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Agricultura

Paraná reduz em até 50% uso de agroquímicos na soja

O Instituto Emater e a Embrapa Soja tiveram bons resultados no manejo de pragas e doenças nas últimas safras de soja no Paraná.
A redução no uso de agroquímicos em alguns casos chegou a 50%.
A perspectiva é melhorar ainda mais os números com o uso de uma nova plataforma digital, que vai ajudar os produtores.
A previsão é de que a plataforma esteja em pleno funcionamento na próxima safra, reunindo um banco de dados que oriente o produtor a saber o período e a quantidade para a aplicação de produtos na plantação.
Para desenvolver o projeto, foi assinado um protocolo de intenção entre Emater, Embrapa Soja, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, campi Cornélio Procópio e Dois Vizinhos, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural.
De acordo com o gestor estadual do Projeto Grãos da Emater, Edivan Possamai, o Instituto e a Embrapa Soja estão há seis anos trabalhando em conjunto na área de manejo de pragas e doenças.
Segundo ele, nas últimas safras caiu pela metade a aplicação de inseticida nas áreas onde foi realizado o manejo integrado de pragas, reduzindo custos de produção sem reduzir a produtividade……
No manejo integrado de doenças o resultado também foi bom e nas últimas três safras a redução no uso de fungicidas foi de 35%.
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Agricultura

Para presidente da Coopavel, safra 2020 deverá ser das melhores

Os agricultores do Oeste do Paraná vão colher um grande safra de grãos, segundo afirma Dilvo Grolli, presidente da Coopavel, em Cascavel.

Segundo ela, está chovendo bem e na hora certa e muitas lavouras já oferecem produtividades acima de 4.500 quilos, ou seja, 75 sacas por hectare para a soja nos melhores talhões, com boas perspectivas para colheita acima da média também para o milho e o feijão.

São com esses fundamentos positivos, que a Coopavel abre, do dia 3 de fevereiro ao dia 07, no Parque de Exposições da Cooperativa, em Cascavel, no Paraná, a 32ª Edição do Show Rural, a primeira grande feira de exposições de máquinas e insumos do calendário brasileiro.

O evento promete receber nos seus 5 dias cerca de 250 mil visitantes, para conhecer as inovações de 650 expositores, que em 2019 movimentaram R$ 2.2 bilhões em negócios.

Para esta edição de 2020, os organizadores do Show Rural esperam aumentar em até 10% o volume de vendas de máquinas agrícolas e demais insumos para a produção da agricultura.

“Selic baixa, inflação baixa, nessa feira o produtor rural terá poder de barganha junto às empresas, utilizando inclusive, recursos disponíveis dos bancos privados e dos próprios fabricantes que podem ser até mais atraentes do que os financiamentos oficiais, que hoje estão fixados em 8,5% com 7 anos para pagamento”, analisa Dilvo Grolli.

Para o Presidente da Coopavel, nos próximos 10 anos o agronegócio brasileiro será ainda mais promissor, lembrando que nos últimos 10 anos, utilizando apenas 7 por cento da nossa área agricultável, toda a cadeia produtiva agrícola brasileira gerou nesse período, quase 1 trilhão de dólares em exportação para nossa economia.

Ele prevê que, para 2020, a economia brasileira gere um PIB acima de 3% e que nos próximos 10 anos o agro nacional, — mesmo dobrando a área de produção, para 14 por cento do espaço para agricultura, elevando nossa safra total de grãos para 500 milhões de toneladas –, não haverá necessidade de avançar sobre a região amazônica.

O dirigente acredita que o setor irá acrescentar mais 30 a 40 por cento na exportações do Brasil até 2030 utilizando pra isso tecnologia e inovação em máquinas agrícolas e insumos; nas sementes, nos defensivos agrícolas e buscando sempre, acompanhar as tendências do mercado mundial.

 

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Agricultura

Confira algumas entrevistas registradas no Dia de Campo Copagril 2020

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Agricultura

Paraná reforça defesa agropecuária nas fronteiras com SC e Argentina

O Paraná

O Paraná reforçou neste ano a defesa agropecuária nas divisas com Santa Catarina e na fronteira com a Argentina, no Sudoeste do Estado.

A medida é parte do protocolo de conquista do status internacional de área livre da febre aftosa sem vacinação.

Desde o dia 6, os postos de fiscalização da região, ligados à Unidade Regional de Francisco Beltrão, não permitem o ingresso e incorporação de animais vacinados contra a doença.

Com o início do trabalho na região, o Estado passa a contar com fiscalização integral, 24 horas por dia, em toda a extensão territorial, seja na divisa com outros estados ou na fronteira com países.

O reforço na fiscalização é mais um passo para a declaração internacional do Paraná como livre da febre aftosa sem vacinação.

Como parte do protocolo, o Estado já foi dispensado da vacinação, que normalmente ocorria em novembro.

Também por determinação do Ministério da Agricultura foi proibida a manutenção e uso de vacina em território paranaense.

Uma Instrução Normativa determina a defesa agropecuária nas divisas e na fronteira com a Argentina.

A exceção é para a entrada de bois e búfalos destinados ao abate.

Eles, porém, devem estar necessariamente em veículo lacrado e ter como destino abatedouro com inspeção oficial.

Ao todo são 33 postos espalhados pelas estradas do Paraná e, segundo o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, é preciso proteger o status sanitário do Paraná, e as medidas foram tomadas após entendimento com o setor produtivo, para garantir mais mercado para a produção paranaense….

Com informações do O Paraná

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