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Paraná já tem 14 casos confirmados de coronavírus

Ilustrativa

A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta quarta-feira (18) mais dois casos de coronavírus no Paraná, um em Foz do Iguaçu e outro em Maringá, chegando a 14 casos confirmados em todo Estado. Os exames foram feitos no Laboratório Central do Paraná (Lacen/PR). Foram descartados 36, totalizando 119 descartes. Atualmente há 67 suspeitos.

Os casos confirmados de uma mulher de 46 anos que mora na Espanha, viajou para o Brasil na semana passada já com os sintomas e procurou atendimento no município de Maringá, onde foi notificado e confirmado o caso de coronavírus.

Já em Foz do Iguaçu, uma mulher de 33 anos viajou para o Reino Unido no mês passado, começou a sentir os sintomas no início de março e retornou para Foz do Iguaçu onde reside, há cerca de dez dias.

Os quadros clínicos de ambas são considerados leves e seguem protocolos de isolamento domiciliar.

Atualmente o Paraná possui 14 casos confirmados, 119 descartados e 67 suspeitos, totalizando 200 notificações da doença.

BOLETIM – A Secretaria informa que o caso confirmado na terça-feira (17) no município de Pinhais foi retificado e considerado como Curitiba, visto que a notificação do paciente foi feita na capital paranaense.

 

Fonte: AEN

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Unioeste e PTI formalizam parceria hoje a noite em Mal Rondon

Na  Unioeste em Marechal Cândido Rondon, acontecerá nesta terça-feira, um evento de formalização  de uma parceria entre a universidade e o Parque Tecnológico Itaipu.

O Acordo tem como objeto a promoção de ações de suporte e incentivo à inovação para os docentes e discentes  da instituição  por meio de uma parceria de  implantação de atividades da Incubadora Santos Dumont na, com a contrapartida das  startups e empresas parceiras do ecossistema possam utilizar a infraestrutura laboratorial da universidade para testes, ensaios e/ou validação de provas de conceitos ou protótipos.

Conforme a Itaipu, o ato faz parte das ações de sensibilização para atração de startups e conexão com a  academia e para  tanto, será realizado a cerimônia de assinatura simbólica do Acordo de  Cooperação, seguido pela apresentação das ações do PTI junto com a Unioeste para 2022, apresentação de projetos de pesquisa de grande relevância e por fim a apresentação de 3 pitchs  de empresas incubadas.

A solenidade nesta terça-feira  inicia às 19h30 na sala do Tribunal do Juri do  campus da Unioeste de Marechal Candido Rondon

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Rondonenses maiores de 18 anos podem receber terceira dose hoje

A Secretaria de Saúde de Marechal Cândido Rondon dá sequencia nesta terça-feira ao cronograma de vacinação contra a Coivid-19.

Das 16 às 20 horas , no café colonial, exclusivamente para pessoas a pé,  será ofertada a terceira dose  da vacina  para pessoas com 18 anos ou mais e para trabalhadores da saúde, desde que tenham completado o esquema vacinal  em um período superior a 05 meses.

Também serão ofertadas doses para imunossuprimidos que tenham recebido a segunda dose há 28 dias ou mais.

Conforme a Secretaria de Saúde, serão disponibilizadas 400 doses.

 

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Pandemias futuras podem ser mais mortais e contagiosas, diz cientista

@ NIAID

Sarah Gilbert pediu mais financiamento para a ciência

 

A pesquisadora da vacina da Oxford-AstraZeneca, Sarah Gilbert, disse que “esta não será a última vez que um vírus ameaçará as nossas vidas e os meios de subsistência e pediu mais financiamento para que a ciência esteja melhor preparada. “Os avanços que fizemos e o conhecimento que adquirimos não devem ser perdidos”, afirmou.

“Assim como investimos em forças armadas, serviços secretos e diplomacia para nos defendermos de guerras, devemos investir em pessoas, pesquisa, manufatura e instituições para nos defendermos de pandemias”, sustentou Sarah Gilbert, citada no jornal britânico The Guardian.

No início de 2020, quando a covid-19 surgiu pela primeira vez na China e a doença se espalhou, Sarah Gilbert, professora de Vacinologia da Universidade de Oxford, e sua equipe criaram uma das vacinas contra o SARS-CoV-2.

Atualmente, a cientista diz que a doença está longe do fim e que a variante Ômicron, altamente mutável, não deverá ser a última. Para ela, o próximo vírus pode ser pior. “Pode ser mais contagioso, ou mais letal, ou ambos”.

“Não podemos permitir uma situação como a que passamos e, depois, descobrimos que as enormes perdas econômicas que sofremos significam que ainda não há financiamento nos prepararmos para uma pandemia”, acrescentou.

“Os avanços que fizemos e o conhecimento que adquirimos não devem ser perdidos”, alerta a pesquisadora, chamando a atenção para a necessidade de continuar mantendo o investimento em ciência.

As declarações foram divulgadas depois de o Reino Unido ter registrado, nesse domingo (5), 246 casos da variante Ômicron e quase 44 mil novas infecções diárias, com 54 mortes a cada dia.

Foi descoberto, na variante Ômicron, que a proteína spike contém mutações já conhecidas, responsáveis por aumentar a transmissibilidade do vírus, disse Gilbert. “Mas há mudanças adicionais que podem significar que os anticorpos induzidos pelas vacinas, ou pela infecção com outras variantes, podem ser menos eficazes na prevenção da infecção pela Ômicron. Até sabermos mais, devemos ser cautelosos e tomar medidas para desacelerar a disseminação dessa nova cepa”.

Mark Woolhouse, cientista que presta assessoria ao governo do primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, afirma, citado pela BBC: “Se as tendências atuais aqui e na África do Sul continuarem nas próximas semanas e meses, a nova Ômicron poderá substituir a Delta como estirpe dominante no mundo”.

No fim de semana, o governo britânico anunciou que quem viaja para o Reino Unido tem de fazer teste de covid-19 no local de partida. A Nigéria foi adicionada à lista vermelha dos países potenciais importadores de Ômicron, por estar associada aos novos casos da variante em território britânico.

“Se a Ômicron está aqui no Reino Unido – e certamente está -, se há transmissão comunitária no Reino Unido – e certamente parece que sim -, então é essa transmissão comunitária que impulsionará a próxima onda”, disse Woolhouse.

O cientista acrescenta que as novas restrições pecam por serem tardias e são muito tímidas, para fazer face a “uma onda potencial da variante no Reino Unido”.

De acordo com o The Guardian, o grande percentual de novos casos, em geral, está relacionado a pacientes não vacinados. O líder trabalhista Keir Starmer, aproveitando essa informação, critica de forma veemente os que resistem à inoculação: “É frustrante e preocupante que os médicos estejam acompanhando muitas camas hospitalares, e os recursos do Serviço Nacional de Saúde estejam sendo usados por aqueles que optaram por não receber a vacina”.

 

Fonte: Agência Brasil

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