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Prefeito de Toledo tem reunião nesta quarta-feira com a Ebserh sobre a gestão do Hospital Regional

Foto: Fábio Ulsenheimer - Prefeitura de Toledo

Infelizmente o Hospital Regional de Toledo segue em reforma e ainda não tem data prevista para a sua abertura e por isso a sua gestão e como será o seu funcionamento quando abrir continuam como temas de grande debate. Depois de mais de 10 anos de obras, a estrutura passa por uma nova revitalização sem ter atendido um paciente sequer.

Nesta quarta-feira (16), o prefeito do Município de Toledo, Luis Adalberto Beto Lunitti Pagnussatt (MDB), está em Brasília-DF, onde tem uma reunião com a presidência da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

A ideia da reunião é discutir sobre a gestão do Hospital Regional (HR) de Toledo. Em um primeiro momento a Ebserh havia demonstrado interesse de realizar a gestão da unidade hospitalar, mas depois de todos os problemas com a entrega das obras e com as garantias de custeio e manutenção do espaço, acabou se distanciando do Hospital Regional de Toledo.

“Hoje vamos a Ebserh! É uma reunião muito importante! A intenção é entender junto a sua presidência se a Ebserh vai de fato tocar ou não o Hospital Regional de Toledo. O que a gente deseja é de fato muito simples. Ou a Ebserh toca o Hospital ou diz de forma definitiva que não irá fazer a gestão”, disse o prefeito antes da viagem.

O prefeito ainda mencionou a urgência para a resolução da situação do Hospital Regional. “Nós precisamos abrir essa estrutura hospitalar com urgência. A obra está em andamento e com isso se faz cada vez mais necessário definirmos como será estruturada a sua gestão. A população já não aguenta mais desculpas e por isso precisamos resolver essa situação rápido”, concluiu Lunitti.

Ainda sobre a gestão do Hospital Regional, no início do mês de maio o vice-prefeito de Toledo, Ademar Dorfschmidt (Cidadania), juntamente com a secretária municipal de saúde, Gabriela Kucharski estiveram em Curitiba-PR, para uma reunião com o secretário de estado da saúde, Beto Preto.

Na ocasião o Governo do Estado acenou que será parceiro da gestão do Hospital Regional, no entanto até o momento nada foi concretizado. O vice-prefeito ressaltou que em um primeiro momento o que deve ser definido é qual será a identidade do Hospital. “Nós precisamos trabalhar em cima de qual será a identidade do Hospital. Eu acredito que em um primeiro momento será focado mais na questão de ortopedia de média complexidade e também de cirurgias eletivas”, pontuou Dorfschmidt em entrevista recente.

Andamento das obras

No momento o HR segue em reforma. Duas empresas trabalham em paralelo no local. A Construtora Guilherme cuida de toda a parte civil e de acabamento. A outra empresa que trabalha no HR é a Dantol, que está concluindo a instalação da parte de ar condicionado.

Em entrevista recente o engenheiro civil responsável pela obra junto a Construtora Guilherme, Ricardo Marin, destacou que a empresa pretende concluir a sua parte da obra ainda em 2021. “A gente definiu que vai entregar a obra esse ano! Terminando a instalação do sistema de ar condicionado e a implementação do sistema de gases medicinais, nós poderemos entrar com o gesso, pinturas e luminárias, que são a parte final da obra. Os serviços dependem da demanda de material no mercado, ou seja, podemos concluí-la em três ou quatro meses”, informou.

 

Fonte: Toledo News
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Trecho da Avenida Rio Grande do Sul receberá nova galeria pluvial e recape asfáltico

Investimento será de mais de R$ 730 mil e compreenderá extensão entre a rua Elói Lohmann e a rotatória na Avenida Expedicionário Otto Grings

Nesta terça-feira, dia 19 de outubro, mais uma obra foi iniciada em Marechal Rondon. Trata-se da implantação de nova galeria de águas pluviais e, posteriormente, o recape asfáltico no trecho da Avenida Rio Grande do Sul, entre a rua Elói Lohmann e a rotatória na Avenida Expedicionário Otto Grings. Os trabalhos iniciais consistem no descarregamento dos tubos que serão utilizados e também na escavação de valas que receberão a nova tubulação.
A empresa responsável pelos trabalhos é a Personal Serviços de Pavimentação Eireli e o valor do investimento será de R$ 731.221,69, oriundo do Finisa, Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento, além der contrapartida do município rondonense.
Conforme o secretário de Coordenação e Planejamento, Alisson Ostjen, a obra se faz necessária em virtude de a tubulação lá instalada atualmente ser muito antiga, já com muitos danos, além de ter uma inclinação inadequada, o que gerava transtorno no escoamento das águas das chuvas. “A secretaria de Viação e Serviços Públicos por diversas vezes realizou a limpeza da tubulação, porém, o problema de escoamento das águas persistiu, em virtude de não ter o caimento necessário. A água, muitas vezes, se acumulava na via e gerava transtornos. Agora será implantada galeria nova, com mais bocas de lobo, já que é uma região bastante plana”, ressaltou Alisson.
Ele mencionou ainda que, como uma grande parte do asfalto será danificada, em virtude da implantação da nova galeria, optou-se também pelo recape asfáltico de toda a via no trecho já mencionado. “A qualidade do asfalto também não estava boa. No ano passado realizou-se o recape asfáltico do portal até a rua Elói Lohmann, em trecho de 100 metros. Agora, portanto, terá continuidade. Obra importante, pois, é o trecho de boas-vindas para quem entra na cidade”, mencionou o secretário.
Fonte: Assessoria 
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STF rejeita ação contra atos e falas do presidente durante a pandemia

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Plenário virtual rejeitou por 8 votos a 2 ação apresentada pelo PSOL

 

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por 8 votos a 2, rejeitar a abertura de uma ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) que questionava atos e falas do presidente Jair Bolsonaro sobre a pandemia de covid-19.

O processo foi julgado no plenário virtual, em que os ministros têm alguns dias para votar de modo remoto e sem debate oral. Nesse caso, a sessão de julgamento durou dez dias e se encerrou às 23h59 de ontem (18).

Ao final, prevaleceu o entendimento da relatora, ministra Rosa Weber, que rejeitou a ação por entender ser inadequada a abertura de ADPF no caso. Ela também considerou a peça inicial inepta por não especificar exatamente quais atos estariam sendo questionados e tampouco quais medidas objetivas gostaria de ver tomadas.

Ela foi seguida pelos ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Nunes Marques, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Luiz Fux. Foram votos vencidos os ministros Ricardo Lewandowski e Edson Fachin, para quem haveria ameaça a preceitos fundamentais nos atos e falas presidenciais.

A ação foi apresentada pelo PSOL em maio do ano passado. O partido argumentou que o presidente e seu governo violam a Constituição ao minimizar a pandemia de covid-19, manifestando-se, por exemplo, contra o isolamento social e o uso de máscaras.

A legenda pediu ao Supremo que ordenasse o presidente e os membros de seu governo a “pautarem seus atos” de acordo com o direito fundamental à saúde e os preceitos do Estado Democrático de Direito.

Relatora

Para Rosa Weber, esse tipo de pedido genérico não faz sentido, uma vez que o cumprimento da Constituição já é pressuposto de qualquer cargo público. Decisão nesse sentido seria “destinada apenas a reafirmar aquilo que resulta da própria ideia de Estado Constitucional de Direito”, escreveu a ministra.

A relatora também criticou a falta de especificidade dos atos questionados. Para ela a peça inicial manifesta “inconformismo genérico com o governo federal”, não sendo capaz de apontar com objetividade qual seria o alvo da intervenção judicial.

“Não apenas os fatos apontados como justificadores da instauração deste processo de controle concentrado são mencionados de maneira vaga e imprecisa, mas o próprio pedido deduzido pelo autor é incapaz de individuar o objeto da tutela pretendida”, escreveu a ministra.

Em outro trecho, a relatora escreveu que “na realidade, a pretensão dirige-se contra atos futuros e incertos a serem praticados por ocasião de eventos ainda desconhecidos”.

 

Fonte: Agência Brasil

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Assembleia aprova PEC que cria o Departamento de Polícia Penal

A Proposta de Emenda à Constituição, de autoria do Poder Executivo, que propõe a criação do Departamento de Polícia Penal foi aprovada em primeira e em segunda votações em duas sessões plenárias, sendo uma ordinária e outra extraordinária, realizadas  ontem na Assembleia Legislativa do Paraná .

Agora o texto retorna à Comissão Especial que analisou a proposição para que seja elaborada a redação final. Com o texto final pronto, a PEC retorna ao plenário para ser apreciada e votada em redação final.

Se aprovada, a matéria será encaminhada à Mesa Executiva da Alep para sua promulgação.

O objetivo do governo é a harmonização da legislação estadual com a uma recente alteração constitucional promovida pela Emenda Constitucional 104/2019, que previu a existência da Polícia Penal entre os órgãos integrantes da Segurança Pública.

Com a criação, o Governo pretende que o Departamento de Polícia Penal fique responsável pelas questões relativas aos presos no Estado do Paraná, com atos de gestão, fiscalização, controle e segurança de unidades penais, além da fiscalização do cumprimento das medidas alternativas à prisão, como o monitoramento eletrônico por meio de tornozeleiras.

O líder do Governo, deputado Hussein Bakri comemorou a decisão da Assembleia…….

 

O Governo destaca ainda que a medida não trará aumento de despesas para o Estado e que o DEPPEN será “o responsável pelas questões relativas aos presos no Estado do Paraná, mediante atos de gestão, fiscalização, controle e segurança de unidades penais, além da fiscalização do cumprimento das medidas alternativas à prisão, como por exemplo, o monitoramento eletrônico por meio de tornozeleiras”.

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