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Variedades

Pato Bragado se prepara para mais uma grande oktoberfest

No que tange a participação da administração municipal, no processo de estruturação do evento, todas as providências estão sendo tomadas para a Oktoberfest de Pato Bragado.

As bandas estão contratadas desde o ano passado e o centro de eventos está recebendo as melhorias necessárias para recepcionar todos os foliões.

Conforme o prefeito Leomar Rohden, a festa será dias 11 e 12 de outubro, porém a programação começa na semana anterior com o tradicional Café Colonial.

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Geral

Diretor geral de Itaipiu visita Santa Helena para conhecer programas ambientais

O diretor geral da Itaipu Binacional, general Joaquim Silva e Luna esteve em Santa Helena na tarde desta terça-feira para conhecer os programas da hidrelétrica no município.

Luna e sua comitiva foram recepcionados pelo prefeito Evandro Grade, o “Zado”, que aproveitou para agradecer os investimentos e parcerias estabelecidas com Santa Helena.

Entre elas, foi mencionado o programa de recuperação de microbacias, estradas, revitalização do Balneário e outros dois convênios que estão sendo firmados, um na área social e o segundo, para reforma e ampliação da Usina de Reciclagem.

Além da visita, houve um sobrevoou por todo o município.

Em solo, as autoridades foram até a chamada “Curva do Ogregon” que recentemente abrigava mais de 170 famílias e atualmente é habitada por apenas 16 famílias.

Neste local, a Itaipu Binacional conquistou na Justiça o direito de reintegração de posse e, hoje, a área está em processo de recuperação ambiental.

Para finalizar, as autoridades se deslocaram até o Balneário, onde houve uma rápida explanação do potencial existente para o turismo no geral, contemplando a natureza aliada a proximidade da cidade.

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Geral

Inscrições para a EJA no Paraná podem ser feitas até sexta-feira

Divulgação

As inscrições para a Educação para Jovens e Adultos (EJA) no Paraná podem ser feita até sexta-feira (24).

Para este ano letivo, a Secretaria de Estado da Educação e do Esporte readequou o cronograma da Educação de Jovens e Adultos para semestral e unificou a matriz curricular.

Com isso, os estudantes podem concluir tanto a etapa do Ensino Fundamental quanto a do Ensino Médio em dois anos.

Além disso, a matriz unificada garante que todas as instituições que ofertam a modalidade tenham as mesmas disciplinas, facilitando a continuidade dos estudos, caso seja necessário mudar de escola, e facilitando a organização dos professores para a escolha das aulas.

Segundo o diretor de Educação, Raph Gomes Alves, o tempo máximo de curso para cada etapa é de dois anos, mas pode ser concluído em menos tempo, de acordo com a disponibilidade e os resultados obtidos pelo aluno.

Quem deseja voltar a estudar deve procurar as instituições que oferecem a modalidade e fazer a matrícula no local.

O Ensino Fundamental Anos Finais, ou seja, do 6º ao 9º ano, pode ser cursado por qualquer pessoa com 15 anos completos.

Já o Ensino Médio pode ser cursado por qualquer pessoa com 18 anos completos ou mais.

Atualmente, a rede estadual de ensino possui 92 Centros Estaduais de Educação Básica para Jovens e Adultos e 238 escolas que ofertam a modalidade de ensino.

A lista das instituições está no site www.educacao.pr.gov.br.

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Geral

Clonagem de WhatsApp faz cada vez mais vítimas no Paraná

Aplicativo mais utilizado em todo o mundo, o WhatsApp tem atraído a atenção de cibercriminosos, que criam ataques ou inventam maneiras de ganhar algum tipo de vantagem por meio do mensageiro. E embora não seja algo inédito, uma modalidade de golpe tem ganhado destaque no Paraná nos últimos tempos: a clonagem de conta de WhatsApp.
No Paraná, o número de casos registrados apenas desde julho do ano passado no Núcleo de Combate aos Cibercrimes (Nuciber), da Polícia Civil, já passaria de 500, segundo apurou a reportagem. Conforme o delegado José Barreto, que desde novembro último comanda o Nuciber, atualmente metade dos Boletins de Ocorrência (BOs) registrados na unidade dizem respeito aos casos de clonagem de WhatsApp.
“É um golpe aplicado de forma muito fácil. Num mesmo dia fazem mais de 50 golpes. Muitas pessoas vem sendo vítimas e orientamos para que a propulação tome cuidado e se proteja. Tem que desconfiar e não passar dados pessoais pelo telefone”, orienta o delegado.
Um dos casos mais recentes em Curitiba foi o que vitimou a cartunista curitibana Pryscila Vieira. Ela conta que no último dia 10 (sexta-feira) estava em casa quando recebeu uma ligação em seu celular. Uma pessoa, que se passou por assessor de imprensa do humorista Afonso Padilha, seu amigo, convidou-a a participar de uma gravação que aconteceria no dia 25 de janeiro. A ligação foi feita após a compra online de um ingresso para um evento musical que aconteceria na cidade.
“Estava fazendo mil outras coisas, desatenta, e daí ele pediu um número que tinha me enviado para eu confirmar a entrada no evento. Passei o código e depois que fui me tocar, quando não consegui acessar o Whats, que aquilo era um SMS com um código verificador e que jamais deveria ter compartilhado esse código”, relata a artista.
Na sequência, o celular de Pryscila começou a tocar ininterruptamente, com amigos tentando contato. É que o criminoso estava se passando por ela no mensageiro e pedia aos seus contatos o depósito de até R$ 3 mil, alegando que o limite no banco da artista havia estourado e que ela precisava do dinheiro para pagar um fornecedor.
“Eu estou perdendo trabalho, perdendo dinheiro, contato com amigos, não falo com a minha mãe há uma semana, bloqueei meu cartão (de crédito)…”, lamenta Pryscila. “São 7 dias sem WhatsApp, a partir do momentro que pede bloqueio. Vou ficar até sexta (17) sem. Não estava ligada, não me protegi, estava desatenta… É triste viver assim, se protegendo até dentro de casa”, desabafa.

Bandidos usam a criatividade para conseguir código
Para clonar uma conta de WhatsApp, o cibercriminoso cadastra indevidamente o número de telefone do usuário em um outro dispositivo e, após esse processo, um SMS contendo um código de liberação de acesso é enviado ao celular da vítima. É aí que o bandido usa da criatividade para induzir a vítima a fornecer esse código ao hacker, que em seguida rouba sua conta e bloqueia o seu acesso à rede social.
“Geralmente, as vítimas entram em sites para vender alguma coisa e cadastram o celular, colocam o telefone. Nisso, aparece no site que a pessoa é usuário novo, aí o estelionatário liga para ela, se passa por administrador do site e que precisam confirmar que a pessoa de fato é quem está fazendo anúncio, para evitar fraudes. Vai levando a pessoa na conversa, diz que precisa de um código para confirmar o cadastro e pede o código verificador. A vítima não nota que é o código do Whats e acaba passando, de forma que o indivíduo clona esse WhatsApp, tem acesso aos contatos e começa a fazer pedidos se passando pela vítima”, relata o delegado José Barreto.

Rápida
Saiba como proteger a sua conta
Para se proteger do risco de ter sua conta de WhatsApp clonada, nunca informe o código de liberação do acesso do WhatsApp para terceiros. Outra opção, é ativar a autenticação de dois fatores, disponível no próprio aplicativo. Dessa forma, mesmo que alguém tenha o código de verificação em mãos, ainda precisará de uma senha previamente cadastrada. Para ativar, abra seu WhatsApp e toque em Configurações > Contas > Confirmação em duas etapas. Caso tenha sido vítima do golpe, a orientação é para que encaminhe um e-mail para support@whatsapp.com e informe que teve sua conta clonada. Na hora de fazer um BO, informações como como a conta corrente do destino que foi feita a transferência de dinheiro e os contatos que caíram no golpe são importantes.

8,5 milhões
de brasileiros já tiveram o WhatsApp clonado, revela uma pesquisa divulgada em setembro último pela empresa de segurança virtual PSafe. A estimativa foi feita a partir de entrevistas com 12.680 usuários do aplicativo dfndr security, com projeção baseada na atual população de pessoas com Android no país. Não é apenas para aplicar golpes financeiros, contudo, que os criminosos clonam contas de WhatsApp. De acordo com a Psafe, 26,7% dos entrevistados apontaram o vazamento de conversas privadas como o principal prejuízo da clonagem de WhatsApp. Em seguida aparece o envio de links com golpes para outros contatos (26,6%); solicitações de dinheiro aos amigos (18,2%), perda da conta do WhatsApp (18,0%); e chantagem (10,5%).

 

Fonte: Bem Paraná

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