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Agricultura

Paraná aguarda com ansiedade reconhecimento internacional de área livre de aftosa

Paraná aguarda reconhecimento internacional de área livre de aftosa, para garantir ampliação de mercados.

Mesmo com todos os desafios impostos pela pandemia do novo coronavírus, o Paraná conseguiu manter o cronograma para o reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação.

A retirada da vacinação foi adiada em diversos estados  porém o  fato de o Paraná, assim como Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e Mato Grosso,  estar em um estágio mais avançado que a média nacional, o calendário segue mantido.

Desta forma em maio deste ano a Organização Mundial de Saúde Animal  deve chancelar o território paranaense como área livre da doença sem necessidade de vacina.

Conforme o  presidente do Sistema Faep\Senar-Pr, Ágide Meneguette,  trata-se de uma conquista que reúne todos os elos da cadeia produtiva e  uma vitória que vai alavancar a produção de proteínas animais no  Estado.

O processo de  reconhecimento do Paraná como área livre de febre aftosa sem vacinação está na reta final, pois todos os documentos necessários já foram encaminhados a OIE, que faz as últimas checagens do material.

É preciso lembrar que nos últimos dois anos, o território paranaense passou por diversas auditorias e avaliações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, antes que a pasta encaminhasse os detalhes que demonstram a robustez do sistema sanitário estadual.

Com isso, o setor aguarda o anúncio oficial pela OIE.

Rafael Gonçalves Dias, gerente de saúde animal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná , informa que além do trabalho desenvolvido ao longo de décadas, nos últimos anos houve toda uma mobilização para que o Estado saísse na frente em relação ao reconhecimento.

As auditorias do Mapa, que culminaram no reconhecimento nacional do Paraná como área livre de aftosa sem vacinação, em outubro de 2019, apontaram algumas pendências no sistema sanitário, que foram ajustadas com o passar do tempo.

Um dos únicos pontos que ainda aguarda resolução é a realização de um concurso público para contratação de fiscais agropecuários.

Agricultura

Marechal Rondon é o 5º município do Paraná em produção no agronegócio

Assessoria

Em 2020 foram quase R$ 1,5 bilhão em ativos. Apenas Toledo, Cascavel, Castro e Guarapuava obtiveram resultados maiores

 

Conforme relatório divulgado no site da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (SEAB), viabilizado pelo Departamento de Economia Rural (DERAL), Marechal Rondon é destaque quanto à produção agropecuária no estado. Os dados apontaram o Valor Bruto da Produção (VBP) referente ao ano de 2020.

O Valor Bruto da Produção é um índice de frequência anual, calculado com base na produção agrícola e pecuária municipal e nos preços recebidos pelos produtores. Engloba produtos da agricultura, da pecuária, da silvicultura, do extrativismo vegetal, da olericultura, da fruticultura, de plantas aromáticas, medicinais e ornamentais, da pesca, etc.

Além de fornecer dados sobre a produção agropecuária de todos os municípios do estado do Paraná, tal índice compõe o Fundo de Participação dos Municípios. O Valor Bruto da Produção tem uma participação de 8% no cálculo usado para a determinação do índice final a ser aplicado sobre a arrecadação do ICMS, que resulta na cota-parte devida a cada município.

Conforme o relatório, o município rondonense foi o 5º maior produtor no agronegócio no Paraná em 2020, com um total de ativos de R$ 1.499.182.362,78. Deste total, R$ 326 milhões se referem a suínos de corte, R$ 310 milhões oriundos de aves de corte, R$ 200 milhões através de leitões para recria, R$ 167 milhões através da soja (1ª safra), R$ 124 milhões contabilizados através do leite, R$ 119 milhões em silagem de milho e R$ 86 milhões através do milho (2ª safra). O restante é referente à produção de frutas, verduras, legumes, venda de outros animais, entre outros.

O município rondonense fica somente atrás de Toledo (R$ 3.497.883.392,36), Cascavel (R$ 2.278.420.131,21), Castro (R$ 2.265.677.837,96) e Guarapuava (R$ 1.606.028.851,14), entre os 399 municípios paranaenses.

Conforme o prefeito Marcio Rauber, este resultado é fruto de um agronegócio forte e diversificado, feito por agricultores que trabalham diariamente para melhorar a renda familiar e produzir sempre mais.

“Os produtores rurais são incansáveis batalhadores. Temos que agradecê-los pela dedicação e pelo trabalho. O poder público também tem sua parcela de contribuição. Oferecemos benefícios através de programas de incentivos de melhoramento genético, terraplanagens para a construção de aviários, chiqueirões, entre outros, por meio da Secretaria de Agricultura e Política Ambiental. O trabalho também consiste em oferecer condições adequadas para a o escoamento da produção, com a constante manutenção das estadas, através da Secretaria de Viação e Serviços Públicos, e com um grande programa de pavimentação com pedras irregulares e asfalto, que já beneficiou quilômetros de vias no interior. Marechal Rondon está de parabéns pelos resultados alcançados, em termos de produtividade e produção global”, mencionou o mandatário municipal.

O secretário de Agricultura e Política Ambiental, Adriano Backes, mencionou que as propriedades rurais se tornaram verdadeiras indústrias de alimentos. “Por orientação do prefeito Marcio Rauber, temos concentrado nossas ações no apoio aos produtores rurais, responsáveis por grande parte da geração de divisas no município. Peixes, aves, suínos, leite, grãos, gado de corte, entre outras atividades, compõem a diversificada linha do agronegócio rondonense. Grande parte dos produtores investe em mais de duas atividades. Tecnologias de ponta são empregadas, o que garante uma produção cada vez maior. Parabenizamos a todos. É um resultado expressivo que pode crescer ainda mais”, destacou Backes.

 

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Fonte: Assessoria

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Agricultura

Concurso 2021 do Programa Agrinho abre inscrições

O concurso da edição 2021 do Programa Agrinho abriu ontem,  1º de agosto as inscrições , cujos  trabalhos podem ser enviados até o dia 15 de setembro.

 

 Tema deste ano é  “Do campo à cidade: saúde é prioridade

 

O processo deve ser realizado de forma online pelo site www.sistemafaep.org.br, sem envio de documentação pelos Correios.

A premiação está marcada para acontecer no dia 17 de novembro, também online.

Neste ano, o programa desenvolvido pelo Sistema FAEP/SENAR-PR traz o tema “Do campo à cidade: saúde é prioridade”.

Dessa forma, o Agrinho mantém o foco no bem-estar, com assuntos relacionados à saúde física, mental, emocional e social, principalmente devido à continuidade da pandemia do novo coronavírus.

O Concurso Agrinho já é uma tradição na educação do Paraná e a cada ano tem  uma adesão maior por parte de escolas, professores e alunos.

Por conta da pandemia, ano passado e esse ano  foi adaptado   para o formato virtual para poder acolher todos os trabalhos.

Conforme a  superintendente do SENAR-PR, Débora Grimm, para  inscrever os trabalhos, o professor responsável deve acessar o site para realizar o cadastro.

Caso o docente já tenha participado do concurso no ano passado, não é necessário fazer novo cadastro, apenas realizar o login utilizando endereço de e-mail e senha e, por meio deste cadastro também é possível acompanhar o processo no site.

Caso o professor não se lembre da senha cadastrada, é possível solicitar a redefinição por meio do botão “Esqueci minha senha”.

Após o cadastro, o professor deve preencher um formulário com os dados do município, escola, nome do professor, nome do aluno, série ou ano escolar, turma e nome do diretor.

Depois do preenchimento correto dos campos do formulário, o documento deve ser impresso para, na sequência, ser realizada a coleta de assinaturas necessárias.

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Agricultura

Após perdas na safra, produtores podem renegociar dívidas de custeio

Os produtores rurais do Paraná que tiveram perdas na safra 2020/21 podem pedir a renegociação das dívidas dos financiamentos de custeio junto as instituições financeiras.

 

 

Esse instrumento está previsto no chamado Manual do Crédito Rural  e pode ser utilizado para renegociar débitos em situações de emergência, como quando ocorrem prejuízos por conseqüência de intempéries.

Nesta temporada especificamente, os agricultores paranaenses do Paraná tiveram quebras causadas por secas, no início do ano, e geadas, nos meses de junho e julho.

De acordo com estimativa do Departamento de Economia Rural da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná, houve quebra significativa na colheita de grãos em 2020/21.

O órgão calcula que mesmo com uma área 4% maior serão produzidas 34,4 milhões de toneladas, ou seja, um volume 16% menor do que os 41,2 milhões de toneladas obtidos em 2019/20.

No milho segunda safra, que sofreu principalmente com as geadas das últimas semanas, a quebra deve chegar a 58%, o que representa 8,5 milhões de toneladas a menos do que as 14,6 milhões previstas inicialmente.

Com esse cenário, o Sistema FAEP/SENAR preparou um material para orientar funcionários dos sindicatos rurais e produtores rurais de todo o Estado sobre como proceder para rever os prazos de pagamento dos financiamentos de custeio.

O material traz um passo a passo do que precisa ser feito para renegociar os prazos junto às instituições financeiras.

Além disso, há um modelo do documento preenchido pelo produtor que precisa ser entregue no banco.

Jefrey Albers, coordenador do Departamento Técnico e Econômico do Sistema FAEP/SENAR-PR, enfatiza que um dos pontos de atenção para quem for pedir a renegociação é que seja anexado ao processo um parecer feito pelo engenheiro agrônomo que presta assistência técnica ao agricultor.

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