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Agricultura

Paraná iniciou ontem o monitoramento sobre ocorrência da Ferrugem Asiática

Divulgação

O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná inicia oficialmente ontem, quinta-feira, o Alerta Ferrugem, serviço que monitora e informa sobre a ocorrência da ferrugem asiática em lavouras de soja nas regiões produtoras do Estado.

A partir desta safra, o serviço estará disponível também no aplicativo Iapar Clima, ferramenta que traz em tempo real as condições agrometeorológicas em todo o Paraná e vem a cada dia ganhando a preferência de técnicos e produtores.

Capaz de provocar perdas de 90% da produtividade, a doença é considerada a mais preocupante em lavouras de soja.

O serviço Alerta Ferrugem faz a instalação de coletores em propriedades rurais estrategicamente selecionadas em toda a região produtora no Estado.

A previsão é que sejam instalados 250 dispositivos na safra.

Equipamento simples, o coletor nada mais é que um suporte metálico enterrado no chão, sobre o qual é instalada uma peça de PVC que gira livremente de acordo com a direção do vento.

Dentro do tubo é depositada uma lâmina de microscópio envolta em fita adesiva, que serve para reter os esporos do fungo que passam por ali.

As lâminas são coletadas periodicamente e encaminhadas para análise em laboratório.

A inclusão do Iapar Clima na estratégia de divulgação do Alerta Ferrugem amplia o alcance e facilita a consulta às informações que, agora, também estão disponíveis em aparelhos celulares.

É mais uma ferramenta para agricultores e técnicos acompanharem o monitoramento.

O serviço fornece embasamento para decidir sobre a aplicação de fungicidas, operação que deve ser feita apenas quando há a conjugação de três fatores – lavouras no período de florescimento, presença de esporos na região e ambiente favorável para sua germinação nas plantas.

A recomendação é que essa decisão seja sempre discutida com um técnico, cujo objetivo é evitar as chamadas “pulverizações calendarizadas”, que obedecem a um cronograma previamente definido e são realizadas mesmo sem saber se há patógeno na lavoura, com aumento do custo de produção.

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Agricultura

Prazo para a atualização de rebanhos está terminando

AEN

A Adapar alerta que está  esgotando o prazo para a atualização dos rebanhos existentes no Estado.

Neste ano, com o fim das campanhas de vacinação contra a febre aftosa, os produtores precisam manter atualizados os números dos animais existentes nas propriedades.

No âmbito da unidade veterinária da Adapar em Mal. Cândido Rondon, que abrange também os municípios de Mercedes, Quatro Pontes, Entre Rios do Oeste e Pato Bragado, são 3.367 produtores, dos quais cerca de 64%  já atualizaram  os cadastros.

Faltam cerca de 1.200 produtores realizarem o procedimento.

O médico veterinário Loreno Tafarel lembra que, quem não atualizar os números, terá cancelada a emissão de GTA a partir de novembro….

 

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Agricultura

Agrônomo dá dica aos produtores no momento de iniciar o plantio da soja

As chuvas registradas no meio da semana passada na microrregião de Mal. Cândido Rondon encorajaram muitos agricultores a iniciarem o plantio da safra de verão 2020/2021.

 

Embora as precipitações não tenham sido expressivas, se for considerado o déficit hídrico, várias lavouras começaram a ser implantadas com sementes de soja ou de milho no final de semana.

Enquanto os mais audaciosos deram a largada das plantadeiras, há também muitos produtores rurais que aguardam previsões melhores da meteorologia para iniciar o plantio.

De acordo com relatório divulgado na sexta-feira pelo Departamento de Economia Rural, o plantio da safra 2020/2021 da soja no Paraná atingia apenas 16% da área total devido a forte estiagem em diversas regiões.

Esse atraso irá impactar na diminuição da janela de plantio da safrinha de milho neste ciclo.

Como comparação, em 2019 foram semeados mais do que o dobro dos 900 mil hectares atuais e a média dos três últimos anos apresenta 2 milhões e 380 mil hectares semeados no mesmo período.

Os maiores atrasos estão sendo notados na Região Oeste do Paraná.

Toledo registrou apenas 10 mil hectares semeados neste ciclo, enquanto a médias últimas três safras foi de 375 mil hectares.

Já em Cascavel a relação é de 186 mil hectares neste ano contra 468 mil hectares nos últimos três anos.

Os técnicos do Deral apontaram que somente com regularidade das chuvas será possível compensar o tempo perdido no plantio da soja, sendo que um déficit maior pode causas prejuízos irreversíveis nessa cultura e também na safrinha do milho.

Já o milho demonstrou um respiro nos últimos dias, atingindo 78% dos 360 mil hectares destinados ao plantio da cultura neste ciclo.

O engenheiro agrônomo Renato Wiebrantz, da Agrícola Horizonte, de Marechal Cândido Rondon, faz a seguinte recomendação aos produtores no momento do plantio………

 

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Agricultura

Agricultores rondonenses aproveitam o final de semana para iniciar o plantio da safra de verão

Imagem ilustrativa da internet

As chuvas registradas no meio da semana passada na microrregião de Marechal Cândido Rondon encorajaram muitos agricultores a iniciarem o plantio da safra de verão 2020/2021.

Embora as precipitações não tenham sido expressivas, se for considerado o déficit hídrico, várias lavouras começaram a ser implantadas com sementes de soja ou de milho no final de semana.

Enquanto os mais audaciosos deram a largada das plantadeiras, há também muitos produtores rurais que aguardam previsões melhores da meteorologia para iniciar o plantio.

De acordo com relatório divulgado na sexta-feira pelo Departamento de Economia Rural, o plantio da safra 2020/2021 da soja no Paraná atingia apenas 16% da área total devido a forte estiagem em diversas regiões.

Esse atraso irá impactar na diminuição da janela de plantio da safrinha de milho neste ciclo.

Como comparação, em 2019 foram semeados mais do que o dobro dos 900 mil hectares atuais e a média dos três últimos anos apresenta 2 milhões e 380 mil hectares semeados no mesmo período.

Os maiores atrasos estão sendo notados na Região Oeste do Paraná.

Toledo registrou apenas 10 mil hectares semeados neste ciclo, enquanto a médias últimas três safras foi de 375 mil hectares.

Já em Cascavel a relação é de 186 mil hectares neste ano contra 468 mil hectares nos últimos três anos.

Os técnicos do Deral apontaram que somente com regularidade das chuvas será possível compensar o tempo perdido no plantio da soja, sendo que um déficit maior pode causas prejuízos irreversíveis nessa cultura e também na safrinha do milho.

Já o milho primeira safra demonstrou um respiro nos últimos dias, atingindo 78% dos 360 mil hectares destinados ao plantio da cultura neste ciclo.

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