia Floyd a Chauvin, sem que este aliviasse a pressão. Em alguns minutos, o afro-americano ficou inconsciente e, depois de ser levado para um hospital, morreu.

Depois que o vídeo começou a circular, a polícia informou que Floyd, um guarda de segurança de 46 anos, morreu devido a um “incidente médico”. Um relatório do Departamento de Bombeiros publicado na quinta-feira detalhou que os paramédicos da ambulância que o transportaram verificaram seu pulso “várias vezes”, mas sem resultado. O Departamento de Justiça anunciou que a investigação federal sobre a morte de Floyd tem “prioridade máxima”. A investigação se concentrará em descobrir se os quatro policiais envolvidos, todos demitidos após a morte de Floyd, “privaram deliberadamente [o falecido] de um direito ou privilégio protegido pela Constituição ou pelas leis dos Estados Unidos”, segundo uma declaração da Divisão do FBI em Minneapolis.

Fonte: El País

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Policial

Após confronto, policiais realizam apreensão avaliada em R$ 1 milhão em Mercedes

Uma das embarcações naufragou em virtude dos disparos recebido e parte do carregamento ilícito ficou à deriva.

Na madrugada desta quinta-feira, mais uma grande apreensão foi realizada por equipes que participam da Operação Hórus, integrada pela Polícia Federal, Cobra/BPFron/PMPR, Tigre/PCPR, Bope/PMMS, PRF, Força Nacional e pelo Exército Brasileiro, com apoio da SEOPI – Secretaria de Operações Integradas/MJSP.

Durante patrulhamento de rotina na zona rural de Mercedes, policiais avistaram um caminhão atolado na barranca com grande quantidade de caixas de cigarros paraguaios no chão e iniciaram procedimento de aproximação silenciosa ao porto clandestino.

Na tentativa de abordagem, grande correria se iniciou no porto clandestino e os criminosos conseguiram empreender fuga pela mata ciliar fechada, não sendo encontrados.

Em desdobramento da apreensão e realizando buscas na localidade para realizar a prisão dos envolvidos, os criminosos começaram a desferir disparos de arma de fogo para facilitar a fuga de duas embarcações (que estavam escondidas nas margens do lago de Itaipu) ao Paraguai, o que obrigou pronta resposta das forças policiais envolvidas.

Após o confronto, uma das embarcações naufragou em virtude dos disparos recebido e parte do carregamento ilícito ficou à deriva.

No total foram apreendidas duas embarcações artesanais de médio porte e um caminhão Mercedes 1113 carregados com aproximadamente 400 caixas de cigarros contrabandeados do Paraguai, prejuízo de aproximadamente R$ 1 milhão ao crime organizado da região.

Os materiais apreendidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal de Guaíra para os procedimentos de praxe.

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