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Agricultura

Paraná reforça defesa agropecuária nas fronteiras com SC e Argentina

O Paraná

O Paraná reforçou neste ano a defesa agropecuária nas divisas com Santa Catarina e na fronteira com a Argentina, no Sudoeste do Estado.

A medida é parte do protocolo de conquista do status internacional de área livre da febre aftosa sem vacinação.

Desde o dia 6, os postos de fiscalização da região, ligados à Unidade Regional de Francisco Beltrão, não permitem o ingresso e incorporação de animais vacinados contra a doença.

Com o início do trabalho na região, o Estado passa a contar com fiscalização integral, 24 horas por dia, em toda a extensão territorial, seja na divisa com outros estados ou na fronteira com países.

O reforço na fiscalização é mais um passo para a declaração internacional do Paraná como livre da febre aftosa sem vacinação.

Como parte do protocolo, o Estado já foi dispensado da vacinação, que normalmente ocorria em novembro.

Também por determinação do Ministério da Agricultura foi proibida a manutenção e uso de vacina em território paranaense.

Uma Instrução Normativa determina a defesa agropecuária nas divisas e na fronteira com a Argentina.

A exceção é para a entrada de bois e búfalos destinados ao abate.

Eles, porém, devem estar necessariamente em veículo lacrado e ter como destino abatedouro com inspeção oficial.

Ao todo são 33 postos espalhados pelas estradas do Paraná e, segundo o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, é preciso proteger o status sanitário do Paraná, e as medidas foram tomadas após entendimento com o setor produtivo, para garantir mais mercado para a produção paranaense….

Com informações do O Paraná

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Agricultura

Produtor Eno Pedde bate recorde de produção. “Colhemos média de 178 sacas por alqueire”

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Agricultura

Câmara Federal conclui votação da MP do Agro

  Novo texto faz mudanças relacionadas ao crédito rural 

A Câmara dos Deputados concluiu a votação da Medida Provisória 897, conhecida como “MP do Agro” cujo texto prevê mudanças relacionadas ao crédito rural, ampliando em 5 bilhões de reais o valor do financiamento para o agronegócio no Brasil e permitindo que outros agentes financeiros, além dos bancos, façam empréstimos para produtores agrícolas.

A medida permite que o produtor rural divida sua propriedade em porções menores para usar como garantia em operações de crédito.

Hoje o produtor rural é obrigado a oferecer todo o terreno como garantia. Isso é problemático porque, por vezes, o imóvel vale mais que o valor do financiamento.

O texto-base já havia sido aprovado na semana passada e agora os deputados votaram os chamados “destaques”, que são trechos do projeto que são analisados separadamente.

O parlamento decidiu excluir do texto a parte que determinava o repasse de , pelo menos, 20% dos recursos dos fundos constitucionais do Nordeste , do Norte e do Centro-Oeste a bancos privados habilitados para a concessão de créditos.

Além disso, de acordo com o projeto, a análise dos empréstimos feitos com dinheiro desses fundo vai deixar de ser tarefa dos conselhos deliberativos das superintendências de desenvolvimento regional.

A Camara Federal também aprovou o destaque para permitir que os produtos rurais vinculados à Cédula de Produto Rural sejam considerados bens de capital essenciais à atividade empresarial do emitente e com isso, esses produtos podem ser objeto de ações judiciais e incluídos em processos de recuperação judicial.

 

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Agricultura

Produção da Indústria de Alimentos do Paraná cresce 8,8%

A produção da indústria de alimentos do Paraná cresceu 8,8% no ano passado em comparação com 2018, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE.

 

O desempenho é o maior da série histórica, iniciada em 2002, e o melhor do País: a taxa nacional do setor foi de 1,6%.

O índice ajudou o Paraná a alcançar um crescimento de 5,7% na produção industrial geral, somadas todas as atividades, que também foi o melhor resultado do Brasil no ano passado.

O setor industrial de alimentos na pesquisa do IBGE engloba segmentos como o abate e fabricação de carnes, pescados, biscoitos, achocolatados, balas, condimentos, massas, pães, óleos, laticínios, alimentos à base de milho, trigo, arroz, café, açúcar e outros.

Em 2019, o Paraná se destacou também na produção de veículos, máquinas e produtos de metal.

Outros indicadores da cadeia de alimentos ajudam a explicar o crescimento do setor industrial no ano passado.

A pesquisa trimestral de abate de animais, também do IBGE, aponta números positivos para o Estado em 2019 tanto na cadeia de suínos como na de frangos.

Segundo o Ministério da Economia, o Estado consolidou a 3ª posição no ranking nacional das exportações agropecuárias, correspondendo a 13% do volume brasileiro.

O agronegócio foi responsável por cerca de 77% das exportações do Paraná em 2019. Para aumentar esse ritmo, as 216 cooperativas paranaenses

O governador Ratinho Junior afirmou que o resultado demonstra a vitalidade da cadeia produtiva do Paraná…….

 

Por sua vez, o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, destaca que os índices são frutos do trabalho de potencializar a abertura de mercados para o Paraná, especialmente na Ásia..

 

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