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Agricultura

Paraná reduz em até 50% uso de agroquímicos na soja

O Instituto Emater e a Embrapa Soja tiveram bons resultados no manejo de pragas e doenças nas últimas safras de soja no Paraná.
A redução no uso de agroquímicos em alguns casos chegou a 50%.
A perspectiva é melhorar ainda mais os números com o uso de uma nova plataforma digital, que vai ajudar os produtores.
A previsão é de que a plataforma esteja em pleno funcionamento na próxima safra, reunindo um banco de dados que oriente o produtor a saber o período e a quantidade para a aplicação de produtos na plantação.
Para desenvolver o projeto, foi assinado um protocolo de intenção entre Emater, Embrapa Soja, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, campi Cornélio Procópio e Dois Vizinhos, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural.
De acordo com o gestor estadual do Projeto Grãos da Emater, Edivan Possamai, o Instituto e a Embrapa Soja estão há seis anos trabalhando em conjunto na área de manejo de pragas e doenças.
Segundo ele, nas últimas safras caiu pela metade a aplicação de inseticida nas áreas onde foi realizado o manejo integrado de pragas, reduzindo custos de produção sem reduzir a produtividade……
No manejo integrado de doenças o resultado também foi bom e nas últimas três safras a redução no uso de fungicidas foi de 35%.
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Agricultura

Sindicato Rural de Marechal Rondon intensifica preparativos para evento dos 55 anos

Estão sendo intensificados os preparativos para o evento alusivo aos 55 anos de criação do Sindicato Rural Patronal de Marechal Cândido Rondon, marcado para o próximo dia 17.

O encontro será realizado nas dependências do CTG Tertúlia do Paraná, a partir das 19h30, e contará com a presença de produtores e produtoras associados, além de demais convidados.

Fundado no dia 22 de dezembro de 1967 por um grupo de agropecuaristas, o Sindicato Rural Patronal de Marechal Cândido Rondon tem a missão de lutar em prol das demandas do campo.

Para o evento do próximo dia 17, o presidente da entidade, Edio Chapla, lembra aos associados para que retirem as fichas de participação na programação festiva..

 

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Agricultura

IBGE confirma Paraná entre os maiores produtores de carnes do Pais

Um dos maiores produtores de proteína animal do País, o Paraná produziu 4 milhões e 870 mil toneladas de carne de frango, porco e boi nos três primeiros trimestres deste ano.

 

A maior proporção é no segmento avícola, com quase três milhões e 800 mil toneladas de carne de frango processadas entre janeiro e setembro, 4,3% a mais que no mesmo período do ano passado.

Os dados constam na Estatística da Produção Pecuária, divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE.

O Estado mantém a liderança nacional na avicultura, respondendo por um terço das aves abatidas no País, e é o segundo maior produtor suíno, atrás apenas de Santa Catarina.

Está também entre os 10 maiores criadores de gado de corte e é o segundo principal produtor brasileiro de leite e de ovos.

Foram abatidos, nos três primeiros trimestres do ano, 1 bilhão e 577 milhões de frangos, o que representa o abate de mais de 4 mil aves por segundo em todo o Estado.

A suinocultura é outro setor em que o Paraná se destaca, com a produção de 831 mil toneladas de carne entre janeiro e setembro, e o abate de 8 milhões e 700 mil animais.

Santa Catarina segue na liderança do setor, com a produção de 1 milhão e 100 mil toneladas, mas a tendência é que o Paraná amplie a participação.

Na próxima terça-feira, será inaugurado em Assis Chateaubriand o novo Frigorífico da Frimesa, o maior da América Latina.

A previsão da cooperativa é processar 3.700 suínos por dia nos dois primeiros anos de operação e até 15 mil cabeças diariamente quando estiver em pleno funcionamento.

Com participação menos expressiva em relação às outras proteínas animais, o Estado processou 245 mil toneladas de carne bovina entre janeiro e setembro, com o abate de 961 mil cabeças no período.

Segundo o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, os números da pecuária indicam que a transformação de soja e milho em produtos de maior valor agregado continua evoluindo….

 

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Agricultura

Aumenta cada vez mais o temor do agro em relação ao governo de Lula

Embora admita ser grande a preocupação, especialmente com possíveis invasões de terras agricultáveis, o ex-governador Orlando Pessuti diz não acreditar que o governo de Lula vá prejudicar o agronegócio.

 

Como a grande maioria de seus “atores” votou maciçamente em prol da candidatura a reeleição do presidente Jair Bolsonaro, o agro brasileiro teme por retaliações do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Mesmo antes do pleito, as preocupações do setor em relação ao próximo governo petista foram compartilhadas seja de forma oficial, como também por meio das mídias sociais.

Os produtores temem que o governo petista possa criar algum tipo de taxação as exportações ou influenciar o mercado com fortes estoques reguladores de preços.

O setor também teme que o número de invasões do MST a propriedades privadas possa crescer ou mesmo que a demarcação de terras indígenas possa prejudicar o direito à propriedade privada, além do debate sobre o porte de armas.

Em seu primeiro discurso como presidente eleito, Lula também frisou sua disposição em reconhecer os direitos dos indígenas e, inclusive, prometeu a criação de um Ministério dos Povos Originários.

A condução econômica do próximo governo também é preocupação do agronegócio, especialmente por ainda não haver sido indicado o ministro para conduzir as ações ligadas a agricultura e pecuária.

Por ter muita ligação com o setor produtivo, durante o Encontro de Lideres Rurais, realizado sexta-feira passada na Região Metropolitana de Curitiba, questionados o ex-governador Orlando Pessuti “se a preocupação do agro não está sendo em demasia?”..

 

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