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Política

Presidente Bolsonaro oficializa o novo Ministro da Educação

Foto: Divulgação/Secretaria da Educação e do Esporte do Paraná

Renato Feder deixa a Secretaria de Estado da Educação para assumir o Ministério

Renato Feder, secretário de Educação do estado do Paraná, será o novo ministro da Educação.

O convite oficial teria sido feito ontem a noite pelo presidente Jair Bolsonaro , porém a nomeação ainda não foi publicada no Diário Oficial da União.

Essa é a quarta troca na chefia da pasta durante a gestão Bolsonaro.

Carlos Decotelli sequer tomou posse e deixou o cargo na última semana, após inconsistências em seu currículo tornarem insustentável sua permanência no posto.

Cotado para o MEC, Renato Feder reúne forte apoio de militares e empresários

Ele é paulista, tem 41 anos, é mestre em Economia pela Universidade de São Paulo e tem perfil empreendedor e liberal de mercado.

Renato Feder reúne bagagem no setor privado como executivo de empresa de tecnologia e, na educação, tem experiência com Educação de Jovens e Adultos .

Ele teria sido indicado ao cargo por parlamentares do Centrão e da comunidade empresarial.

Até que a nomeação seja publicada no DOU, a pasta está sob responsabilidade do secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel de Medeiros.

O agora ministro chegou a se reunir com o presidente, no Palácio do Planalto, no último dia 23 de junho , quando já estava entre os principais cotados para a pasta.

À época, interlocutores com trânsito no MEC apontaram, no entanto, que a idade de Feder e seu histórico de doação para a campanha de João Doria à prefeitura de São Paulo teriam pesado como fator negativo para a escolha.

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Geral

Deputados querem barrar novo modelo híbrido de pedágio

Deputados da Frente Parlamentar sobre o Pedágio da Assembleia Legislativa anunciaram ontem a intenção de barrar o novo modelo híbrido de pedágio defendido pelo Ministério da Infraestrutura do governo Bolsonaro, que prevê a cobrança de outorga para as futuras concessões de rodovias do Estado, e segundo eles, resultaria em tarifas mais caras.

 

  O modelo híbrido resultaria em tarifas mais caras

 

Integrante da Frente, o primeiro-secretário da Assembleia, deputado Luiz Cláudio Romanelli, apresentou projeto que proíbe o governo do Paraná de celebrar convênios para a concessão de rodovias com outro critério que não a de menor tarifa.

Coordenador do grupo, o deputado Arilson Chiorato também apresentou projeto que exige a autorização prévia da Assembleia para novas concessões, além de consulta popular para aprovação das mesmas.

Os atuais contratos de pedágio no Paraná vencem em 24 de novembro de 2021 e, pela nova concessão, o governo federal pretende pedagiar também 3.800 quilômetros de rodovias estaduais, 1.300 quilômetros a mais do que o atual Anel de Integração.

O Ministério dos Transportes, que contratou a Empresa de Planejamento e Logística para elaborar as regras da licitação, defende a adoção do chamado modelo híbrido, em que se estabelece qual o menor desconto pode ser dado na tarifa e a, partir daí, a licitação é decidida por maior outorga, ou seja, pelo maior valor pago pelas empresas à União.

Os deputados estaduais e a bancada federal do Paraná defendem o modelo pelo qual ficaria com a concessão as empresas que oferecessem o menor valor da tarifa.

Segundo eles, caso seja mantido o modelo híbrido, as futuras concessões terão o mesmo problema de altas tarifas das atuais, por mais 30 anos.

Os parlamentares aprovaram a elaboração de um calendário de audiências regionais, reunião em Brasília com o ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, manifestações públicas e campanha publicitária, votação na Assembleia dos dois projetos, e ações judiciais para que a EPL e ao Departamento de Estradas de Rodagem entreguem os documentos das propostas em estudo.

 

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Geral

Vereador Arion Nasihgil se reelege com crescimento de quase 60% dos votos – Arion

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Geral

Votos do vereador Sauer devem ser declarados válidos na terça-feira

Cristiano Marlon Viteck

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) encaminhou hoje (25) ao Fórum Eleitoral da Comarca de Marechal Cândido Rondon o processo envolvendo o julgamento do recurso do vereador Vanderlei Caetano Sauer (DEM), que disputou a reeleição.

Com isso, amanhã (26) deve ser expedido o edital para oficializar que será feita a nova totalização dos votos dos candidatos a vereador de MaL Rondon. A partir da publicação do edital, a Justiça Eleitoral deve aguardar dois dias para reprocessar os votos. No caso, sexta (27) e segunda-feira (30).

Portanto, essa etapa deve ser concluída na terça-feira (1º), quando os votos de Sauer, que aparecem como nulos, serão declarados válidos e serão considerados para cálculo do quociente eleitoral e partidário.

Sauer fez 1.432 votos e se tornará oficialmente o segundo mais votado no pleito. Com a entrada dele na Câmara de Vereadores para a próxima
legislatura, quem deixará o Legislativo é Ronaldo Pohl (PSD), que tentou a reeleição.

O vereador do Democratas teve a candidatura indeferida ao ser constatado, no pedido de registro de candidatura, que seu nome não constava na relação de aliados do partido. No entanto, o TRE-PR entendeu que as provas apresentadas pela defesa foram suficientes para provar seu vínculo com o DEM.

 

Fonte: O Presente

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