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Agricultura

Plantio da primeira safra de milho atinge apenas 24% da área estimada no Paraná

O plantio da primeira safra de milho 2019/20 do Paraná atingiu nesta semana 24% da área estimada, avanço de 15 pontos percentuais em relação à semana anterior, mas permanece abaixo dos níveis vistos em 2018.

 O tempo seco também está atrasando o plantio da soja 

A informação foi repassada ontem, terça-feira, pelo Departamento de Economia Rural da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento.

De acordo com dados do órgão, em igual período do ano passado a safra de verão do milho no Estado possuía trabalhos de plantio concluídos em 37% da área projetada.

O Paraná enfrentou tempo seco nos últimos dias, o que gera atrasos e também influencia no plantio de soja, que, mesmo após a liberação do vazio sanitário na semana passada, ainda não registra trabalhos.

Em 17 de setembro do ano passado, quando o Estado teve o plantio mais acelerado da história, 9% da soja havia sido plantada no Paraná.

Nos próximos dias, entretanto, as chuvas começam a chegar ao Paraná, com os acumulados até o dia 26 somando mais de 70 milímetros no Sul do Estado e 40 milímetros no Oeste, o que pode favorecer os trabalhos de plantio.

Em relação ao trigo, a colheita da safra 2018/19 do Paraná atingiu 44% da área estimada de plantio, avanço de 16 pontos percentuais na semana, com 51% da produção sendo avaliada como boa.

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Agricultura

Produtores rurais se preparam para diminuir riscos por conta da pandemia.

Coronavírus causa insegurança entre produtores rurais brasileiros

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil entende que o produtor rural em todo o País tem buscado informações para encarar o novo coronavírus, de forma a evitar que o prejuízo já esperado fique ainda maior e que, pequenos e médios produtores têm sido os que mais buscam informações junto à entidade.

De acordo com a Confederação, a guerra é contra o vírus, e em defesa do negócio, dos entes queridos e das equipes que trabalham no campo.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam que mais de 15 milhões de pessoas trabalham nos estabelecimentos agropecuários do país.

Segundo a CNA e o Ministério da Agricultura, como o setor agropecuário brasileiro já tem uma rotina de cuidados constantes em relação a procedimentos sanitários, poucas mudanças de rotina serão implementadas.

Boa parte delas, similares aos cuidados sugeridos pelo Ministério da Saúde à população como um todo.

Mesmos assim, alguns pontos da rotina foram alterados em função das medidas preventivas de contaminação, em especial, no sentido de manter as distâncias recomendadas entre as pessoas; de fazer higienização; e cuidados a mais com suas equipes.

Entre eles o aumento do número de carros e ônibus usados para o transporte de trabalhadores.

São medidas que já foram repassadas e adotadas pelos produtores, e que evitam a propagação deste e de qualquer outro vírus que possa aparecer.

Procedimentos como a limpeza constante de equipamentos e a não entrada de pessoas estranhas nos locais são cuidados já adotados na rotina do produtor.

Entre as recomendações do Mapa estão algumas relativas à circulação de mercadorias e cuidados pessoais na logística e assim, com um cuidado maior a distribuição de alimentos está fluindo bem tanto nas rodovias como nos portos, segundo a CNA.

 

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Agricultura

Ministério da Agricultura alerta agricultores para os perigos do Covid 19

Com a pandemia do Coronavírus, o Ministério da Agricultura, publicou um alerta para a importância do reforço de medidas de prevenção ao vírus no meio rural.

Circulação de mercadorias, logística e transporte são as maiores preocupações

Os cuidados devem ser adotados, pois animais, pessoas, veículos e equipamentos que entram na propriedade podem ser fonte de contaminação do vírus para os trabalhadores, já que o vírus Covid-19 fica nas superfícies por um tempo.

“O vírus não atinge animais e vegetais [não transmitem], mas a higienização de alimentos continua sendo fundamental e necessária para mantê-los seguros antes de cozinhá-los”, destaca Luís Eduardo Pacifici Rangel, diretor do Departamento de Análises Econômicas e Políticas Públicas do Ministério da Agricultura.

Segundo elem nesse momento, há necessidade e urgência de se reforçar medidas de higiene em todas as etapas da cadeia de produção dos alimentos, principalmente no transporte e manipulação das mercadorias nos centros de distribuição.

O Brasil tem o maior rebanho comercial bovino, com cerca de 213 milhões e meio de cabeças, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

São mais de 15 milhões de pessoas ocupadas nos estabelecimentos agropecuários espalhados por todo território nacional.

A área agrícola cresceu 3,3% entre 2016 e 2018, de acordo com o monitoramento do instituto e são mais de 664 mil km², o equivalente a 7,6% do território nacional.

“Esses números mostram a dinâmica do setor, que envolve inúmeros elos da cadeia produtiva”, observa Orlando Melo de Castro, diretor do Departamento das Cadeias Produtivas do Mapa ao destacar a importância dos produtores rurais e transportadores de alimentos e bebidas, que estão na linha de frente do setor, adotar recomendações dos órgãos de saúde para prevenir o contágio e a transmissão do Covid- 19.

Toda cadeia produtiva de alimentos e bebidas é atividade considerada essencial de acordo com o Decreto 10.282, de 20 de março de 2020.

As regras higiênico-sanitárias da produção agropecuária já são amplamente conhecidas e aplicadas regularmente pelos produtores rurais, refletindo a excelência da produção brasileira.

Há uma série de recomendações que devem ser tomadas principalmente na circulação de mercadorias e cuidados pessoais na logística e os transportadores, especialmente, devem observar essas orientações.

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Agricultura

Produção de grãos pode superar 41 milhões de toneladas no Paraná

A primeira estimativa da safra de inverno, divulgada nesta sexta-feira pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, aponta que a produção total de grãos no Paraná poderá chegar a 41 milhões e 200 mil toneladas.

Esse volume é 14% superior ao da safra 18/19, quando foram produzidas 36 milhões e 200 mil toneladas.

Os dados do Departamento de Economia Rural mostram uma evolução significativa da colheita da soja, que alcançou 85% da área estimada.

Já a perspectiva de produção chegou a 20 milhões e 700 mil toneladas, um recorde histórico para o Paraná, 28% maior do que o volume produzido na safra anterior.

Com a evolução do milho safrinha, a área pode ter redução de 2%, porque houve atraso na colheita da soja, o que retardou a semeadura.

Ainda assim, a produção deve superar 12 milhões de toneladas.

O secretário Norberto Ortigara destacou que os trabalhos no campo seguem apesar da pandemia do coronavírus…..

 

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