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Agricultura

Medo de uma segunda onda de coronavírus faz China pedir aumento no estoque de alimentos

Foto: Agrishow

Em nota a China pediu que empresas de comércio e processadoras de alimentos aumentem os estoques de grãos e oleaginosas diante de uma possível segunda onda do coronavírus e o agravamento das taxas de infecção em outros lugares levantam preocupações sobre as linhas de suprimento globais.

Negociadores estatais e privados de grãos, assim como produtores de alimentos, foram orientados a adquirir maiores volumes de soja, óleo de soja e milho durante conversas com o Ministério do Comércio da China nos últimos dias, disseram três fontes comerciais à Reuters.

Conforme os negociadores, existe possibilidade de um colapso no fornecimento devido às infecções por coronavírus.

Por exemplo, um porto de origem ou destino pode fechar”, disse um trader sênior de um dos maiores processadores de alimentos da China, que conversou na semana passada com autoridades para discutir compras.

As coisas não parecem bem no Brasil”, disse um negociador, referindo-se ao principal fornecedor de soja da China e importante exportador de carne, cujo número de casos da Covid-19 superou os de Espanha e Itália.

Uma segunda fonte na China informada por uma pessoa que participou de uma das reuniões disse que o Ministério do Comércio da China se reuniu com algumas estatais nos últimos dias para discutir como garantir suprimentos durante a pandemia.

 

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Agricultura

China pede suspensão de compras de soja e carne suína dos EUA

Situação fica novamente tensa após pronunciamento do presidente americano 

O início de semana e um novo mês para o mercado da soja na Bolsa de Chicago, mostrou os traders (compradores) bastante cautelosos diante dos últimos acontecimentos envolvendo China e Estados Unidos.

Dessa forma, a segunda-feira começou com as cotações operando em campo positivo com leves altas entre 0,25 e 0,75 ponto.

Assim, o julho era negociado a US$ 8,41, o agosto a US$ 8,43 e o setembro a US$ 8,46 por bushel.

De acordo com os analistas, os mercados de grãos estão estáveis diante das expectativas das relações entre China e Estados Unidos, que passam por novas tensões, e frente ainda às previsões climáticas favoráveis para a nova safra de grãos dos EUA.

Na última sexta-feira o presidente americano Donald Trump fez duras acusações contra a China e afirmou que irá iniciar um processo de retirada de privilégios de Hong Kong.

A nação asiática por sua vez, respondeu dizendo que a medida é “imprudentemente arbitrária”.

Diante disso o mercado espera, ainda segundo analistas e consultores de mercado, uma nova resposta dos EUA à China.

Enquanto isso, os compradores temem pelo futuro da demanda dos chineses no mercado norte-americano e dos impactos dessa possível limitação nos preços.

No caso da soja, é sabido da necessidade da China pela soja americana diante da baixa disponibilidade de produto no Brasil.

Ocorre porém , circularam noticias hoje pela manhã de que a China pediu a suas empresas estatais que suspendam compras de soja e carne suína dos Estados Unidos.

Isso ocorre após o governo norte-americano ter afirmado que iria eliminar o tratamento especial dos EUA a Hong Kong para punir Pequim.

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Agricultura

Especialista comprova perdas na safrinha de milho devido a estiagem

Ilustrativa

Os números do Departamento de Economia Rural, da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, confirmam os efeitos negativos da severa estiagem pela qual o Paraná passa há um bom tempo.

É o caso da segunda safra de milho, cuja produção caiu em 1 milhão e 600 mil toneladas com relação à estimativa inicial, que era de aproximadamente 12 milhões e 800 mil toneladas.

A segunda safra de feijão também sofreu o impacto da estiagem e teve perdas em torno de 39%.

Apesar destas perdas, a estimativa é de uma produção de 40 milhões e 600 mil toneladas de grãos na safra 2019/2020, volume 13% superior ao da safra 2018/2019, muito por causa da soja, com volume recorde de 20 milhões e 700 mil toneladas, 28% superior ao da safra 2018/2019.

Doutor em Fitosanidade, o profissional do Instituto Água e Terra, Claudinei Antônio Minchio, de São Jorge do Ivaí, vistoriou lavouras da região para verificar a incidência da “cigarrinha do milho” e chegou a seguinte constatação…

 

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Agricultura

Atualização dos rebanhos continua a passos lentos na região

Com parte do protocolo a ser cumprido pelo Estado no processo de reconhecimento de área livre de febre aftosa sem vacinação, está ocorrendo a etapa de atualização dos rebanhos, procedimento que substitui as campanhas anuais de vacinação dos bovinos e búfalos.

Alem da busca do reconhecimento de área livre, a Adapar faz questão de alertar que, por conta da pandemia do coronavirus, os abates foram suspensos no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, ao passo que, aqui no Paraná continuam normalmente em todos os frigoríficos.

Para os técnicos da Adapar é hora de demonstrar que a Região Oeste e o Paraná cuidam da sanidade do seus rebanhos e isso permite a continuidade da exportação.

Outro fator que precisa ser levado em consideração, é que a atualização vai evitar transtornos ao produtor no momento da necessidade da GTA para o transporte de animais.

Na unidade veterinária da Adapar local, que reúne os municípios de Marechal Cândido Rondon, Entre Rios do Oeste, Pato Bragado, Mercedes e Quatro Pontes, são 3.366 produtores e desses, 918 atualizaram seus rebanhos até agora, ou seja, apenas 27,27% .

Marechal Cândido Rondon; dos 1.877 produtores, 515 atualizaram; 27,44%.

Entre Rios do Oeste: 275 produtores; 46 atualizaram; 16,73%

Pato Bragado: 302 produtores; atualizaram 103 ; 34,11%

Mercedes: 527 produtores ; atualizaram 142 ; 26,94%

Quatro Pontes : 385 produtores; 112 atualizaram ; 29,09%.

O médico veterinário Loreno Tafarel reafirma a importância de que os produtores não deixem para atualizar os números na ultima hora e menciona a questão da Guia de Transporte Animal…..

 

A Copagril, visando contribuir com as atualizações está com os formulários em suas lojas agropecuárias, onde o produtor poderá preencher e assinar o documento que a própria cooperativa encaminhará para a Adapar.

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