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Agricultura

Novas regras para guardar sementes entram em vigor no dia 21 de março

A partir do dia 21 de março, os produtores rurais terão novas regras para seguir se optarem por guardar sementes de uma safra para outra.

O Decreto 10.586 de 2020 será o novo marco regulamentador da prática, o que vai exigir adequação por parte dos agricultores.

O assunto foi o tema principal da primeira reunião de 2021 da Comissão Técnica de Cereais, Fibras e Oleaginosas da FAEP.

O encontro ocorreu de forma virtual com a participação de mais de 140 pessoas, entre membros da CT, presidentes e trabalhadores dos sindicatos rurais de todas as regiões do Paraná.

Segundo o presidente da Comissão Técnica, Nelson Paludo, as sementes salvas são um tema muito importante, já que é um direito e sempre pregamos para que seja exercido dentro da legalidade.

Por sua vez, Ana Paula Kowalski, do Departamento Técnico e Econômico da FAEP, lembrou que apesar das regras começarem a valer em março, é preciso atenção por causa da dinâmica da safra.

As sementes que serão usadas na safra 2021/22 precisam ter o planejamento e cumprir todos os trâmites necessários junto às autoridades fitossanitárias na temporada atual [2020/21].

Na ocasião, o auditor fiscal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ildomar Fischer, fez uma explanação sobre toda a legislação e portarias que regulamenta o tema, além de falar sobre as peculiaridades para guardar sementes nas principais culturas, como milho e soja.

Entre as principais mudanças destacadas por Fischer está a exigibilidade da declaração de reserva de sementes para uso próprio para todas as cultivares, tanto protegidas quanto para uso próprio.

Outro ponto importante é a tolerância de uma reserva técnica para a quantidade final reservada.

Além disso, a reserva feita em desacordo com as normas vai passar a ser considerada produção ilegal de sementes, com autuação administrativa equivalente a “produtor pirata”.

Quem tiver dúvidas sobre como proceder em relação às sementes salvas, basta procurar o Sindicato Rural em que é associado.

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Agricultura

Sindicato Rural alerta pecuaristas sobre fim do prazo para cadastrar rebanhos

Apesar de faltar somente uma semana para o fim do prazo dado pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Paraná, é grande o número de pecuaristas que ainda não cadastrou os rebanhos.

 

Devem ser cadastrados todos os animais das propriedades, agropecuárias do Estado, como bois, búfalos, cabras, ovelhas, suínos, cavalos, jumentos, mulas, abelhas, galinhas e peixes.

A atualização é obrigatória para todos os produtores rurais com animais de produção de qualquer espécie sob sua guarda, sob pena de não conseguirem a Guia de Trânsito Animal e ainda serem multados.

Até ontem, terça-feira, nos municípios da área de atuação da unidade da Adapar de Marechal Cândido Rondon, 2.667 dos 3.276 pecuaristas cadastrados haviam atualizado seus rebanhos.

Em Entre Rios do Oeste ainda faltam 47 produtores; em Pato Bragado também 47; em Quatro Pontes 83; e em Marechal Cândido Rondon 343 pecuaristas ainda não realizaram o cadastramento.

Esses 609 produtores dos cinco municípios da microrregião têm prazo para atualizarem os cadastros dos animais até a próxima quarta-feira, dia 30, data apontada para o encerramento da campanha.

O presidente do Sindicato Rural de Marechal Cândido Rondon, Edio Chapla, reforça a necessidade de todos os pecuaristas providenciarem o cadastramento dos rebanhos…..

 

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Agricultura

Plano Safra 2021/2022 será lançado hoje a tarde

Imagem ilustrativa da internet

O Governo Federal lançará, nesta terça-feira (22), o Plano Safra 2021/22, que traz os recursos do crédito rural para apoiar a agropecuária nacional.

A cerimônia ocorrerá às 16h30  no Palácio do Planalto, com as presenças do presidente Jair Bolsonaro, e da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento , Tereza Cristina.

A cerimônia será transmitida pela EBC e pelas redes sociais do Planalto e do Mapa.

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Agricultura

Policia rondonense fecha o cerco contra fertilizantes adulterados

Foto: ADAPAR

Cargas foram apreendidas em Mal Rondon e Mercedes

Nos últimos anos a agricultura brasileira teve um salto em produtividade e esse resultado positivo  de deve  a diversos fatores como clima favorável para o desenvolvimento das culturas, utilização dos defensivos agrícolas para combate de pragas e doenças, melhoramento genético das plantas para alta produção e adequação do solo com utilização dos corretivos e fertilizantes.

Com o uso dos fertilizantes foi possível tornar um solo pobre em nutrientes em um solo agricultável e produtivo por muito tempo.

A matéria-prima deste insumo geralmente é importada de outros países e cotada em dólar e por isso apresenta significativo impacto no custo de produção do agricultor.

Devido a seu alto valor agregado, os fertilizantes frequentemente são objeto de adulteração em sua qualidade.

Em  2016 a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná – ADAPAR atendeu casos de adulteração de fertilizantes que ocorreram nos municípios de Toledo e Cascavel.

Na oportunidade, os agricultores adquiriram um total de aproximadamente 200 toneladas de fertilizantes produzidos por empresa idônea no mercado e que foram comercializados por estabelecimentos comerciais devidamente registrados.

 No entanto, ao iniciar a semeadura, os agricultores perceberam

anormalidades nas características físicas do produto e comunicaram a Agência para averiguar possíveis irregularidades.

Após amostragem oficial o resultado laboratorial acusou deficiência em todos os nutrientes garantidos nos produtos, constando que os lotes analisados não continham praticamente nenhum dos elementos na composição.

Caso semelhante ocorreu em 2019 no Estado do Mato Grosso causando prejuízos milionários para diversos agricultores.

Neste ano, a  Polícia Civil de Marechal Cândido Rondon-PR iniciou investigação durante os meses de abril e maio sobre a ocorrência de adulteração de fertilizantes que foram entregues na região oeste do Paraná.

     De acordo com o Delegado da Polícia Civil, Dr. Rodrigo Baptista Santos, no dia 07 de maio foi verificado a chegada de dois caminhões carregados de adubos vindos do Porto de Paranaguá e entregues em  empresas localizadas em Marechal Cândido Rondon e Mercedes que apresentavam-se adulterados para fórmulas de péssima qualidade sendo então foi realizada a abordagem dos mesmos..( Ouça Delegado Rodrigo)

 

Fonte: ADAPAR

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