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Agricultura

Produção da Indústria de Alimentos do Paraná cresce 8,8%

A produção da indústria de alimentos do Paraná cresceu 8,8% no ano passado em comparação com 2018, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE.

 

O desempenho é o maior da série histórica, iniciada em 2002, e o melhor do País: a taxa nacional do setor foi de 1,6%.

O índice ajudou o Paraná a alcançar um crescimento de 5,7% na produção industrial geral, somadas todas as atividades, que também foi o melhor resultado do Brasil no ano passado.

O setor industrial de alimentos na pesquisa do IBGE engloba segmentos como o abate e fabricação de carnes, pescados, biscoitos, achocolatados, balas, condimentos, massas, pães, óleos, laticínios, alimentos à base de milho, trigo, arroz, café, açúcar e outros.

Em 2019, o Paraná se destacou também na produção de veículos, máquinas e produtos de metal.

Outros indicadores da cadeia de alimentos ajudam a explicar o crescimento do setor industrial no ano passado.

A pesquisa trimestral de abate de animais, também do IBGE, aponta números positivos para o Estado em 2019 tanto na cadeia de suínos como na de frangos.

Segundo o Ministério da Economia, o Estado consolidou a 3ª posição no ranking nacional das exportações agropecuárias, correspondendo a 13% do volume brasileiro.

O agronegócio foi responsável por cerca de 77% das exportações do Paraná em 2019. Para aumentar esse ritmo, as 216 cooperativas paranaenses

O governador Ratinho Junior afirmou que o resultado demonstra a vitalidade da cadeia produtiva do Paraná…….

 

Por sua vez, o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, destaca que os índices são frutos do trabalho de potencializar a abertura de mercados para o Paraná, especialmente na Ásia..

 

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Agricultura

Safra de Inverno de 2022 será impactada por elevados custos de produção

Uma tempestade perfeita formada por problemas logísticos, políticos, climáticos e energéticos vai impactar severamente o custo de produção de grãos na próxima safra de inverno, em 2022.

Isso porque o produtor rural vai encontrar um cenário adverso na hora de comprar fertilizantes minerais, com preços bem acima em relação há um ano.

O único alento é que, segundo analistas de mercado, não vai faltar fertilizante.

 

 O alento é que não deverá faltar fertilizantes 

 

Em cada cadeia produtiva dos fertilizantes houve um impasse diferente que impactou a produção e o fornecimento nos principais países produtores.

Sobre tudo isso ainda paira a sombra da pandemia do novo coronavírus, que trouxe desajustes, incertezas e ajudou a tornar este caldo ainda mais turvo.

Para se ter ideia da variação desses insumos, em setembro de 2020, o gasto com fertilizantes em uma lavoura de soja na região de Londrina era de R$ 620 por hectare.

No mesmo mês deste ano, esse custo mais do que dobrou, passando para R$ 1.323.

Com isso, o peso dos fertilizantes no custo operacional desta lavoura passou de 20% para 31%, em 12 meses.

Segundo o presidente da Comissão Técnica de Cereais, Fibras e Oleaginosas da FAEP, José Antonio Borghi, o aumento no preço dos fertilizantes impacta fortemente o custo de produção de grãos no Estado.

Quando analisado o poder de troca do produtor rural, a situação também piorou no último ano.

Em agosto de 2020 eram necessárias 16,6 sacas de soja para realizar a troca por uma tonelada de cloreto de potássio.

Em agosto deste ano, essa relação era de 22,66 sacas por tonelada do produto.

Com o superfosfato simples essa relação passou de 11,6 sacas por tonelada para 14,8 sacas/toneladas e com a ureia não foi diferente, saiu de 19,6 sacas/toneladas para 22,6 sacas/toneladas.

As razões para esta escalada de preços têm origem no outro lado do globo, especialmente em função do aumento abrupto do preço das commodities agrícolas ocorrido durante a pandemia.

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Agricultura

Dois decretos estaduais vão incentivar energia solar na zona rural

Com a possibilidade de financiar projetos de energia renovável a juro zero para agricultores, o Paraná já cadastrou mil 413 produtores interessados em modernizar suas propriedades.

 

O marco foi atingido em 115 dias de vigência do Programa Energia Rural Renovável, RenovaPR.

Os projetos cadastrados pelo IDR-Paraná fazem parte do Banco do Agricultor, programa de crédito exclusivo com juros subsidiados pelo Governo do Estado.

A proposta é incentivar investimentos por meio da equalização da taxa de juros.

No caso dos projetos de energia renovável, o percentual está zerado para projetos apresentados até 31 de dezembro de 2022.

Até esta semana, o Estado já havia destinado quase 53 milhões de reais ao Fundo de Desenvolvimento Econômico do Paraná para garantir os juros dos financiamentos dos agricultores.

O governador Ratinho Junior participou ontem de um evento realizado na sede do IDR-Paraná, onde também assinou dois decretos que facilitam o acesso dos agricultores à autoprodução energética…

 

Se concretizados, esses mil e 400 projetos vão injetar diretamente 240 milhões em investimentos no agronegócio paranaense.

Para serem implementados, devem ser executados por empresas credenciadas ao IDR-Paraná.

Já foram credenciadas 416 empresas de energia solar e 15 de biogás e biometano. Apesar de conhecido pela produção de energia hidrelétrica, o Paraná tem um enorme potencial a ser explorado de energia solar.

Durante o evento, o secretário estadual de Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, anunciou que o Banco do Agricultor vai passar a abranger com subvenção de crédito mais duas áreas: apicultura e turismo rural.

Ele destaca que projetos que modernizem a produção de mel ou que atraiam turistas para o interior vão poder receber o benefício do juro máximo de 1,5% ao ano concedido pelo Estado..

 

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Agricultura

Presidente encabeça chapa única na eleição para diretoria do Sindicato Rural de Marechal Rondon

O presidente do Sindicato Rural Patronal de Marechal Cândido Rondon, Edio Chapla, encabeça a única chapa inscrita para a eleição da diretoria da entidade marcada para o próximo dia 17 de dezembro.

 

Além de Chapla, fazem parte da chapa para a direção executiva do Sindicato: Cevio Mengarda, como vice-presidente; Cesar Luiz Petri, na função de secretário; e Gianmarco Stoef, ao cargo de tesoureiro.

Como suplentes da diretoria estão os nomes de Leandro Ricardo Vivian, João Wochner, Ademir Luiz Griep  e Valdemar Luiz Schaeffer.

Já o conselho fiscal tem como inscritos: Gelso Kroessin, Jonas Leocir Vorpagel e Vilmar Fulber como membros efetivos; e Vilmar Dinnebier, Ricardo José Kemfer e Eleandro da Silva como suplentes.

Por sua vez, o candidato a reeleição à presidência, Edio Chapla, também aparece como delegado representante, e Gianmarco Stoef, Cevio Mengarda e Cesar Luiz Petri como suplentes.

A eleição para a diretoria do Sindicato Rural Patronal de Marechal Cândido Rondon está confirmada para o dia 17 de dezembro, das 08 às 17h00, e é importante o comparecimento de todos os associados.

O candidato a reeleição destaca que, caso receba o aval dos associados para permanecer no cargo, muitas ações prejudicadas pela pandemia do coronavirus deverão ser viabilizadas……

 

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