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Policial / Trânsito

Ministério Público divulga numero de mortes em confrontos com policiais no Paraná

As mortes em confrontos com policiais (militares e civis) e guardas municipais no Paraná, no primeiro semestre de 2020, chegaram a 184, sendo 183 em confrontos com policiais militares e uma com guarda municipal – não houve mortes em confrontos com policiais civis.

O número representa aumento de 13,58% em relação ao mesmo período do ano passado, quando ocorreram 162 mortes.

Os dados foram divulgados ontem pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, que tem entre suas funções o controle externo da atividade policial.

O controle estatístico das mortes em confrontos policiais pelo Gaeco faz parte de estratégia institucional de atuação do MPPR com o objetivo de contribuir para diminuir a letalidade das abordagens conduzidas pela polícia.

As iniciativas do Ministério Público com esse intuito são constantemente discutidas com representantes da Secretaria de Estado da Segurança Pública, da Polícia Civil e da Polícia Militar.

Cidades com maior número de mortes em confrontos com policiais militares no 1º semestre de 2020

Curitiba 48;  Londrina 29; São José dos Pinhais 14; Colombo 7; Prudentópolis 7; Foz do Iguaçu 6; Piraquara 5; Fazenda Rio Grande 4; Ponta Grossa 4; Toledo 4 e Umuarama 4

Curitiba foi a única cidade na qual houve também uma morte em confronto com guarda municipal: não houve registro de mortes em confronto com policiais civis no primeiro semestre de 2020 no Paraná.

 

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Policial / Trânsito

Jovem de 22 anos é detido acusado de matar o pai em Toledo; situações de violência doméstica motivaram o crime

Foto: Toledo News

A morte de Bruno Sobota, de 53 anos, ocorrida no meio da tarde da última terça-feira, 31 de janeiro, foi solucionada em menos de 24 horas pela Polícia Civil de Toledo (PC). O filho da vítima, de 22 anos, foi apreendido e confessou o crime. O filho mais novo tem 14 anos e sabia das intenções do irmão mais velho e também foi apreendido.

Bruno foi morto com um tiro na cabeça dentro de sua residência, localizada na Rua Mathias Fuhr, no Jardim São Francisco. A vítima vendia peixes e era muito conhecida na vizinhança. Ele residia com a esposa e com o filho de 14 anos.

Conforme as investigações realizadas pela Polícia Civil, o filho mais jovem estava no banheiro no momento do ocorrido e não presenciou a morte do pai. A mãe estava trabalhando e não sabia da intenção do filho mais velho.

O delegado-chefe da 20ª Subdivisão Policial de Toledo (20ª SDP), Alexandre Macorin, afirmou que o crime foi planejado pelo filho mais velho. “A mecânica do crime é a seguinte. O filho de 22 anos planejou e executou tudo, enquanto o menor de idade apenas sabia das intenções do irmão e colaborou com as investigações”. O delegado ressaltou ainda que não é a intenção da Polícia manter o menor de idade sob custódia. “Vamos informar o Poder Judiciário que a Polícia não tem a intenção de manter o menor sob custódia. Ele colaborou com as investigações e não participou do ato de execução, mas somos profissionais e ele confessando que sabia do que iria ocorrer, a gente achou que o mais indicado era mantê-lo em custódia inicialmente e deixar o Judiciário decidir”, esclareceu.

O rapaz de 22 anos foi preso em flagrante no início da noite de ontem, 31. Ele residia em um bairro próximo e matou o pai com um tiro na cabeça. Em seguida fugiu em uma motocicleta Honda CG Fan 150, de cor azul. Posteriormente veio até a casa do seu pai, já com um carro.

Uma câmera de segurança da região flagrou a motocicleta saindo do local logo após o homicídio. Em conversas com o autor, ele disse que não havia utilizado a motocicleta, pois estava estragada, mas foi possível identificar que o motor estava quente, indicando a utilização nas duas horas anteriores.

Macorin também passou mais detalhes de como foi a execução do homicídio. “Ele morreu com um tiro na cabeça. A arma que foi recuperada, é um revólver calibre .38 e que estava com todos os estojos dentro, um deflagrado, um picotado e os demais intactos, levando a crer que ele deu um segundo tiro, ou de uma forma menos provável teria falhado o primeiro. Caso tivesse falhado o primeiro, talvez teria tido tempo de reação, mas nós não acreditamos que houve tempo para isso pelo seguinte, o freezer estava aberto e tinha sangue da vítima dentro dele. Então a gente entende que ele estava ali mexendo, uma vez que trabalhava com a venda de peixes”.

As motivações do crime estão relacionadas a situações de violência doméstica praticadas pela vítima, como explicou Alexandre Macorin. “O senhor Bruno, a vítima era uma pessoa de difícil trato, tinha péssimo relacionamento com os vizinhos, com os amigos e dentro de casa não era diferente, um mau relacionamento com a esposa, com os filhos e ultimamente vinha ameaçando bastante a mulher e estava em processo de separação. O filho já tinha falado outras vezes em fazer isso, e dessa vez acabou cometendo esse ato extremo”.

O delegado enfatizou a rapidez na ação da Polícia Civil e o bom trabalho de sua equipe para a rápida elucidação do crime. “A Polícia Civil considera esse caso 100,00% resolvido. Nesse sentido, eu quero destacar todo o trabalho em equipe e a dedicação de todos os profissionais do setor de homicídios, de todos os policiais e dos delegados que trabalharam no caso. Foi um crime planejado, e ao contrário do que parecia não era de difícil resolução”, destacou.

O advogado de defesa do jovem de 22 anos, Gustavo Paiva, afirmou que o crime foi cometido em legítima defesa. “Ele é um menino extremamente carinhoso, dócil, família, é casado, trabalha. Estamos diante do caso de um casamento de 23 anos onde a vítima exercia pressão psicológica e violência no lar. Nós inclusive encontramos dois instrumentos que seriam utilizados pela vítima para matar a esposa, ou seja, ele poderia estar velando a mãe hoje. Os relatos dele é de que o convívio com o pai era insuportável, inclusive o menino menor de idade precisará passar por um tratamento psicológico para suportar toda essa situação”, informou o advogado.

Fonte: Toledo News
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Geral

Rondonense de 61 anos fica ferida após ser atacada por cachorro solto na rua

Ela foi salva por vizinhos que afastaram o animal

 

Na tarde de ontem (31) a Polícia Militar de Marechal Cândido Rondon foi acionada para prestar apoio ao Corpo de Bombeiros na rua Colombo esquina com rua Paraná, onde uma senhora foi mordida por um cachorro solto na rua.

A mulher de 61 anos teve um ferimento e sangramento na perna, devido a mordida do animal.

Segundo a vítima, ela passava pela rua quando foi atacada, sendo salva por vizinhos que afastaram o cão.

Os policiais conversaram com a dona do animal sobre os cuidados e a responsabilidade dela como tutora, e ela disse estar ciente da situação.

A idosa foi encaminhada para atendimento médico na UPA. Ela também foi orientada, sobre caso tivesse interesse em representar contra a responsável pelo cachorro.

 

 

Fonte: Aquiagora

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Geral

Idosa desaparece no distrito rondonense de Margarida

Divulgação

Antoninha Paradzinski saiu de casa ontem pela manhã e não retornou mais

 

Nesta segunda-feira (30) Polícia e Bombeiros de Marechal Cândido Rondon foram acionados no distrito de Margarida após o desaparecimento de uma senhora de 67 anos.

A filha da idosa registrou um boletim de ocorrência por volta do meio-dia de ontem, no qual relata que a mãe saiu de casa ontem pela manhã sem avisar ninguém e não retornou.

Buscas foram iniciadas na tentativa de localizar Antoninha Paradzinski.

Informações sobre o paradeiro da senhora Antoninha podem ser passadas para os telefones da família (45) 99951-3041 e (45) 99815-1045, ou para Polícia Militar pelo 190.

 

Fonte: Aquiagora

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