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Paraná ultrapassa os 25 mil mortos e se prepara para a terceira onda de Covid

Ilustrativa

O Paraná ultrapassou ontem a triste marca de 25 mil mortos por Covid-19, mais precisamente 25.059 óbitos, prestes a enfrentar a terceira onda da doença, que entre altas e baixas não dá trégua há quase um ano e três meses. O boletim divulgado ontem pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou ainda 7.719 novos casos e o mais preocupante, 95% de ocupação nos leitos do SUS exclusivos para Covid-19, o que forçou o Estados e municípios a endurecerem novamente as medidas de restrições. Dia a dia, a pressão sob o sistema de saúde do Estado sobe. Ontem, 827 pacientes com sintomas ou com confirmação para Covid-19 esperavam uma vaga em hospitais no Estado, sendo 402 para UTI e 425 para enfermaria.

De acordo com informações da Sesa de ontem, na seis dos 13 hospitais do SUS da Grande Curitiba com leitos para Covid-19 estavam sem vagas em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs): Hospital Evangélico, Hospital São Vicente Centro, o complexo de UPAs de Curitiba, Hospital do Trabalhador, Hospital de Reabilitação e Hospital Sebastião da Lapa. Outros dois hospitais da região estavam com 98% de ocupação: Hospital Angelina Caron e Hospital do Rocio.

Nas enfermarias da Região de Curitiba com leitos do SUS exclusivos para Covid, dos 17 hospitais, nove não tinham um leito sequer: Hospital Cruz Vermelha, Hospital Oswaldo Cruz, Instituto Madalena Sofia, Hospital Evangélico, os dois complexos de UPAs, Hospital do Trabalhador, Hospital de Reabilitação e Hospital Angelina Caron.

O sistema privado de saúde também espera por uma piora da pandemia nos próximos dias. “Pelo que a gente está sentindo, [o cenário atual] é reflexo do Dia das Mães. Já estamos sentindo nos hospitais um aumento na procura por consulta, falta de leito, taxa de ocupação alta, principalmente de UTI. Já vinha de uma taxa de ocupação bem alta, sempre acima de 90%. Hoje já temos taxa de ocupação próximo de 100% e vai ter muitas pessoas em fila de espera, principalmente para leitos de UTI”, afirmou o presidente da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado do Paraná (Fehospar), Rangel Silva. Segundo ele, “há uma grande chance de de os próximos dias superarem a onda de fevereiro e março”, ou seja, de que a nova onda ou o novo pico da doença traga um cenário ainda mais crítico para o sistema de saúde.

O informe da Sesa de ontem relata que 2.757 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 2.187 pacientes em leitos SUS (967 em UTIs e 1.220 em enfermarias) e 570 em leitos da rede particular (304 em UTIs e 266 em enfermarias). Há outros 2.721 pacientes internados, sendo 1.029 em leitos de UTI e 1.692 em enfermarias. Eles estão nas redes pública e particular, aguardam resultados de exames e são considerados suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Ativação de leitos

Numa corrida contra o tempo, o Paraná ativou mais de 2 mil leitos exclusivos para covid-19 em 2021. São 175 ampliações em 60 municípios, o equivalente a cerca de 20 hospitais de campanha de 100 leitos, de acordo com o governo. 783 Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e 1.275 enfermarias para adultos. Essa conta inclui os 23 novos leitos abertos nesta semana, entre terça-feira (18) e quinta-feira (20), sendo 11 UTIs e 12 enfermarias nos municípios de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, Guarapuava, no centro-sul, Laranjeiras do Sul, na região central, e Missal, no oeste. A ativação dos leitos, segundo do governo, acontece para manter a cobertura de atendimento hospitalar e fortalecer a regionalização dos serviços durante este período de pandemia.

Curitiba registra mais 27 mortes; idades variam entre 33 e 94 anos

A Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba registrou, ontem, 877 novos casos de covid-19 e 27 óbitos de moradores da cidade infectados pelo novo coronavírus. Quinze destes óbitos ocorreram nas últimas 48 horas. As vítimas são 15 homens e 12 mulheres, com idades entre 33 e 94 anos. Dez pessoas tinham menos de 60 anos. Até o momento foram contabilizadas 5.155 mortes na cidade provocadas pela doença neste período de pandemia. Ontem, a taxa de ocupação dos 525 leitos de UTI SUS exclusivos para covid-19 está em 96%. Restam 23 leitos livres.

Prefeitos do Litoral estudam retomada de barreiras

Prefeitos do Litoral do Paraná não descartam a possibilidade de retomar as barreiras sanitárias nas estradas para impedir a entrada de pessoas que não residam ou trabalhem na região. A medida foi cogitada hoje em reunião de prefeitos, secretários municipais e deputados ligados ao Litoral na Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) para articulação de novas ações de enfrentamento à Covid-19 na região. Até ontem apenas Guaratuba se antecipou e decidiu adotar novamente as barreiras nos finais de semana. As lideranças externaram a preocupação de que as medidas restritivas implementadas especialmente em Curitiba e Região Metropolitana possam ter reflexo no Litoral, chamando mais pessoas para essas localidades resultando em aglomerações e reuniões proibidas na Capital, principalmente aos finais de semana.

 

Fonte: Bem Paraná

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Pacto Antenupcial: A chave para a segurança patrimonial no casamento

Em Marechal Cândido Rondon, um levantamento realizado por estudantes de Direito da Faculdade Isepe Rondon revelou uma realidade preocupante: mais de 90% dos casais desconhecem profundamente os diferentes regimes de casamento e a importância vital do Pacto Antenupcial. Eduardo de Amorin Kurtz, Cleiton Adriano Scharnetzki, Murilo Rubenisch Sacher e Fernando Braucks, da turma 15, conduziram essa pesquisa, destacando a necessidade urgente de esclarecimento sobre este instrumento legal que pode definir o futuro patrimonial de muitos casais.

Entendendo o Pacto Antenupcial

O Pacto Antenupcial é obrigatório para casais que optam por regimes de casamento diferentes do regime legal padrão de comunhão parcial de bens. Isso inclui a comunhão universal de bens, onde todos os bens, adquiridos antes ou durante o casamento, são compartilhados; a separação total de bens, que mantém os bens de cada cônjuge como propriedade independente; e a participação final nos aquestos, onde os bens adquiridos individualmente durante o casamento são divididos no final com base na contribuição de cada um.

A oficial registradora Thaís Bosio Cappi, agente delegado em Marechal Cândido Rondon, enfatiza a importância de uma escolha consciente: “O conhecimento e a escolha consciente do regime de bens é fundamental para evitar conflitos futuros e assegurar que ambos os parceiros estejam protegidos e satisfeitos com as decisões tomadas,” ela explica. Thaís também revela que o Pacto pode abranger questões além do patrimonial, como arranjos sobre a custódia de animais de estimação, demonstrando sua flexibilidade e capacidade de adaptar-se às necessidades específicas de cada casal.

Procedimento e importância legal

O Pacto deve ser formalizado em cartório, por escritura pública, antes do casamento e só tem efeito após a união ser oficializada. O Juiz Renato Cigerza destaca a relevância do Pacto Antenupcial na estruturação matrimonial: “É o único meio legalmente reconhecido pelo Código Civil para a definição do regime matrimonial. Sem ele, é impossível selecionar um regime de bens específico,” afirma. O magistrado reitera que além de ser uma base para a gestão patrimonial durante o casamento, o Pacto é crucial para a harmonia conjugal, permitindo clareza sobre direitos e obrigações desde o início.

Reflexo nos divórcios

A necessidade de orientação sobre o Pacto Antenupcial é refletida também nos números de divórcios na região, onde foram registradas ações litigiosas e consensuais, destacando a importância de um planejamento prévio. “O papel do Judiciário vai além da partilha de bens ou da análise do pacto, focando principalmente no bem-estar dos filhos em casos de separação,” explica o juiz, sublinhando que a vontade de um dos cônjuges é suficiente para desfazer o vínculo matrimonial, ressaltando a importância da autonomia individual.

Este levantamento e as análises destacam o Pacto Antenupcial não apenas como uma formalidade, mas como um pilar de proteção e prevenção, essencial para qualquer casal que deseja estabelecer um regime patrimonial personalizado e seguro desde o início de sua jornada conjunta. A educação e conscientização sobre seus benefícios podem transformar significativamente a experiência matrimonial, garantindo não apenas a segurança dos bens, mas também a harmonia duradoura entre os cônjuges.

Um ato de amor

Na última sexta-feira, 26 de abril de 2024, os rondonenses Eduardo Augusto Deimling e Tais Caroline Mertin Deimling oficializaram sua união no Registro Civil de Marechal Cândido Rondon, optando pelo regime Universal de bens. Este regime, que exige a realização de um Pacto Antenupcial, foi a escolha do casal para garantir uma gestão conjunta e equitativa do patrimônio. A assinatura do pacto antecedeu a cerimônia, assegurando que ambos os cônjuges estivessem cientes e acordados sobre a administração e proteção dos seus bens.
Eduardo e Tais compartilharam sua alegria no grande dia, ressaltando a importância da fé em sua união: “Estamos imensamente felizes por celebrar nosso casamento, uma bênção que Deus nos concedeu. Acreditamos que colocar Deus no centro do nosso relacionamento é fundamental para construir uma vida conjugal harmoniosa e fortalecida. É um sonho realizado, e estamos gratos por começar essa nova jornada.”
Assim, investir no Pacto Antenupcial é investir na saúde e longevidade do relacionamento. É tratar abertamente de questões que muitos preferem evitar, mas que são cruciais para a harmonia conjugal. Este documento não é apenas uma formalidade legal, é uma prova de amor, onde ambos os parceiros demonstram comprometimento não só com seus sentimentos, mas com o bem-estar mútuo em todos os aspectos da vida a dois.

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Fotos dos acadêmicos do curso de Direito da Faculdade Isepe Rondon – Eduardo de Amorin Kurtz, Cleiton Adriano Scharnetzki, Murilo Rubenisch Sacher e Fernando Braucks, da turma 15.

 

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Foto: Registradora civil do Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais de Marechal Rondon, Thaís Bosio Cappi

 

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Foto: Rondonenses Eduardo Augusto Deimling e Tais Caroline Mertin Deimling oficializaram sua união no Registro Civil de Marechal Cândido Rondon

 

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Foto: Excelentíssimo Doutor Juiz de Direito Renato Cigerza da Vara de Família e Sucessões, Infância e Juventude

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Feira de Adoção da Ong Arca de Noé acontece amanha no pátio do Max

Divulgação

Acontece neste sábado nova Feira de Adoção da Ong Arca de Noé de Marechal Rondon.

A programação acontecerá das 9 às 15 horas, no Estacionamento do Max Atacadista.

Para poder adotar, o interessado deverá apresentar documento de identificação; ser maior de 18 anos ou estar acompanhado de um adulto responsável; e fazer o pagamento da taxa de R$ 60, que é referente ao custo das vacinas.

Mais informações estão disponíveis nas redes sociais da Ong Arca de Noé.

 

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3ª Feijoada Beneficente acontecerá no dia 22 de junho

Foto: Assessoria

Fichas estarão à venda a partir da próxima semana, ao valor de R$ 40,00

 

Integrando a programação da Expo Rondon 2024, no dia 22 de junho acontecerá a 3ª Feijoada Beneficente, no centro de eventos.

Representantes de entidades que serão beneficiadas com 100% do valor da venda das fichas de alimentação, estiveram reunidos nesta quinta-feira (02), na sala de reuniões do gabinete, na prefeitura, com a secretária de Assistência Social de Marechal Cândido Rondon, Josiane Laborde Rauber, com o prefeito Marcio Rauber e com o diretor da PROEM (Fundação Promotora de Eventos, Tioni de Oliveira, para tratar sobre detalhes da feijoada.

Esta edição terá como entidades beneficiadas: APAE, ONG Arca de Noé, Caminho da Vida, Casa de Maria e Asilo Lar Rosas Unidas. As fichas serão vendidas a um preço mais acessível, sendo R$ 40,00 (adulto) e R$ 20,00 (crianças de 7 a 12 anos), a partir da próxima semana, no escritório da Assemar (na prefeitura) e com membros dos clubes de serviços, além das entidades e associações parceiras.

Josiane adianta que o almoço terá novidades, como caldo de feijão e torresmo de entrada. Conforme as edições anteriores, haverá venda de caipirinha, além de dois grupos de pagode que animarão o evento.

O evento conta com o apoio de diversas empresas do município e região, além de parceria com a Assemar (Associação dos Servidores Municipais de Marechal Cândido Rondon) e a Acimacar (Associação Comercial e Industrial de Marechal Cândido Rondon).

 

Com Assessoria

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