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No Paraná, 36% dos empresários acham que sua empresa fechará em um mês

Ilustrativa

Os primeiros dias de restrição à circulação de pessoas e isolamento social, em decorrência do Coronavírus, já atingem o equilíbrio financeiro das empresas e ameaça a sobrevivência de milhões de pequenos negócios no país.

Segundo pesquisa feita pelo Sebrae, 88% das micro e pequenas empresas do Paraná já observam uma queda no seu faturamento; no Brasil, esse porcentual é de 89%.

No Paraná, 36% acha que sua empresa fechará em um mês.

No Brasil, 36% dos empreendedores afirmam que precisarão fechar o negócio permanentemente, em 1 mês, caso as restrições adotadas até agora permaneçam por mais tempo.

A pesquisa, feita entre os dias 20 e 23 de março, junto a um universo de 9.105 donos de pequenos negócios – sendo 794 (8,7%) deles com sede no Paraná, revelou que, na média, a redução no faturamento das empresas foi de 69%.

Os empresários ouvidos pelo Sebrae ressaltam que, mesmo adotando uma estratégia de venda online, o faturamento anual do negócio sofreria uma queda de 74%, caso as políticas de isolamento social sejam mantidas por um período de dois meses.

Com a expressiva queda nas vendas, 54% dos empreendedores já preveem que precisarão solicitar empréstimos para manter o negócio em funcionamento sem gerar demissões.

Avaliando as perspectivas da economia brasileira, 33% dos empresários entrevistados acreditam que o país deve levar um ano ou mais para voltar ao normal.

As medidas de restrição ao deslocamento de pessoas já fizeram com que 42% dos empresários tomassem a decisão de fechar temporariamente o negócio e levou 26% a reduzir a jornada de trabalho da empresa.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa confirma a importância e a urgência de medidas de socorro aos pequenos negócios.

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Bate à porta Difusora Copagril no Asilo Lar Rosas Unida (05/06/2020)

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Pescadores de Porto Mendes retiram mais de uma tonelada de lixo do Lago de Itaipu

Em comemoração ao Dia Internacional do Meio-ambiente, celebrado nesta sexta-feira, 05 de junho, pescadores da colônia de pesca Z-15 de Porto Mendes, em parceria com a Itaipu e o Conselho de Municípios Lindeiros, realizaram um mutirão para a retirada de lixo do lago de Itaipú, num trecho de aproximadamente 20 km,  entre os distritos rondonenses de Porto Mendes e Bom Jardim.

Conforme Marino Geraldo Both, presidente da Colônia de Pescadores, o trabalho teve a participação e 29 pessoas e foram utilizadas 15 embarcações, e foi coletado mais de uma tonelada de lixo, na sua quase totalidade plástico reciclável.

A atividade vem sendo realizada há 5 anos e, conforme Marino Both, apesar da grande quantidade de lixo recolhido, anualmente vem se verificando uma diminuição gradativa da quantidade de lixo depositado no lago de Itaipu, mostrando um aumento na conscientização na preservação do meio-ambiente.

“Ainda precisamos melhorar muito, mas aos poucos estamos verificando que as pessoas estão cuidando mais de meio-ambiente, separando o lixo bom e encaminhando para a reciclagem”, mencionou o líder dos pescadores.

A atividade também teve o apoio da Prefeitura de Marechal Cândido Rondon, através da Secretaria de Agricultura de Meio-ambiente.

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Nem a habitação popular escapa das tentativas de golpes

As tentativas de golpes contra os cidadãos se multiplicam e se diversificam em Marechal Rondon, conforme denúncias recebidas pelo Departamento de Comunicação do município. A mais nova forma de golpe detectada está relacionada ao setor de habitação.

Segundo relatos de pessoas da comunidade, elementos desconhecidos telefonam, se fazendo passar por funcionário público, dizendo que determinada família foi contemplada com uma moradia popular. Para que o procedimento seja efetivado, os golpistas solicitam o envio de documentos pessoais, via whatsApp, e se comprometem a visitar a referida família após o horário de expediente para tratar da suposta liberação da casa.

A administração municipal rondonense esclarece que não há esse tipo de ação em curso, e orienta às famílias para que não forneçam documentos pessoais a estranhos. Caso receba uma chamada telefônica desse tipo, a pessoa deve entrar em contato com as autoridades e fazer a denúncia, de preferência identificando o número de telefone de origem da chamada.

Fonte: Assessoria

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