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Agricultura

Ministra diz que agropecuária e meio ambiente não são premissas conflitantes

Valter Campanato/Agência Brasil

Durante o Fórum de Investimentos Brasil 2019, na capital paulista, ontem, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Tereza Cristina disse que o crescimento do setor agropecuário e a proteção do meio ambiente não são premissas conflitantes.

 Projeções são otimistas para grãos e carnes nos próximos anos 

Segundo ela “o Brasil é uma potência agroalimentar, mas também é uma potência ambiental. Apesar de neste momento isso ser altamente questionado. Para seguir incrementando a produção nacional e minimizando os impactos ao meio ambiente, o governo brasileiro e o setor privado precisam continuar trabalhando juntos”.

Para Tereza Cristina, os grandes produtores rurais estão cientes de que a sustentabilidade da sua produção afeta a aceitação dos seus produtos nos mercados externos, e de que estão sob influência de mudanças climáticas.

A ministra acrescentou que: “A agricultura é um dos setores mais afetados pelos efeitos das mudanças climáticas, temperaturas médias mais altas, mudanças das chuvas, aumento na frequência e intensidade de eventos climáticos assim como a possibilidade de aumento de danos causados por pragas e doenças poderão afetar fortemente o trabalho no campo”.

Projeções mencionadas por ela apontam que nos próximos dez anos a produção brasileira de grãos crescerá 27%, carne bovina 19%, suína 25% e frango 28%.

Parte dessa produção será destinada ao mercado externo, contribuindo para garantir a segurança alimentar e nutricional global.

A propósito, números apesentados pelo Ministério da Agricultura mostram que as exportações de milho alcançaram recorde histórico para os meses de setembro em quantidade e valor.

Segundo o Mapa, foram exportadas 6 milhões e meio de toneladas, equivalente a 1 bilhão e 100 milhões de dólares.

Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, a safra de milho 2018/2019 foi recorde, o que aumentou a oferta do cereal e ampliou o excedente para exportação.

Os embarques do milho também tiveram desempenho favorável no acumulado do ano, de janeiro a setembro, chegando a 4 bilhões 980 milhões de dólares, com a expansão de 130% na quantidade comercializada .

Os principais países compradores do milho brasileiro foram, pela ordem: Japão, Coreia do Sul, União Europeia , Vietnã e Taiwan.

O algodão foi outro produto com destaque nas exportações com incremento nas vendas no mês de 50%, com 229 milhões de dólares e embarques de 142 mil de toneladas.

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Agricultura

Produtores de leite de Toledo farão carreata hoje para protestar e pedir ajuda

Produtores de leite de Toledo promovem hoje uma carreata nesta para cobrar melhorias e ajuda para enfrentar uma série de dificuldades que o setor vem sofrendo há alguns anos.

A saída será às 13 horas e 30 minutos em frente a Pontifícia Universidade Católica , seguindo pela Avenida Ministro Cirne Lima, Avenida Parigot de Souza, em frente a Prefeitura, retornando pela Avenida Ministro Cirne Lima e passando pela Rua São João, Avenida Maripá, Avenida José João Muraro, concluindo o trajeto por volta das 15 horas, em frente a APA Lar dos Idosos.

No local os líderes do movimento farão uma breve explanação sobre as reivindicações dos produtores e também haverá a distribuição de produtos derivados do leite para a APA Lar dos Idosos.

Outra ação do grupo será a doação de sangue para o Hemocentro de Toledo, que está sofrendo com a escassez de sangue neste momento de pandemia do novo Coronavírus .

Os produtores ressaltam que o ato será pacífico, ordeiro, organizado e cumprirá todas as recomendações sanitárias, visando evitar o contágio pela Covid-19.

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Agricultura

China pede suspensão de compras de soja e carne suína dos EUA

Situação fica novamente tensa após pronunciamento do presidente americano 

O início de semana e um novo mês para o mercado da soja na Bolsa de Chicago, mostrou os traders (compradores) bastante cautelosos diante dos últimos acontecimentos envolvendo China e Estados Unidos.

Dessa forma, a segunda-feira começou com as cotações operando em campo positivo com leves altas entre 0,25 e 0,75 ponto.

Assim, o julho era negociado a US$ 8,41, o agosto a US$ 8,43 e o setembro a US$ 8,46 por bushel.

De acordo com os analistas, os mercados de grãos estão estáveis diante das expectativas das relações entre China e Estados Unidos, que passam por novas tensões, e frente ainda às previsões climáticas favoráveis para a nova safra de grãos dos EUA.

Na última sexta-feira o presidente americano Donald Trump fez duras acusações contra a China e afirmou que irá iniciar um processo de retirada de privilégios de Hong Kong.

A nação asiática por sua vez, respondeu dizendo que a medida é “imprudentemente arbitrária”.

Diante disso o mercado espera, ainda segundo analistas e consultores de mercado, uma nova resposta dos EUA à China.

Enquanto isso, os compradores temem pelo futuro da demanda dos chineses no mercado norte-americano e dos impactos dessa possível limitação nos preços.

No caso da soja, é sabido da necessidade da China pela soja americana diante da baixa disponibilidade de produto no Brasil.

Ocorre porém , circularam noticias hoje pela manhã de que a China pediu a suas empresas estatais que suspendam compras de soja e carne suína dos Estados Unidos.

Isso ocorre após o governo norte-americano ter afirmado que iria eliminar o tratamento especial dos EUA a Hong Kong para punir Pequim.

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Agricultura

Especialista comprova perdas na safrinha de milho devido a estiagem

Ilustrativa

Os números do Departamento de Economia Rural, da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, confirmam os efeitos negativos da severa estiagem pela qual o Paraná passa há um bom tempo.

É o caso da segunda safra de milho, cuja produção caiu em 1 milhão e 600 mil toneladas com relação à estimativa inicial, que era de aproximadamente 12 milhões e 800 mil toneladas.

A segunda safra de feijão também sofreu o impacto da estiagem e teve perdas em torno de 39%.

Apesar destas perdas, a estimativa é de uma produção de 40 milhões e 600 mil toneladas de grãos na safra 2019/2020, volume 13% superior ao da safra 2018/2019, muito por causa da soja, com volume recorde de 20 milhões e 700 mil toneladas, 28% superior ao da safra 2018/2019.

Doutor em Fitosanidade, o profissional do Instituto Água e Terra, Claudinei Antônio Minchio, de São Jorge do Ivaí, vistoriou lavouras da região para verificar a incidência da “cigarrinha do milho” e chegou a seguinte constatação…

 

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