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Agricultura

Pato Bragado abre inscrições para o curso de Manejo Integrado de Pragas

A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente de Pato Bragado está com inscrições abertas ao curso de Manejo Integrado de Pragas.

O conteúdo é   voltado ao monitoramento de pragas da cultura de soja, a partir da redução do número de aplicações de inseticidas, ocasionando queda nos custos de controle das principais pragas da soja e a consequentemente diminuição do impacto ambiental.

Conforme a Secretária da Agricultura, Jaqueline Vanelli, o  curso inicia no dia 14 de julho e carga horária é de 52 horas com certificação e as vagas são limitadas…..

 

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Agricultura

Estado discute com secretários municipais pautas da agricultura e meio ambiente

Dezenas de secretários municipais de Agricultura e de Meio Ambiente do Paraná, além de servidores, iniciaram nesta quarta-feira um encontro que se estende até esta sexta-feira para conhecer em detalhes programas desenvolvidos pelo Estado nessas duas áreas e que podem ser aplicados em suas regiões.

O evento, promovido pela Federação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná, tem, entre outros, o apoio das Secretarias de Estado da Agricultura e do Abastecimento, e do Desenvolvimento Sustentável e Turismo.

Reúne parte do público de forma presencial no auditório do Mercado Municipal de Curitiba e é transmitido online para o Interior.

Durante a abertura, na noite de quarta-feira, o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, destacou a importância de Estado e municípios terem agendas de trabalho em conjunto…

 

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Agricultura

Produtores iniciam plantio da soja e área de cultivo deve chegar a 5,62 milhões de hectares

Imagem ilustrativa da internet

Dados são do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 10 a 16 de setembro. Por enquanto, plantio atinge 1% da área e se concentra nos núcleos da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento de Campo Mourão, Cascavel, Francisco Beltrão e Pato Branco.

 

Os produtores paranaenses de soja iniciaram nesta semana o plantio da safra 2021/22, atingindo aproximadamente 1% da área estimada em 5,62 milhões de hectares. As informações são do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 10 a 16 de setembro. O documento é elaborado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Segundo o Deral, neste momento os trabalhos se concentram principalmente nos núcleos regionais de Campo Mourão, Cascavel, Francisco Beltrão e Pato Branco, ainda que de forma incipiente. As chuvas desta semana vão favorecer a continuidade do plantio nos próximos dias.

Com relação à produção brasileira, o levantamento da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) mostra que o volume de soja produzido na safra 2020/21 foi de 135,91 milhões de toneladas. Os principais estados produtores no período foram, respectivamente, Mato Grosso (35,88 milhões de toneladas), Rio Grande do Sul (20,78 milhões de toneladas) e Paraná (19,88 milhões).

O boletim traz, ainda, informações do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre as estimativas para a produção mundial de soja no ciclo 2021/22. De acordo com órgão norte-americano, serão produzidas aproximadamente 384 milhões de toneladas do grão, com o Brasil liderando o ranking mundial, responsável por aproximadamente 144 milhões de toneladas, seguido dos Estados Unidos (aproximadamente 119 milhões de toneladas) e da Argentina (52 milhões de toneladas).

FEIJÃO E MILHO  Segundo o Deral, o plantio da safra de feijão das águas 2021/22 chegou a 12% da área estimada nesta semana. As áreas semeadas estão na fase de germinação (70%) e desenvolvimento vegetativo (30%). A média dos preços recebidos pelos agricultores em agosto foi de R$ 276,82 pela saca de 60 kg de feijão cores e R$ 242,64 pelo feijão-preto.

Já os produtores paranaenses de milho semearam aproximadamente 119 mil hectares, cerca de 28% da área estimada para a safra. Se o clima colaborar, os trabalhos serão acelerados nas próximas semanas. A colheita da segunda safra 2020/21 também avançou nos últimos dias. Até o início desta semana, aproximadamente 2,08 milhões de hectares ou 96% da área havia sido colhida.

PECUÁRIA E AVICULTURA – A análise do Deral indica que os cereais de inverno podem substituir o milho na alimentação animal, já que esta cultura foi prejudicada pelos problemas climáticos. A aveia branca, por exemplo, pode substituir até 100% a silagem de milho.

Quanto à avicultura, o boletim destaca a alta dos preços e insumos em agosto. Em agosto de 2021, o preço médio do frango resfriado foi de R$ 12,51/kg, uma alta de 10,1% considerando o mês anterior (R$ 11,36/kg).

FRUTICULTURA – De acordo com dados preliminares do Valor Bruto da Produção (VBP), a fruticultura paranaense movimentou R$ 1,9 bilhão em 2020. O morango, segunda fruta em movimentação de capital na fruticultura do Estado, com participação de 13,8% no total do VBP do setor, gerou renda de R$ 259,8 milhões. Nas Centrais de Abastecimento do Paraná (Ceasa), foram comercializadas 7,9 mil toneladas de morangos a um preço médio de R$ 8,80 o quilo, com movimentação financeira de R$ 70,4 milhões. O Paraná contribuiu com 73% desta oferta, Minas Gerais com 13,7% e o Rio Grande do Sul com 8,2%.

OUTROS PRODUTOS – A falta de chuvas em regiões que concentram a maior área de mandioca impacta a colheita do produto no Paraná e, consequentemente, reduz a oferta de matéria-prima para as indústrias. Diante deste cenário, os preços continuam em elevação e podem influenciar positivamente os produtores que pretendiam reduzir a área. Por outro lado, os valores de arrendamento das terras continuam limitando o plantio no Estado.

O boletim também traz números da exportação de ovos. Considerando a produção de janeiro a julho deste ano, o Paraná se mantém como 2º maior exportador no ranking nacional, com produção de 3.102 toneladas e receita de US$ 14,043 milhões.

 

 

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Agricultura

Mais de 5 mil pescadores profissionais têm licença suspensa pelo Ministério da Agricultura

Imagem ilustrativa da internet

De acordo com portaria publicada no Diário Oficial da União, as suspensões ocorrem por conta de “evidências de vínculos empregatícios dos pescadores profissionais em outras atividades não relacionadas à pesca”

 

Nesta quarta-feira, 15, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Aquicultura e Pesca, ordenou a suspensão de mais de 5 mil registros de pescadores profissionais cadastrados na base do Registro Geral da Atividade Pesqueira. As suspensões foram motivadas por suspeitas de fraudes no recebimento do seguro defeso. Os pescadores teriam vínculos empregatícios com outras atividades não relacionadas à pesca e que tampouco foram informadas no cadastro junto ao governo federal.

De acordo com o secretário da área no Mapa, Jorge Seif Junior, desde 2019, a Secretaria de Aquicultura e Pesca se uniu à Controladoria-Geral da União (CGU), Polícia Federal (PF), Caixa Econômica Federal (CEF) e Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para formar um grupo de trabalho a fim de corrigir conflito na concessão do seguro defeso. As suspeitas de fraude cadastral, que motivaram as suspensões de registros determinadas nesta quarta, foram levantadas pelo cruzamento de dados de estados e municípios com o do Registro Geral da Atividade Pesqueira.

“Desde o início do governo Bolsonaro já foram identificados, suspensos e cancelados um total de 53.964 pessoas. O que significa aproximadamente R$ 237 milhões preservados dos cofres públicos. Em cooperação com os órgãos de controle, foram identificados que esses pescadores possuem ou possuíram alguma relação de trabalho com estados ou municípios, ou seja, tratam-se de servidores efetivos, temporários, comissionados ou prestadores de serviços ao poder público”, expôs o secretário.

Seif Junior disse que as suspensões de registros foram a primeira etapa do trabalho e devem entrar em vigor apenas no dia 1º de outubro. Os nomes listados na portaria poderão recorrer administrativamente da decisão em um prazo de 60 dias.

Ainda segundo o secretário, as informações serão repassadas ao INSS com o objetivo de checar se houve pagamentos do seguro defeso a essas pessoas. Caso o recebimento indevido do auxílio seja confirmado, serão abertos procedimentos administrativos e os casos serão levados ao conhecimento da Polícia Federal para tomada de medidas cabíveis no âmbito criminal.

Nesta terça-feira, 14, a PF deflagrou uma operação com foco em fraudes no seguro defeso em três estados. Policiais já haviam identificado o pagamento indevido de 35 benefícios, o que totalizou cerca de R$ 850 mil. A suspeita é de que o prejuízo aos cofres públicos possa chegar a R$ 34 milhões. Os envolvidos devem responder pelos crimes de estelionato majorado e associação criminosa, com penas que podem variar de três a oito anos.

Uma auditoria publicada pela CGU em 2019 mostrou que 59% dos beneficiários entrevistados em 15 municípios, no ano de 2018, recebiam o auxílio do seguro defeso de forma indevida. Das 93 pessoas cadastradas como pescadores que foram fiscalizados, 24 (25,8%) sequer exerciam a atividade pesqueira. Outros pescavam sem fins comerciais ou como uma fonte de renda secundária.

De acordo com o decreto 8.242 de 2015, só podem ter direito ao auxílio previdenciário, os pescadores que realizem a atividade de pesca artesanal de forma exclusiva e ininterrupta. O seguro defeso é um benefício temporário, no valor de um salário mínimo, pago durante o período em que as atividades de pesca são paralisadas para possibilitar a preservação das espécies.

Fonte: Canal Rural
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