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O Núcleo de Imobiliárias traça novos objetivos após Expo Rondon

Após o sucesso a Feira de Imóveis, realizada durante a Expo Rondon, o Núcleo de Imobiliária da Associação Comercial e Empresarial de Marechal Cândido Rondon começa a traçar novos objetivos.

Com o objetivo de trazer novidades para o ramo imobiliário, o Núcleo de Imobiliárias Marechal Cândido Rondon realizou nos dias 25 a 28 de julho, durante a Expo Rondon 2019, a Feira de Imóveis.

Além de oferecer os serviços, garantias e segurança para quem quer vender ou adquirir um imóvel, o Núcleo ofereceu um estande todo pensado para atender a todos os clientes.

A Feira de Imóveis tinha como expectativa apresentar novas parcerias, com o grande destaque na disponibilidade de imóveis no litoral de Santa Catarina.

Além de que todas as empresas nucleadas – Activa Corretora de Imóveis, Cataratas Empreendimentos, Certo Imóveis, Edemar Imóveis, Farol Imóveis, Imobiliária Bom Negócio, Imobiliária Waldow, Imobiliária Joris, Ivar & Valdir Imóveis, Magrão Imóveis e Plano Empreendimentos Imobiliários Ltda – pudessem apresentar seus imóveis, e todos os colaboradores das empresas nucleadas pudessem se envolver na feira.

Para Roberto Afonso Thomé, “Beto”, coordenador 2019/2020 do Núcleo de Imobiliárias, a Feira de Imóveis trouxe uma oportunidade para quem queria conhecer melhor o trabalho que envolve as empresas dentro do Núcleo Setorial de Imobiliárias e, para isso, foi distribuído para os visitantes um jornal informativo que abrangia temas que envolvem o ramo imobiliário.

Com essa possibilidade de agregar o elemento imobiliário, a Feira de Imóveis trouxe inúmeros benefícios, inclusive para quem deseja ou está interessado em vender ou adquirir algum imóvel, atrelando a segurança de contratar uma imobiliária de confiança e um profissional habilitado que facilite essa transação, sendo ele o Corretor de Imóveis.

A feira foi uma vitrine para atrair o público, com o objetivo de que o vínculo com os clientes de todas as empresas nucleadas fosse reforçado e renovado. “Saímos com o sentimento de dever cumprido, com um investimento na feira, do setor imobiliário, nunca visto antes”, acrescenta Beto.

Um dos nucleados, também delegado do CRECI, Celson José Joris, sócio proprietário da Imobiliária Joris, aponta que a importância de participar de uma feira eleva a organização da classe imobiliária e mostra a união das empresas.

Agora, o objetivo é dar sequência aos trabalhos individuais e coletivos das empresas, fortalecendo a cada dia a parceira em benefício aos clientes fidelizados e novos do Núcleo de Imobiliária.

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Geral

Novo Decreto flexibiliza ações contra o covid 19 em Pato Bragado

Atividades industriais e da construção civil foram retomadas hoje pela manhã

Os setores industriais e da construção civil em geral retornaram, na manhã de hoje às atividades em Pato Bragado.

No último dia 23 de março, baseado na pandemia e nas deliberações do Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus , o prefeito Leomar Rohden, instituiu o Decreto nº 051 com várias medidas emergenciais de controle e prevenção, entre elas, o “Toque de Recolher”, das 20 horas até às 6 horas do dia seguinte, a suspensão de serviços e atividades nos setores industriais e da construção civil, além do comércio, bem como outros não essenciais e a adoção do sistema de home office e de teletrabalho para os servidores públicos municipais, todos até o dia 31 de março.

Ontem, dia 29 , o prefeito Mano publicou novo decreto, o de nº054 , autorizando o trabalho nos setores industriais e da construção civil, em geral.

A medida foi tomada após reunião com o Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus, representantes da Câmara de Vereadores e da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária .

Possivelmente amanhã , dia 31 , será realizada nova reunião com o comitê e deliberadas novas mudanças em relação as atividades no comércio local e do funcionalismo público.

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Geral

Partidos começam a discutir impacto na eleição pela pandemia do Covid 19

TSE garante que discussão de adiamento é prematura

Diante das circunstâncias impostas pela pandemia de novo coronavírus, o debate sobre a possibilidade de adiamento das eleições municipais passou a predominar entre as executivas de partidos políticos em todo o País.

A votação tem o dia 4 de outubro como data definida por lei no calendário eleitoral, que define diversos outros prazos legais relacionados ao processo e que começam a trazer preocupação para as lideranças das siglas.

Ontem a presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Rosa Weber, reafirmou que o calendário eleitoral do pleito está sendo cumprido.

Em nota, a ministra avalia que, apesar do preocupante cenário criado pela pandemia, ainda é prematuro o debate sobre o adiamento das eleições municipais no atual momento.

Rosa Weber pontua porém, que a velocidade da evolução do quadro da pandemia exige permanente reavaliação das providências.

“No âmbito do Tribunal Superior Eleitoral , neste momento ainda há plenas condições materiais de cumprimento do calendário eleitoral, apesar da crise sem precedentes”, disse a ministra.

Apesar da manifestação, o impacto na organização política é sentida pelos partidos que terão de observar até o mês de maio, qual será o cenário real dos efeitos do coronavírus no país.

Alguns partidos já sugerem que: um eventual adiamento não pode ser encarado como possibilidade de “transferência das eleições” e sim que seja avaliada a hipótese de alterar a data, de outubro, para novembro ou dezembro.

O argumento é que todos os prazos do calendário eleitoral se referem a 60, 45, 30, 20 dias antes do dia de votação e portanto, não haveria empecilho em trocar de data mantendo os prazos para os atos legais.

Há quem diga também que, unir às eleições gerais não seria interessante para o aprimoramento político do país, pois os eleitores passariam a pensar nas decisões que mudam suas vidas a cada quatro anos, ao invés de dois.

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Agricultura

Produção de grãos pode superar 41 milhões de toneladas no Paraná

A primeira estimativa da safra de inverno, divulgada nesta sexta-feira pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, aponta que a produção total de grãos no Paraná poderá chegar a 41 milhões e 200 mil toneladas.

Esse volume é 14% superior ao da safra 18/19, quando foram produzidas 36 milhões e 200 mil toneladas.

Os dados do Departamento de Economia Rural mostram uma evolução significativa da colheita da soja, que alcançou 85% da área estimada.

Já a perspectiva de produção chegou a 20 milhões e 700 mil toneladas, um recorde histórico para o Paraná, 28% maior do que o volume produzido na safra anterior.

Com a evolução do milho safrinha, a área pode ter redução de 2%, porque houve atraso na colheita da soja, o que retardou a semeadura.

Ainda assim, a produção deve superar 12 milhões de toneladas.

O secretário Norberto Ortigara destacou que os trabalhos no campo seguem apesar da pandemia do coronavírus…..

 

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