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Geral

Paraguai e Brasil cancelam acordo sobre distribuição de energia da Itaipu

Isso deve frear pedido de impeachment do presidente paraguaio

Paraguai e Brasil decidiram ontem cancelar o acordo bilateral sobre a distribuição de energia da Usina Hidrelétrica de Itaipu firmado em maio e que provocou uma crise política que ameaça levar ao impeachment o presidente paraguaio, Mario Abdo Benítez.
Segundo nota divulgada pelo governo paraguaio, a chamada Ata Bilateral vai “voltar às instâncias técnicas para novas negociações sobre a contratação da energia elétrica de Itaipu.
Paraguai e Brasil decidiram deixar sem efeito o ato bilateral assinado em maio passado e a negociação sobre a contratação de energia elétrica da Itaipu Binacional é devolvida às instâncias técnicas”.
Segundo o comunicado, o pedido de cancelamento do acordo firmado em maio foi feito pelo governo paraguaio, diante da “oposição que surgiu internamente às condições estabelecidas no documento”.
Uma grave crise institucional se instalou no país por causa do acordo armado em segredo pelos governos brasileiro e paraguaio sobre os valores cobrados pela energia excedente da usina de Itaipu vendida ao Brasil pelo país vizinho.
Por causa do acordo, diversos integrantes do governo renunciaram e o presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, está sob ameaça de sofrer um julgamento político que pode levar ao seu impeachment.
O novo chanceler paraguaio, Antonio Rivas Palacios, afirmou que a decisão de cancelar o acordo foi comunicada ao embaixador brasileiro Carlos Simas Magalhães.
Na ata, o governo paraguaio havia concordado em pagar mais pela energia da hidrelétrica binacional de Itaipu.
Foi justamente a pressão brasileira para que o Paraguai declarasse uma contratação maior de energia dita “garantida”, deixando de contar com chamada “energia excedente”, que é mais barata, que provocou a crise.
De acordo com técnicos paraguaios, os gastos do país aumentariam em 200 milhões de dólares anuais.
Conforme a imprensa paraguaia, o cancelamento do acerto conseguiria frear no Congresso a tentativa de aprovar um pedido de julgamento político do presidente Benítez e seu vice, Hugo Velázquez, acusados pela oposição de “traição à pátria”.
O impasse existe por conta da diferença no preço que cada país paga pela energia: enquanto a Eletrobrás contrata toda a potência de que vai necessitar, dos 75 milhões de megawatts/hora que Itaipu produz anualmente, a Ande/Paraguaia contrata praticamente a metade do que vai consumir.
Sempre que precisa de mais energia, o Paraguai faz a chamada energia adicional, que é bem mais barata e, assim, os paraguaios têm tarifa menor que a dos brasileiros.
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Agricultura

Seminário de Soja e Milho da Copagril será na quinta-feira

A Copagril vai reunir grande parte de seu quadro social nesta quinta-feira, dia 26, na edição deste ano do Seminário de Soja e Milho.

A recepção aos associados será a partir das 13 horas e 30 minutos na AACC, seguindo-se a abertura e duas palestras.

A primeira sobre Seguro Agrícola, instrumento de proteção  de riscos e segunda sobre doenças foliares na cultura da soja.

O presidente da Copagril, Ricardo Chapla menciona que após dois anos,  em função da pandemia, o evento retorna no formato presencial, com importantes informações aos agricultores…….

 

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Geral

Acimacar promove café e palestra para celebrar o Dia da Indústria

Um café matinal nesta quarta-feira, na Associação Comercial e Empresarial de Marechal Cândido Rondon reunirá dirigentes e empresários para celebrar o “Dia da Indústria”.

 

Além de recepcionar os associados do setor com café da manhã, para celebrar o Dia da Indústria a entidade também promove a palestra “Indústria 4.0”, com o Engenheiro Mecânico e palestrante credenciado pelo Sebrae, Elpidio Costa.

A Indústria 4.0 engloba um amplo sistema de tecnologias avançadas como inteligência artificial, robótica, internet das coisas e computação em nuvem que estão mudando as formas de produção e os modelos de negócios no Brasil e no mundo.

O evento promovido pela Acimacar objetiva motivar a troca de experiências entre os empresários, trazer conhecimento e novas informações que podem ser aplicadas no cotidiano das empresas, fortalecendo a classe e, consequentemente, o crescimento das empresas e do setor industrial como um todo.

De outra parte, também fazendo parte da programação voltada aos industriais do município, a Acimacar fará nesta sexta-feira o lançamento do Fórum Empresarial 2022.

A  presidente da Associação Comercial e Empresarial de Marechal Cândido Rondon, Carla Rieger, comenta sobre mais estas duas iniciativas da entidade….

 

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Geral

Câmara de Vereadores aprova contas do ex-prefeito Edson Wasem de 2007

Foto: Assessoria

Por unanimidade, o Poder Legislativo de Marechal Cândido Rondon aprovou ontem (23) o Projeto de Decreto-Legislativo 6/2022. Ele dispõe sobre a regularidades das contas do Município no exercício de 2007, durante o governo do prefeito Edson Wasem.

A decisão dos vereadores seguiu o Acórdão de Parecer Prévio 24/2022, da Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR).

O órgão fiscalizador foi favorável à aprovação das contas. Porém, apresentou a ressalva de que, naquele ano, o Município realizou movimentação de recursos em banco privado, o que fere o artigo 164 da Constituição Federal, bem como o artigo 43 da lei de Responsabilidade Fiscal.

Como regra, o caixa dos Municípios deve ser mantido em instituições financeiras oficiais, ou seja, aquelas que sejam empresas públicas ou sociedade de economia mista da União ou dos Estados-membros.

Reféns

Na discussão que antecedeu a votação do Projeto de Decreto-Legislativo 6/2022, o vereador Moacir Froehlich defendeu a aprovação das contas do Município do exercício de 2007. Ele, que também foi prefeito de Marechal Cândido Rondon de 2009 a 2016, criticou a ressalva manifestada pelo TCE-PR.

“Este é mais um exemplo do quanto prefeitos e presidentes de Câmara estão enroscados no Tribunal de Contas por coisas mínimas. Falo isso porque também tenho pendências. Não só eu, mas também outros ex-prefeitos no Paraná inteiro”, desabafou Moacir Froehlich.

Segundo ele, por pequenos detalhes, gestores públicos muitas vezes precisam responder a processos e, em diversos casos, são obrigados a devolver dinheiro aos cofres públicos.

“Nosso Tribunal de Contas (do Paraná) é uma máquina de arrecadação de dinheiro de pessoas públicas por coisas ínfimas. Vou aprovar (as contas de 2007) porque sei o quanto isso perturba os homens públicos, pessoas de bem. O prefeito, às vezes, vira refém de pequenas coisas”, lamentou.

Na avaliação de Moacir Froehlich, para que os governos possam executar as obras e ações no ritmo demandado pela população, sem riscos de punições aos gestores públicos por pequenos detalhes, é urgente fazer a reforma administrativa no País. “Para que possamos superar essa burocracia”, ressaltou.

Fonte: Assessoria 
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